Carnaval de São Paulo se torna patrimônio imaterial da cidade
Reconhecimento. As tradições carnavalescas da cidade de São Paulo, como blocos e escolas de samba, viraram patrimônio cultural imaterial da capital paulista. A decisão foi divulgada pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) e garante a valorização, preservação e transmissão dessa expressão cultural. A solicitação […]
PORRedação SRzd20/5/2026|
2 min de leitura
Componente da Terceiro Milênio. Foto: Woody Henrique/Liga-SP
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Reconhecimento. As tradições carnavalescas da cidade de São Paulo, como blocos e escolas de samba, viraram patrimônio cultural imaterial da capital paulista.
A decisão foi divulgada pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) e garante a valorização, preservação e transmissão dessa expressão cultural.
A solicitação de registro foi apresentada pela Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo ao Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), órgão responsável pela emissão do parecer técnico que recomendou o reconhecimento.
A medida reconhece tradições, manifestações artísticas, saberes e formas de organização que contribuem para a formação da identidade cultural paulistana.
“E essa nova fase já começa com samba na rua, nos dias 23 e 24 de maio, a Virada Cultural terá participação inédita de 32 escolas de samba no Anhangabaú, nas quadras e em diversos palcos da cidade. Na gestão do prefeito Ricardo Nunes, seguimos valorizando quem faz a cultura acontecer o ano inteiro, das quadras aos grandes palcos”, afirmou Totó Parente, responsável pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
Reconhecimento. As tradições carnavalescas da cidade de São Paulo, como blocos e escolas de samba, viraram patrimônio cultural imaterial da capital paulista.
A decisão foi divulgada pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) e garante a valorização, preservação e transmissão dessa expressão cultural.
A solicitação de registro foi apresentada pela Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo ao Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), órgão responsável pela emissão do parecer técnico que recomendou o reconhecimento.
A medida reconhece tradições, manifestações artísticas, saberes e formas de organização que contribuem para a formação da identidade cultural paulistana.
“E essa nova fase já começa com samba na rua, nos dias 23 e 24 de maio, a Virada Cultural terá participação inédita de 32 escolas de samba no Anhangabaú, nas quadras e em diversos palcos da cidade. Na gestão do prefeito Ricardo Nunes, seguimos valorizando quem faz a cultura acontecer o ano inteiro, das quadras aos grandes palcos”, afirmou Totó Parente, responsável pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.