Presidente da Liesa diz que UPM foi ‘mal julgada’, requerimento foi aceito e MP pode ser acionado
Carnaval. O presidente da Liesa, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio, falou, no início do desfile das Campeãs do Rio neste sábado (8), sobre a Unidos de Padre Miguel. Para Gabriel David, a escola foi “mal julgada”. Em relação à jurada que afirmou que a escola usou muitos termos em iorubá (língua […]
PORRedação SRzd9/3/2025|
2 min de leitura
Desfile da UPM 2025. Foto: SRzd/Juliana Dias
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Carnaval. O presidente da Liesa, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio, falou, no início do desfile das Campeãs do Rio neste sábado (8), sobre a Unidos de Padre Miguel.
Para Gabriel David, a escola foi “mal julgada”.
Em relação à jurada que afirmou que a escola usou muitos termos em iorubá (língua proveniente do continente africano e muito reverenciada nas religiões de matrizes africanas no Brasil), ele disse que ela não será renovada e que as escolas precisam ter liberdade ao montar seus carnavais.
“A UPM apresentou um requerimento que foi aceito. Isso é, será feita uma plenária com todas as 12 escolas e a UPM para discutir essa questão. O prazo é de 15 dias para isso acontecer e lá a UPM vai apresentar seus argumentos e os presidentes das escolas decidirão o que vai acontecer”, explicou David.
Questionado se a escola poderia, então, retornar ao Grupo Especial, David explicou que desde 2019 há um TAC assinado entre a Liesa e o Ministério Público reafirmando que a liga não pode interferir no resultado depois da Quarta-Feira de Cinzas.
“Por conta disso, teremos que sentar com o Ministério Público para entender o que pode ser feito dependendo da decisão dos presidentes das escolas”, destacou.
Carnaval. O presidente da Liesa, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio, falou, no início do desfile das Campeãs do Rio neste sábado (8), sobre a Unidos de Padre Miguel.
Para Gabriel David, a escola foi “mal julgada”.
Em relação à jurada que afirmou que a escola usou muitos termos em iorubá (língua proveniente do continente africano e muito reverenciada nas religiões de matrizes africanas no Brasil), ele disse que ela não será renovada e que as escolas precisam ter liberdade ao montar seus carnavais.
“A UPM apresentou um requerimento que foi aceito. Isso é, será feita uma plenária com todas as 12 escolas e a UPM para discutir essa questão. O prazo é de 15 dias para isso acontecer e lá a UPM vai apresentar seus argumentos e os presidentes das escolas decidirão o que vai acontecer”, explicou David.
Questionado se a escola poderia, então, retornar ao Grupo Especial, David explicou que desde 2019 há um TAC assinado entre a Liesa e o Ministério Público reafirmando que a liga não pode interferir no resultado depois da Quarta-Feira de Cinzas.
“Por conta disso, teremos que sentar com o Ministério Público para entender o que pode ser feito dependendo da decisão dos presidentes das escolas”, destacou.