Mangueira fecha 1ª noite com desfile tecnicamente correto

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CARNAVAL 2026: O Carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026 acontece nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar o desempenho no concurso no sábado das Campeãs, dia 21. A Estação Primeira de Mangueira chegou! E chegou para encerrar a 1ª noite. Aliás, um […]

POR Redação SRzd 16/2/2026| 8 min de leitura

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CARNAVAL 2026: O Carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026 acontece nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar o desempenho no concurso no sábado das Campeãs, dia 21.

A Estação Primeira de Mangueira chegou! E chegou para encerrar a 1ª noite. Aliás, um dos muitos feitios mangueirenses ao longo das décadas: fechar os desfiles.

E foi uma Mangueira diferente. Sem grande arrebatamento, mas técnica, cadenciada e que passou por um problema com seu abre-alas, que deu muito trabalho para ser retirado da pista quando chegou na apoteose, fazendo com que o conjunto ficasse parado por alguns minutos.

A Estação Primeira de Mangueira, por muitas vezes, até pela voz de uma das suas maiores baluartes, dona Zica, companheira do mestre Cartola, reclamava da falta de dinheiro nos cofres da verde e rosa.

E por muitas ocasiões, a agremiação venceu campeonatos assim, simplesinha, mas arrebatadora. Digamos, na raça.

Em 2026, o cenário foi outro.

O amapaense Raimundo dos Santos Souza, o “mestre Sacaca”, foi homenageado. Mestre Sacaca do encanto Tucuju – O guardião da Amazônia negra, é o tema.

“Sacaca morreu em 1999 aos 73 anos e hoje dá nome ao Museu Sacaca, no Centro de Macapá. A escola de samba destacou que o amapaense utilizava seus conhecimentos no tratamento de doenças e do cuidado comunitário por meio de garrafadas, chás, unguentos e simpatias. Ele dedicou a vida à defesa da floresta e das tradições, práticas e culturas afro-indígenas. Por essa razão, a Mangueira, contadora de diferentes histórias brasileiras, celebra essa figura que é uma das caras do nosso país diverso e de dimensões continentais. A Mangueira descreveu que Sacaca representa os encantos da região e é uma titulação xamânica. O tema, por sua vez, mergulha na história afro-indígena do extremo Norte do país”, explicou a escola quando do lançamento do enredo.

E lá veio grana!

O governo do Estado do Amapá, região Norte do país, firmou termo de apoio no valor de R$ 10 milhões para financiar o desfile mangueirense.

O contrato foi assinado pela secretária de Cultura, Clícia Vieira, irmã do atual governador Clécio Luís (Solidariedade).

Publicado no Diário Oficial no último mês de junho, o termo de fomento foi firmado com a Associação Cultural Samba Verde e Rosa, entidade ligada à escola carioca.

A escolha do enredo teria sido resultado de articulações políticas.

Elas envolveriam o presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PT), e o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União).

A secretaria de cultura amapaense afirmou publicamente que a aproximação entre o estado e a escola de samba partiu de uma conversa entre Freixo e Alcolumbre.

E agora? Que poderia deter a Mangueira? A raça, a força e multidão que abarca, seguem. Mas desta vez, com o cofre cheio!

+ AVALIAÇÃO DO DESFILE:

+ O QUE VIRAM OS COMENTARISTAS DO SRzd:

CLÁUDIO FRANCIONI: A Mangueira não trouxe para 2026 um samba à altura de suas tradições. A obra que homenageia Mestre Sacaca tem boas passagens mas, no geral, não chega a se destacar na safra. No desfile de hoje teve uma boa apresentação, muito pela impecável produção da ala musical comandada por Vitor Art e a fantástica bateria de Rodrigo Explosão e Taranta Neto. Dowglas Diniz também merece destaque pela sua ótima afinação e seu canto eficiente e sem grande firulas.

CÉLIA SOUTO: Encerrando a noite, a Mangueira cantou demonstrando domínio da totalidade do samba, o canto soou com clareza e foi possível ouvir várias partes destacadas e enfatizadas com interpretação, demonstrando que os componentes estavam acompanhando e ouvindo o intérprete Dowglas Diniz juntamente com os demais músicos. O chão da escola evoluiu sincronizado com o ritmo e o andamento do samba escolhido pela escola.

