Vigário supera revés do pré-Carnaval e fecha 1ª noite da Série Ouro

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Carnaval 2026. As escolas de samba da Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro desfilam na sexta-feira (13) e no sábado (14), sempre a partir das 21h. A 7ª escola a desfilar foi a Acadêmicos de Vigário Geral com o enredo: Brasil Incógnito – O Que Os Seus Olhos Não Veem, A Minha Imaginação […]

POR Redação SRzd 14/2/2026| 3 min de leitura

Desfile da Série Ouro 2026. Foto: Juliana Dias/SRzd

Desfile da Série Ouro 2026. Foto: Juliana Dias/SRzd

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Carnaval 2026. As escolas de samba da Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro desfilam na sexta-feira (13) e no sábado (14), sempre a partir das 21h.

A 7ª escola a desfilar foi a Acadêmicos de Vigário Geral com o enredo: Brasil Incógnito – O Que Os Seus Olhos Não Veem, A Minha Imaginação Reinventa.

Foi em 2025 que a agremiação conquistou seu melhor resultado na história dos concursos no Rio; um 6º lugar na Série Ouro. Cheia de esperança para este ano, a escola foi atingida por um incêndio no ano passado e teve de refazer boa parte do seu projeto carnavalesco.

+ VEJA A ANÁLISE DO DESFILE FEITA PELOS COMENTARISTAS DO SRzd:

CÉLIA SOUTO: Acadêmicos de Vigário Geral com o seu intérprete Danilo Cezar e demais músicos encerrou a noite de desfiles com o seu samba demonstrando garra e energia no canto, porém, a escola apresentou alguns componentes que não estavam comprometidos com o canto na totalidade em comparação a outros que defenderam o samba com entusiasmo. A evolução entre as alas demonstrou fluência ao longo do desfile.

ELIANE SOUZA: O casal de mestre-sala e porta-bandeira – Johny Matos e Isabela Moura – apresentou uma dança vigorosa, com excelente ocupação do espaço. O mestre-sala apresentou a movimentação característica de sua coreografia, atualizada e moderna. A performance do par revelou uma sintonia afinada e justificada pela sincronização das ações do par, que utilizou de encenações teatralizadas a luz do samba enredo! A porta-bandeira demonstrou muita segurança ao realizar seus giros, nos dois sentidos do horário, no movimento abano.

Gabriel Pina e Kamille Macedo – o segundo casal – brilharam em uma performance naturalmente apresentada, com destaque a nuance magnífica da porta-bandeira, durante os giros, nos dois sentidos do horário, pousando a mão na cintura! Eu me encantei!

Josias Araújo Sophia Canuto, responsáveis pela condução do terceiro pavilhão, com singeleza e respeito, deslizaram pela avenida, brincantes e felizes.

JAIME CEZÁRIO: O enredo “Brasil Incógnito – O que os seus olhos não veem, a minha imaginação reinventa” propõe um mergulho criativo no imaginário brasileiro, explorando narrativas fantásticas que foram gestadas — e muitas vezes distorcidas — no encontro entre culturas ao longo da formação do país. A proposta parte da ideia de que a identidade nacional não se constrói apenas a partir de fatos históricos, mas também de mitos, lendas, versões reinventadas e olhares subjetivos que ajudaram a moldar o Brasil simbólico.

As fantasias apresentaram leitura clara e imediata, com soluções visuais de fácil compreensão e acabamento cuidadoso. A construção estética favoreceu a identificação dos conceitos propostos, permitindo que o público assimilasse os significados sem dificuldades. Houve coerência entre forma e conteúdo, com equilíbrio cromático e boa definição volumétrica, o que reforçou a narrativa desenvolvida em cada ala.

As alegorias seguiram o mesmo padrão de organização conceitual. As propostas estavam bem delimitadas, com mensagens visuais objetivas e alinhadas ao desenvolvimento do enredo. Destacou-se a utilização inteligente de materiais alternativos, explorados com criatividade e eficiência plástica, potencializando o impacto visual e garantindo um efeito cênico expressivo. O conjunto cenográfico manteve unidade estética, contribuindo para a fluidez da narrativa na Avenida e consolidando a proposta artística apresentada.

