Polícia Civil do Rio pede a prisão de Adilsinho

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Polícia. A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu a prisão do contraventor, ligado a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na tarde da última quarta-feira (18). Ele é apontado como o mandante dos assassinatos de dois bicheiros rivais, em 2022. Marco Antônio Figueiro Martins, o “Maquinho Catiri”, e […]

POR Redação SRzd 22/12/2024| 2 min de leitura

Adilsinho. Reprodução de vídeo

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Polícia. A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu a prisão do contraventor, ligado a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na tarde da última quarta-feira (18).

Ele é apontado como o mandante dos assassinatos de dois bicheiros rivais, em 2022.

Marco Antônio Figueiro Martins, o “Maquinho Catiri”, e Alexsandro José da Silva, o “Sandrinho”, foram mortos na comunidade do Guarda, em Del Castilho, na Zona Norte da cidade.

Atual presidente de honra do Salgueiro é suspeito de ser chefe de uma máfia de cigarros ilegais no Rio de Janeiro, e de acordo com as investigações, o crime foi motivado pela disputa do controle de jogos de azar na região. As vítimas estariam ligadas ao também contraventor Bernardo Bello.

Contra Adilsinho já havia um mandado de prisão temporária expedido há cerca de três semanas. Dados de inteligência apontam que o contraventor está fora do país. A defesa dele ainda não se manifestou.

Que é Adilsinho?

Adilson Oliveira Coutinho Filho foi anunciado como novo patrono do Salgueiro em março deste ano. Adilsinho é primo de Hélio Ribeiro de Oliveira, o Helinho, presidente de honra da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.

Na ocasião, o Salgueiro emitiu nota através de sua assessoria de imprensa:

“O GRES Acadêmicos do Salgueiro informa que o novo patrono da agremiação, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, desempenhará um papel fundamental na retomada das atividades esportivas na Vila Olímpica da agremiação, além de oferecer suporte essencial às iniciativas sociais que beneficiam a comunidade salgueirense”, dizia o texto.

Adilsinho, nos últimos anos, foi alvo de diversas operações policiais.

Em 2021, teve mandado de prisão expedido na Operação Fumus. Segundo as investigações, ele comandava uma quadrilha que impôs o monopólio na venda de cigarros no Rio.

Antes, no ano de 2009, foi um dos alvos da Operação Furacão, que investigou a cúpula do jogo do bicho no Estado e seu envolvimento com máquinas de caça-níquel. Segundo investigações da época, programas de apostas eletrônicas instalados nas máquinas das casas de jogos do Rio eram alterados para ludibriar apostadores e lavar dinheiro.

Rodapé - carnaval rio

Polícia. A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu a prisão do contraventor, ligado a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na tarde da última quarta-feira (18).

Ele é apontado como o mandante dos assassinatos de dois bicheiros rivais, em 2022.

Marco Antônio Figueiro Martins, o “Maquinho Catiri”, e Alexsandro José da Silva, o “Sandrinho”, foram mortos na comunidade do Guarda, em Del Castilho, na Zona Norte da cidade.

Atual presidente de honra do Salgueiro é suspeito de ser chefe de uma máfia de cigarros ilegais no Rio de Janeiro, e de acordo com as investigações, o crime foi motivado pela disputa do controle de jogos de azar na região. As vítimas estariam ligadas ao também contraventor Bernardo Bello.

Contra Adilsinho já havia um mandado de prisão temporária expedido há cerca de três semanas. Dados de inteligência apontam que o contraventor está fora do país. A defesa dele ainda não se manifestou.

Que é Adilsinho?

Adilson Oliveira Coutinho Filho foi anunciado como novo patrono do Salgueiro em março deste ano. Adilsinho é primo de Hélio Ribeiro de Oliveira, o Helinho, presidente de honra da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.

Na ocasião, o Salgueiro emitiu nota através de sua assessoria de imprensa:

“O GRES Acadêmicos do Salgueiro informa que o novo patrono da agremiação, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, desempenhará um papel fundamental na retomada das atividades esportivas na Vila Olímpica da agremiação, além de oferecer suporte essencial às iniciativas sociais que beneficiam a comunidade salgueirense”, dizia o texto.

Adilsinho, nos últimos anos, foi alvo de diversas operações policiais.

Em 2021, teve mandado de prisão expedido na Operação Fumus. Segundo as investigações, ele comandava uma quadrilha que impôs o monopólio na venda de cigarros no Rio.

Antes, no ano de 2009, foi um dos alvos da Operação Furacão, que investigou a cúpula do jogo do bicho no Estado e seu envolvimento com máquinas de caça-níquel. Segundo investigações da época, programas de apostas eletrônicas instalados nas máquinas das casas de jogos do Rio eram alterados para ludibriar apostadores e lavar dinheiro.

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