BRUNO MORAES: A bateria da Mangueira surpreende por sempre pensar fora da caixa, e isso se reflete em todos os detalhes, principalmente nas peças leves e bossas. Há uma assinatura própria nas levadas, nas convenções e na forma como os naipes dialogam entre si.

Com um andamento incrível e confortável, tudo o que é proposto soa com clareza e segurança. A fluidez permite que as bossas respirem e que o desenho rítmico apareça com nitidez, sem atropelos.

Os Mestres Rodrigo e Taranta já possuem uma identidade muito clara. Em pouco tempo trabalhando juntos, parece que a parceria existe há anos, tamanha a sintonia e o alinhamento musical. A bateria ganha personalidade, equilíbrio e, acima de tudo, confiança.

JAIME CEZÁRIO: A Estação Primeira de Mangueira homenageia Mestre Sacaca, personagem histórico do Amapá — xamã, curandeiro, folião e guardião dos saberes afro-indígenas do extremo Norte do Brasil.

A proposta do enredo é destacar as tradições culturais da chamada Amazônia Negra, evidenciando a presença das matrizes africanas na região amazônica e seu diálogo com os povos originários, unindo ancestralidade afro-indígena à musicalidade e à simbologia do samba.

As fantasias propuseram uma viagem pelo universo dos povos da floresta, construindo um visual instigante e autoral. Percebeu-se uma tentativa clara de fugir dos modelos já cristalizados nos enredos que abordam povos originários — tanto nas formas quanto na paleta de cores. Embora a temática amazônica seja recorrente na Marquês de Sapucaí, o carnavalesco buscou um recorte estético distinto, apostando em novas leituras visuais. Em grande medida, conseguiu se afastar dos clichês; contudo, pela reação do público, pareceu que parte da arquibancada interpretou o desfile apenas como mais um enredo de temática afro-indígena.

É importante salientar que, por mais consistente e sofisticada que seja a pesquisa plástica, o público geral nem sempre capta as sutilezas conceituais, reagindo muitas vezes apenas ao impacto imediato da imagem, sem apreender plenamente suas camadas simbólicas.

As alegorias seguiram essa mesma linha de experimentação formal, com destaque para o abre-alas, que apresentou uma floresta estilizada em verde e rosa, de grande beleza artesanal e forte identidade com as cores da escola. Nos demais carros, também se buscaram soluções diferenciadas e de bom gosto. Ainda assim, ao final, ficou a sensação de que, apesar do esforço criativo e da proposta estética bem fundamentada, o desfile não conseguiu fazer sua vibrante torcida explodir em êxtase com a força da Amazônia Negra apresentada na Avenida.

ELIANE SOUZA: O casal da Mangueira chegou! A coreografia característica do bailado foi atravessada por passos e gestos sugeridos pelo samba enredo, sem prejuízo para a compreensão da leitura poética na escritura dos movimentos característicos. Ressalto nesse sentido, a orientação competente da coreógrafa Ana Paula Lessa, que esse ano retornou a equipe do primeiro casal.

E durante a apresentação de Mateus Olivério e Cynthia Santos, confirmamos a importância do mestre-sala assumir o seu protagonista na cena. Ele é o dançarino, tem que dançar para cortejar a dama e louvar o pavilhão! O mestre-sala deve conduzir a dança e a dama e isso apreciamos durante a performance do casal mangueirense.

O dançarino cumpriu o seu papel, agora simbólico, de protetor e defensor. Ele executou um cruzado diferenciado, todavia preservando a forma característica da execução do movimento, apresentou um voleio com falsa queda e, realizou a carrapeta em deslocamento que conduziu a dama pelo espaço destinado a apresentação.

Dona de uma performance personalíssima, a porta-bandeira Cynthia Santos desfralda, ao girar no abano, o pavilhão com potência, no entanto, ao tocá-lo, observa-se uma nuance dengosa e respeitosa. Bem, para dançar com esse furacão, o mestre-sala tem de ser mesmo, um protagonista, assumindo seu papel!