Confira a ordem dos desfiles, definida em sorteio:

Arpoador

Rodapé - carnaval rio

Carnaval 2026. As escolas de samba da Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro desfilam na sexta-feira (13) e no sábado (14), sempre a partir das 21h.

A 7ª escola a desfilar foi a Acadêmicos de Vigário Geral com o enredo: Brasil Incógnito – O Que Os Seus Olhos Não Veem, A Minha Imaginação Reinventa.

Foi em 2025 que a agremiação conquistou seu melhor resultado na história dos concursos no Rio; um 6º lugar na Série Ouro. Cheia de esperança para este ano, a escola foi atingida por um incêndio no ano passado e teve de refazer boa parte do seu projeto carnavalesco.

+ VEJA A ANÁLISE DO DESFILE FEITA PELOS COMENTARISTAS DO SRzd:

CÉLIA SOUTO: Acadêmicos de Vigário Geral com o seu intérprete Danilo Cezar e demais músicos encerrou a noite de desfiles com o seu samba demonstrando garra e energia no canto, porém, a escola apresentou alguns componentes que não estavam comprometidos com o canto na totalidade em comparação a outros que defenderam o samba com entusiasmo. A evolução entre as alas demonstrou fluência ao longo do desfile.

ELIANE SOUZA: O casal de mestre-sala e porta-bandeira – Johny Matos e Isabela Moura – apresentou uma dança vigorosa, com excelente ocupação do espaço. O mestre-sala apresentou a movimentação característica de sua coreografia, atualizada e moderna. A performance do par revelou uma sintonia afinada e justificada pela sincronização das ações do par, que utilizou de encenações teatralizadas a luz do samba enredo! A porta-bandeira demonstrou muita segurança ao realizar seus giros, nos dois sentidos do horário, no movimento abano.

Gabriel Pina e Kamille Macedo – o segundo casal – brilharam em uma performance naturalmente apresentada, com destaque a nuance magnífica da porta-bandeira, durante os giros, nos dois sentidos do horário, pousando a mão na cintura! Eu me encantei!

Josias Araújo Sophia Canuto, responsáveis pela condução do terceiro pavilhão, com singeleza e respeito, deslizaram pela avenida, brincantes e felizes.

JAIME CEZÁRIO: O enredo “Brasil Incógnito – O que os seus olhos não veem, a minha imaginação reinventa” propõe um mergulho criativo no imaginário brasileiro, explorando narrativas fantásticas que foram gestadas — e muitas vezes distorcidas — no encontro entre culturas ao longo da formação do país. A proposta parte da ideia de que a identidade nacional não se constrói apenas a partir de fatos históricos, mas também de mitos, lendas, versões reinventadas e olhares subjetivos que ajudaram a moldar o Brasil simbólico.

As fantasias apresentaram leitura clara e imediata, com soluções visuais de fácil compreensão e acabamento cuidadoso. A construção estética favoreceu a identificação dos conceitos propostos, permitindo que o público assimilasse os significados sem dificuldades. Houve coerência entre forma e conteúdo, com equilíbrio cromático e boa definição volumétrica, o que reforçou a narrativa desenvolvida em cada ala.

As alegorias seguiram o mesmo padrão de organização conceitual. As propostas estavam bem delimitadas, com mensagens visuais objetivas e alinhadas ao desenvolvimento do enredo. Destacou-se a utilização inteligente de materiais alternativos, explorados com criatividade e eficiência plástica, potencializando o impacto visual e garantindo um efeito cênico expressivo. O conjunto cenográfico manteve unidade estética, contribuindo para a fluidez da narrativa na Avenida e consolidando a proposta artística apresentada.

Confira a ordem dos desfiles, definida em sorteio:

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