Colunista Hélio Ricardo Rainho fala sobre importância do debate no Museu do Samba

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O Museu do Samba realizará na próxima sexta-feira (25), um encontro de mestres-sala. A entrada é franca e o evento começará às 16h. A mesa será mediada por Nilcemar Nogueira (diretora executiva do Museu do Samba), Squel Jorgea (porta-bandeira da Mangueira), Selminha Sorisso (porta-bandeira da Beija-Flor) e Hélio Ricardo Rainho (colunista do SRzd Carnaval). Hélio definiu […]

POR Redação SRzd 23/11/2016| 2 min de leitura

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Hélio Rainho. Foto: Nicolas Renato Photography

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O Museu do Samba realizará na próxima sexta-feira (25), um encontro de mestres-sala. A entrada é franca e o evento começará às 16h. A mesa será mediada por Nilcemar Nogueira (diretora executiva do Museu do Samba), Squel Jorgea (porta-bandeira da Mangueira), Selminha Sorisso (porta-bandeira da Beija-Flor) e Hélio Ricardo Rainho (colunista do SRzd Carnaval).

Hélio definiu como rara a oportunidade de um encontro como esse acontecer com o intuito reflexivo no segmento:

“A oportunidade rara de se reunir todos os pares em um evento para fins de estudo e discussão é um feito nobre, que engrandece essa arte e aponta caminhos para o segmento” – frisou.

O colunista exaltou a figura do mestre-sala na história do Carnaval e enalteceu o ato de se homenagear o lado masculino na dança:

“O mestre-sala é um personagem lendário dentro da mística das escolas de samba. Entender como cada um desses grandes nomes faz para vestir essa roupagem e encarnar esse personagem é um assunto encantador e de grande riqueza. É louvável a iniciativa de se debater sobre o ofício dos mestres-sala porque, inegavelmente, damos sempre maior ênfase ao feminino da dança. A verdade é que a dança do casal se completa, mas contemplar o masculino da dança é uma bela iniciativa do Museu do Samba.” – relatou.

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

Por fim, esclareceu como será abordado o tema na mesa de debate:

“Na oportunidade, discutiremos a polêmica em torno do modelo de avaliação dos casais como quesito dos desfiles. É importante refletir sobre o sistema atual.” – finalizou.

O evento contará com a presença dos 12 mestres-sala do grupo especial e as inscrições deverão ser feitas através do e-mail: [email protected]. As vagas são limitadas e o museu fica localizado na rua Visconde de Niterói, 1296, na Mangueira.

O Museu do Samba realizará na próxima sexta-feira (25), um encontro de mestres-sala. A entrada é franca e o evento começará às 16h. A mesa será mediada por Nilcemar Nogueira (diretora executiva do Museu do Samba), Squel Jorgea (porta-bandeira da Mangueira), Selminha Sorisso (porta-bandeira da Beija-Flor) e Hélio Ricardo Rainho (colunista do SRzd Carnaval).

Hélio definiu como rara a oportunidade de um encontro como esse acontecer com o intuito reflexivo no segmento:

“A oportunidade rara de se reunir todos os pares em um evento para fins de estudo e discussão é um feito nobre, que engrandece essa arte e aponta caminhos para o segmento” – frisou.

O colunista exaltou a figura do mestre-sala na história do Carnaval e enalteceu o ato de se homenagear o lado masculino na dança:

“O mestre-sala é um personagem lendário dentro da mística das escolas de samba. Entender como cada um desses grandes nomes faz para vestir essa roupagem e encarnar esse personagem é um assunto encantador e de grande riqueza. É louvável a iniciativa de se debater sobre o ofício dos mestres-sala porque, inegavelmente, damos sempre maior ênfase ao feminino da dança. A verdade é que a dança do casal se completa, mas contemplar o masculino da dança é uma bela iniciativa do Museu do Samba.” – relatou.

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

Por fim, esclareceu como será abordado o tema na mesa de debate:

“Na oportunidade, discutiremos a polêmica em torno do modelo de avaliação dos casais como quesito dos desfiles. É importante refletir sobre o sistema atual.” – finalizou.

O evento contará com a presença dos 12 mestres-sala do grupo especial e as inscrições deverão ser feitas através do e-mail: [email protected]. As vagas são limitadas e o museu fica localizado na rua Visconde de Niterói, 1296, na Mangueira.

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