Renan Oliveira e Débora de Almeida – o segundo casal da escola – apresentado pela coreógrafa Viviane Martins, bailaram com elegância, mostrando sua performance na avenida, destrancando-se as nuances e gestual da porta-bandeira!

E o terceiro casal da escola – Maycon Ferreira e Lorena Brito – apresentou uma linda performance, assentada nos movimentos característicos do bailado. O mestre-sala exibiu um meio-sapateado muito bem escrito, direcionado à dama que, desfraldava o pavilhão, com giros seguros no movimento abano! Salve, os casais mangueirenses!

+ VEJA A LOGO DO ENREDO:

Mangueira 2026

+ CONHEÇA O TIME DA ESCOLA:

INTÉRPRETE – Dowglas Diniz

MESTRES DE BATERIA – Rodrigo Explosão e Taranta Neto

RAINHA DE BATERIA – Evelyn Bastos

1º CASAL DE MSPB – Matheus Olivério e Cintya Santos

CARNAVALESCO – Sidnei França

COREÓGRAFOS DE COMISSÃO DE FRENTE – Lucas Maciel e Karina Dias

+ OUÇA O SAMBA-ENREDO:

+ VEJA O DESEMPENHO DA ESCOLA NOS ÚLTIMOS 6 ANOS:

(veja a ordem oficial de desfiles oficial em 2026):

+ domingo, 15 de fevereiro:

1º: Acadêmicos de Niterói (Campeã do Acesso 2025)
2º: Imperatriz Leopoldinense
3º: Portela
4º: Estação Primeira de Mangueira

+ segunda-feira, 16 de fevereiro:

1º: Mocidade Independente de Padre Miguel (11ª colocada em 2025)
2º: Beija-Flor de Nilópolis
3º: Unidos do Viradouro
4º: Unidos da Tijuca

+ terça-feira, 17 de fevereiro:

1º: Paraíso do Tuiuti (10ª colocada em 2025)
2º: Unidos de Vila Isabel
3º: Acadêmicos do Grande Rio
4º: Acadêmicos do Salgueiro

Arpoador

Rodapé - carnaval rio

CARNAVAL 2026: O Carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026 acontece nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar o desempenho no concurso no sábado das Campeãs, dia 21.

A Estação Primeira de Mangueira chegou! E chegou para encerrar a 1ª noite. Aliás, um dos muitos feitios mangueirenses ao longo das décadas: fechar os desfiles.

E foi uma Mangueira diferente. Sem grande arrebatamento, mas técnica, cadenciada e que passou por um problema com seu abre-alas, que deu muito trabalho para ser retirado da pista quando chegou na apoteose, fazendo com que o conjunto ficasse parado por alguns minutos.

A Estação Primeira de Mangueira, por muitas vezes, até pela voz de uma das suas maiores baluartes, dona Zica, companheira do mestre Cartola, reclamava da falta de dinheiro nos cofres da verde e rosa.

E por muitas ocasiões, a agremiação venceu campeonatos assim, simplesinha, mas arrebatadora. Digamos, na raça.

Em 2026, o cenário foi outro.

O amapaense Raimundo dos Santos Souza, o “mestre Sacaca”, foi homenageado. Mestre Sacaca do encanto Tucuju – O guardião da Amazônia negra, é o tema.

“Sacaca morreu em 1999 aos 73 anos e hoje dá nome ao Museu Sacaca, no Centro de Macapá. A escola de samba destacou que o amapaense utilizava seus conhecimentos no tratamento de doenças e do cuidado comunitário por meio de garrafadas, chás, unguentos e simpatias. Ele dedicou a vida à defesa da floresta e das tradições, práticas e culturas afro-indígenas. Por essa razão, a Mangueira, contadora de diferentes histórias brasileiras, celebra essa figura que é uma das caras do nosso país diverso e de dimensões continentais. A Mangueira descreveu que Sacaca representa os encantos da região e é uma titulação xamânica. O tema, por sua vez, mergulha na história afro-indígena do extremo Norte do país”, explicou a escola quando do lançamento do enredo.

