Na meia noite, Salgueiro anuncia seu enredo para o Carnaval 2027

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Carnaval 2027: O Salgueiro anunciou na virada desta noite seu enredo para 2027. Desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira, a escola tijucana vai cantar na Avenida no próximo ano a seguinte história: ‘Laroyê Xica da Silva: a história por trás da história’. A vermelho e branco promete revisitar uma das personagens mais emblemáticas da cultura brasileira […]

POR Redação SRzd 25/5/2026| 2 min de leitura

Desfiles das escolas de samba do Rio. Foto: SRzd/Juliana Dias

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Carnaval 2027: O Salgueiro anunciou na virada desta noite seu enredo para 2027.

Desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira, a escola tijucana vai cantar na Avenida no próximo ano a seguinte história: ‘Laroyê Xica da Silva: a história por trás da história’. A vermelho e branco promete revisitar uma das personagens mais emblemáticas da cultura brasileira a partir de novas descobertas históricas e reflexões sobre os mitos construídos em torno de sua imagem.

“Deu meia-noite, a lua se escondeu… Lá na encruzilhada, dando a sua gargalhada… Em 2027, o Salgueiro evoca uma das entidades mais célebres da cultura brasileira: Xica da Silva. Foi em nosso terreiro, em 1963, que sua história alcançou o mundo. Desde então, múltiplas versões de sua trajetória foram contadas e recontadas, mas todas traduziram a força de uma mulher que subverteu padrões. Foi assim que, a cada toque de tambor e a cada ponto cantado, na Avenida ou num estúdio, ela ganhou novos rostos. Na voz e no corpo de Isabel Valença, Zezé Motta e Taís Araújo, sua força renasceu em sucessivas encarnações, manifestando a potência transgressora das pombas-giras. Xica fez-se entidade das encruzilhadas: entre o estigma social e a mística popular, entre a ficção e a realidade. O que poucos imaginam é que a verdadeira história de Francisca vai muito além do mito consolidado no carnaval, no cinema e na televisão. Em 2025, o testamento da Rainha do Tijuco tornou-se público, revelando camadas inéditas sobre sua vida. Afinal, quem foi essa mulher que se tornou lenda? Francisca, Chica ou Xica: ela é múltipla, plural, potente e provocadora. Nunca uma só, nem dona de uma verdade absoluta. No próximo carnaval, descobriremos uma nova versão dessa entidade. A ancestralidade da Academia invoca novamente a força exusíaca que desafiou barreiras, revelando o que a História oficial ocultou. Arreda, homem, que aí vem mulher! Um enredo de Jorge Silveira e Leonardo Antan, baseado no livro “Laroyê Xica da Silva” (assista ao vídeo de divulgação do enredo):

Neste ano, a Academia cantou a história de Rosa Magalhães, carnavalesca histórica do Rio de Janeiro, e ficou com 4º lugar do Grupo Especial.

Rodapé - carnaval rio

 

 

Carnaval 2027: O Salgueiro anunciou na virada desta noite seu enredo para 2027.

Desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira, a escola tijucana vai cantar na Avenida no próximo ano a seguinte história: ‘Laroyê Xica da Silva: a história por trás da história’. A vermelho e branco promete revisitar uma das personagens mais emblemáticas da cultura brasileira a partir de novas descobertas históricas e reflexões sobre os mitos construídos em torno de sua imagem.

“Deu meia-noite, a lua se escondeu… Lá na encruzilhada, dando a sua gargalhada… Em 2027, o Salgueiro evoca uma das entidades mais célebres da cultura brasileira: Xica da Silva. Foi em nosso terreiro, em 1963, que sua história alcançou o mundo. Desde então, múltiplas versões de sua trajetória foram contadas e recontadas, mas todas traduziram a força de uma mulher que subverteu padrões. Foi assim que, a cada toque de tambor e a cada ponto cantado, na Avenida ou num estúdio, ela ganhou novos rostos. Na voz e no corpo de Isabel Valença, Zezé Motta e Taís Araújo, sua força renasceu em sucessivas encarnações, manifestando a potência transgressora das pombas-giras. Xica fez-se entidade das encruzilhadas: entre o estigma social e a mística popular, entre a ficção e a realidade. O que poucos imaginam é que a verdadeira história de Francisca vai muito além do mito consolidado no carnaval, no cinema e na televisão. Em 2025, o testamento da Rainha do Tijuco tornou-se público, revelando camadas inéditas sobre sua vida. Afinal, quem foi essa mulher que se tornou lenda? Francisca, Chica ou Xica: ela é múltipla, plural, potente e provocadora. Nunca uma só, nem dona de uma verdade absoluta. No próximo carnaval, descobriremos uma nova versão dessa entidade. A ancestralidade da Academia invoca novamente a força exusíaca que desafiou barreiras, revelando o que a História oficial ocultou. Arreda, homem, que aí vem mulher! Um enredo de Jorge Silveira e Leonardo Antan, baseado no livro “Laroyê Xica da Silva” (assista ao vídeo de divulgação do enredo):

Neste ano, a Academia cantou a história de Rosa Magalhães, carnavalesca histórica do Rio de Janeiro, e ficou com 4º lugar do Grupo Especial.

Rodapé - carnaval rio

 

 

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