Alcione faz 78! Relembre desfile da Mocidade Alegre que exaltou a sambista
Não deixe o samba morrer! Alcione Dias Nazareth, a eterna Marrom, completa 78 anos de vida nesta sexta-feira (21). Dona de um estilo único, a sambista, que continua entoando sua voz inconfundível com a mesma potência, elegância e verdade que encantaram o país desde os anos 1970, foi homenageada no Carnaval de São Paulo em […]
PORRedação SRzd21/11/2025|
2 min de leitura
Acione no desfile da Mocidade Alegre 2018. Foto: Reprodução de TV
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Não deixe o samba morrer! Alcione Dias Nazareth, a eterna Marrom, completa 78 anos de vida nesta sexta-feira (21).
Dona de um estilo único, a sambista, que continua entoando sua voz inconfundível com a mesma potência, elegância e verdade que encantaram o país desde os anos 1970, foi homenageada no Carnaval de São Paulo em 2018.
Com uma carreira marcada por sucessos como “Não Deixe o Samba Morrer”, “Você Me Vira a Cabeça”, “Meu Ébano”, “Sufoco” e “A Loba”, ela se consolidou-se como uma das mais importantes intérpretes da música popular brasileira e teve sua trajetória exaltada no Sambódromo do Anhembi pela Mocidade Alegre.
O enredo que teve como título “A voz marrom que não deixa o samba morrer”, foi desenvolvido por uma comissão de Carnaval formada por Paulo Brasil, Carlinhos Lopes e Neide Lopes e rendeu o vice-campeonato para a escola no Grupo Especial.
O samba-enredo levou a assinatura de Biro Biro, Gui Cruz, Imperial, Luciano Rosa, Portuga, Rafael Falanga, Rodrigo Minuetto e Vitor Gabriel e foi interpretado por Tiganá e Ito Melodia.
Ao longo dos seus 58 anos de história, a agremiação liderada por Solange Cruz apostou em diferentes personalidades, como Zumbi dos Palmares, Genaro de Carvalho, Procópio Ferreira, Moraes Sarmento, Paulo Vanzolini, Raul Seixas, Hans Donner, Clara Nunes, Jorge Amado, Marília Pêra, Clementina de Jesus e Mário de Andrade. Em 2026, a homenageada será Léa Garcia.
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Não deixe o samba morrer! Alcione Dias Nazareth, a eterna Marrom, completa 78 anos de vida nesta sexta-feira (21).
Dona de um estilo único, a sambista, que continua entoando sua voz inconfundível com a mesma potência, elegância e verdade que encantaram o país desde os anos 1970, foi homenageada no Carnaval de São Paulo em 2018.
Com uma carreira marcada por sucessos como “Não Deixe o Samba Morrer”, “Você Me Vira a Cabeça”, “Meu Ébano”, “Sufoco” e “A Loba”, ela se consolidou-se como uma das mais importantes intérpretes da música popular brasileira e teve sua trajetória exaltada no Sambódromo do Anhembi pela Mocidade Alegre.
O enredo que teve como título “A voz marrom que não deixa o samba morrer”, foi desenvolvido por uma comissão de Carnaval formada por Paulo Brasil, Carlinhos Lopes e Neide Lopes e rendeu o vice-campeonato para a escola no Grupo Especial.
O samba-enredo levou a assinatura de Biro Biro, Gui Cruz, Imperial, Luciano Rosa, Portuga, Rafael Falanga, Rodrigo Minuetto e Vitor Gabriel e foi interpretado por Tiganá e Ito Melodia.
Ao longo dos seus 58 anos de história, a agremiação liderada por Solange Cruz apostou em diferentes personalidades, como Zumbi dos Palmares, Genaro de Carvalho, Procópio Ferreira, Moraes Sarmento, Paulo Vanzolini, Raul Seixas, Hans Donner, Clara Nunes, Jorge Amado, Marília Pêra, Clementina de Jesus e Mário de Andrade. Em 2026, a homenageada será Léa Garcia.