E lá veio grana!

O governo do Estado do Amapá, região Norte do país, firmou termo de apoio no valor de R$ 10 milhões para financiar o desfile mangueirense.

O contrato foi assinado pela secretária de Cultura, Clícia Vieira, irmã do atual governador Clécio Luís (Solidariedade).

Publicado no Diário Oficial no último mês de junho, o termo de fomento foi firmado com a Associação Cultural Samba Verde e Rosa, entidade ligada à escola carioca.

A escolha do enredo teria sido resultado de articulações políticas.

Elas envolveriam o presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PT), e o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União).

A secretaria de cultura amapaense afirmou publicamente que a aproximação entre o estado e a escola de samba partiu de uma conversa entre Freixo e Alcolumbre.

E agora? Que poderia deter a Mangueira? A raça, a força e multidão que abarca, seguem. Mas desta vez, com o cofre cheio!

+ AVALIAÇÃO DO DESFILE:

+ O QUE VIRAM OS COMENTARISTAS DO SRzd:

CLÁUDIO FRANCIONI: A Mangueira não trouxe para 2026 um samba à altura de suas tradições. A obra que homenageia Mestre Sacaca tem boas passagens mas, no geral, não chega a se destacar na safra. No desfile de hoje teve uma boa apresentação, muito pela impecável produção da ala musical comandada por Vitor Art e a fantástica bateria de Rodrigo Explosão e Taranta Neto. Dowglas Diniz também merece destaque pela sua ótima afinação e seu canto eficiente e sem grande firulas.

CÉLIA SOUTO: Encerrando a noite, a Mangueira cantou demonstrando domínio da totalidade do samba, o canto soou com clareza e foi possível ouvir várias partes destacadas e enfatizadas com interpretação, demonstrando que os componentes estavam acompanhando e ouvindo o intérprete Dowglas Diniz juntamente com os demais músicos. O chão da escola evoluiu sincronizado com o ritmo e o andamento do samba escolhido pela escola.

BRUNO MORAES: A bateria da Mangueira surpreende por sempre pensar fora da caixa, e isso se reflete em todos os detalhes, principalmente nas peças leves e bossas. Há uma assinatura própria nas levadas, nas convenções e na forma como os naipes dialogam entre si.

Com um andamento incrível e confortável, tudo o que é proposto soa com clareza e segurança. A fluidez permite que as bossas respirem e que o desenho rítmico apareça com nitidez, sem atropelos.

Os Mestres Rodrigo e Taranta já possuem uma identidade muito clara. Em pouco tempo trabalhando juntos, parece que a parceria existe há anos, tamanha a sintonia e o alinhamento musical. A bateria ganha personalidade, equilíbrio e, acima de tudo, confiança.

JAIME CEZÁRIO: A Estação Primeira de Mangueira homenageia Mestre Sacaca, personagem histórico do Amapá — xamã, curandeiro, folião e guardião dos saberes afro-indígenas do extremo Norte do Brasil.

A proposta do enredo é destacar as tradições culturais da chamada Amazônia Negra, evidenciando a presença das matrizes africanas na região amazônica e seu diálogo com os povos originários, unindo ancestralidade afro-indígena à musicalidade e à simbologia do samba.

As fantasias propuseram uma viagem pelo universo dos povos da floresta, construindo um visual instigante e autoral. Percebeu-se uma tentativa clara de fugir dos modelos já cristalizados nos enredos que abordam povos originários — tanto nas formas quanto na paleta de cores. Embora a temática amazônica seja recorrente na Marquês de Sapucaí, o carnavalesco buscou um recorte estético distinto, apostando em novas leituras visuais. Em grande medida, conseguiu se afastar dos clichês; contudo, pela reação do público, pareceu que parte da arquibancada interpretou o desfile apenas como mais um enredo de temática afro-indígena.

É importante salientar que, por mais consistente e sofisticada que seja a pesquisa plástica, o público geral nem sempre capta as sutilezas conceituais, reagindo muitas vezes apenas ao impacto imediato da imagem, sem apreender plenamente suas camadas simbólicas.

