RETROSPECTIVA 2025 (conteúdo publicado originalmente em julho) NOTA DE PESAR: Morre a carnavalesca Maria Augusta. “A Superliga Carnavalesca do Brasil lamenta o falecimento de Maria Augusta, referência maior do carnaval e do samba. Em nome do presidente Vinicius Macedo, do vice-presidente Heitor Fernandes e de toda a diretoria, nos solidarizamos com familiares, amigos e com todo […]
PORRedação SRzd11/12/2025|
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Maria Augusta. Reprodução de vídeo
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RETROSPECTIVA 2025
(conteúdo publicado originalmente em julho)
NOTA DE PESAR: Morre a carnavalesca Maria Augusta.
“A Superliga Carnavalesca do Brasil lamenta o falecimento de Maria Augusta, referência maior do carnaval e do samba. Em nome do presidente Vinicius Macedo, do vice-presidente Heitor Fernandes e de toda a diretoria, nos solidarizamos com familiares, amigos e com todo o mundo do samba. O carnaval perde uma grande mestra. Que Maria Augusta descanse em paz”.
Maria Augusta estava internada há uma semana no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Ela tinha 83 anos, e foi intubada recebendo antibióticos intravenosos em decorrência de complicações causadas por um câncer na bexiga. Ela morreu de falência múltipla de órgão.
Legado no Carnaval: Maria Augusta começou sua trajetória nos Acadêmicos do Salgueiro, durante as décadas de 1960 e 1970. Rapidamente, tornou-se referência na criação de enredos e alegorias, consolidando seu nome em escolas como Beija-Flor de Nilópolis, União da Ilha do Governador, Tradição e Paraíso do Tuiuti.
RETROSPECTIVA 2025
(conteúdo publicado originalmente em julho)
NOTA DE PESAR: Morre a carnavalesca Maria Augusta.
“A Superliga Carnavalesca do Brasil lamenta o falecimento de Maria Augusta, referência maior do carnaval e do samba. Em nome do presidente Vinicius Macedo, do vice-presidente Heitor Fernandes e de toda a diretoria, nos solidarizamos com familiares, amigos e com todo o mundo do samba. O carnaval perde uma grande mestra. Que Maria Augusta descanse em paz”.
Maria Augusta estava internada há uma semana no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Ela tinha 83 anos, e foi intubada recebendo antibióticos intravenosos em decorrência de complicações causadas por um câncer na bexiga. Ela morreu de falência múltipla de órgão.
Legado no Carnaval: Maria Augusta começou sua trajetória nos Acadêmicos do Salgueiro, durante as décadas de 1960 e 1970. Rapidamente, tornou-se referência na criação de enredos e alegorias, consolidando seu nome em escolas como Beija-Flor de Nilópolis, União da Ilha do Governador, Tradição e Paraíso do Tuiuti.