As alegorias seguiram essa mesma linha de experimentação formal, com destaque para o abre-alas, que apresentou uma floresta estilizada em verde e rosa, de grande beleza artesanal e forte identidade com as cores da escola. Nos demais carros, também se buscaram soluções diferenciadas e de bom gosto. Ainda assim, ao final, ficou a sensação de que, apesar do esforço criativo e da proposta estética bem fundamentada, o desfile não conseguiu fazer sua vibrante torcida explodir em êxtase com a força da Amazônia Negra apresentada na Avenida.

ELIANE SOUZA: O casal da Mangueira chegou! A coreografia característica do bailado foi atravessada por passos e gestos sugeridos pelo samba enredo, sem prejuízo para a compreensão da leitura poética na escritura dos movimentos característicos. Ressalto nesse sentido, a orientação competente da coreógrafa Ana Paula Lessa, que esse ano retornou a equipe do primeiro casal.

E durante a apresentação de Mateus Olivério e Cynthia Santos, confirmamos a importância do mestre-sala assumir o seu protagonista na cena. Ele é o dançarino, tem que dançar para cortejar a dama e louvar o pavilhão! O mestre-sala deve conduzir a dança e a dama e isso apreciamos durante a performance do casal mangueirense.

O dançarino cumpriu o seu papel, agora simbólico, de protetor e defensor. Ele executou um cruzado diferenciado, todavia preservando a forma característica da execução do movimento, apresentou um voleio com falsa queda e, realizou a carrapeta em deslocamento que conduziu a dama pelo espaço destinado a apresentação.

Dona de uma performance personalíssima, a porta-bandeira Cynthia Santos desfralda, ao girar no abano, o pavilhão com potência, no entanto, ao tocá-lo, observa-se uma nuance dengosa e respeitosa. Bem, para dançar com esse furacão, o mestre-sala tem de ser mesmo, um protagonista, assumindo seu papel!

Renan Oliveira e Débora de Almeida – o segundo casal da escola – apresentado pela coreógrafa Viviane Martins, bailaram com elegância, mostrando sua performance na avenida, destrancando-se as nuances e gestual da porta-bandeira!

E o terceiro casal da escola – Maycon Ferreira e Lorena Brito – apresentou uma linda performance, assentada nos movimentos característicos do bailado. O mestre-sala exibiu um meio-sapateado muito bem escrito, direcionado à dama que, desfraldava o pavilhão, com giros seguros no movimento abano! Salve, os casais mangueirenses!

+ VEJA A LOGO DO ENREDO:

Mangueira 2026

+ CONHEÇA O TIME DA ESCOLA:

INTÉRPRETE – Dowglas Diniz

MESTRES DE BATERIA – Rodrigo Explosão e Taranta Neto

RAINHA DE BATERIA – Evelyn Bastos

1º CASAL DE MSPB – Matheus Olivério e Cintya Santos

CARNAVALESCO – Sidnei França

COREÓGRAFOS DE COMISSÃO DE FRENTE – Lucas Maciel e Karina Dias

+ OUÇA O SAMBA-ENREDO:

+ VEJA O DESEMPENHO DA ESCOLA NOS ÚLTIMOS 6 ANOS:

(veja a ordem oficial de desfiles oficial em 2026):

+ domingo, 15 de fevereiro:

1º: Acadêmicos de Niterói (Campeã do Acesso 2025)
2º: Imperatriz Leopoldinense
3º: Portela
4º: Estação Primeira de Mangueira

+ segunda-feira, 16 de fevereiro:

1º: Mocidade Independente de Padre Miguel (11ª colocada em 2025)
2º: Beija-Flor de Nilópolis
3º: Unidos do Viradouro
4º: Unidos da Tijuca

+ terça-feira, 17 de fevereiro:

1º: Paraíso do Tuiuti (10ª colocada em 2025)
2º: Unidos de Vila Isabel
3º: Acadêmicos do Grande Rio
4º: Acadêmicos do Salgueiro

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