Carnavalesco da Mocidade Alegre revela destaques do desfile que exalta Léa Garcia
MALUNGA LÉA – RAPSÓDIA DE UMA DEUSA NEGRA. Este é o título do enredo da Mocidade Alegre para o Carnaval 2026. A agremiação liderada por Solange Cruz promete apresentar uma rapsódia negra com protagonismo para trajetória artística de uma das maiores atrizes do país: Léa Garcia. Em entrevista ao SRzd, após o primeiro ensaio técnico […]
MALUNGA LÉA – RAPSÓDIA DE UMA DEUSA NEGRA. Este é o título do enredo da Mocidade Alegre para o Carnaval 2026.
A agremiação liderada por Solange Cruz promete apresentar uma rapsódia negra com protagonismo para trajetória artística de uma das maiores atrizes do país: Léa Garcia.
Em entrevista ao SRzd, após o primeiro ensaio técnico geral, realizado no último sábado (10), no Sambódromo do Anhembi, o carnavalesco Caio Araújo falou sobre os preparativos no barracão para o terceiro desfile do sábado, 14 de fevereiro, pelo Grupo Especial.
O artista destacou a terceira alegoria e a comissão de frente como destaques do espetáculo que está em reta final de produção.
Em seus mais de 90 anos vividos, Léa foi uma das pioneiras no teatro e no cinema brasileiros. Estreou no palco do Teatro Experimental do Negro, foi celebrada com a Palma de Ouro em Cannes e premiada no Festival de Cinema de Gramado. Tornou-se a vilã mais vista do mundo na novela “Escrava Isaura”.
MALUNGA LÉA – RAPSÓDIA DE UMA DEUSA NEGRA. Este é o título do enredo da Mocidade Alegre para o Carnaval 2026.
A agremiação liderada por Solange Cruz promete apresentar uma rapsódia negra com protagonismo para trajetória artística de uma das maiores atrizes do país: Léa Garcia.
Em entrevista ao SRzd, após o primeiro ensaio técnico geral, realizado no último sábado (10), no Sambódromo do Anhembi, o carnavalesco Caio Araújo falou sobre os preparativos no barracão para o terceiro desfile do sábado, 14 de fevereiro, pelo Grupo Especial.
O artista destacou a terceira alegoria e a comissão de frente como destaques do espetáculo que está em reta final de produção.
Em seus mais de 90 anos vividos, Léa foi uma das pioneiras no teatro e no cinema brasileiros. Estreou no palco do Teatro Experimental do Negro, foi celebrada com a Palma de Ouro em Cannes e premiada no Festival de Cinema de Gramado. Tornou-se a vilã mais vista do mundo na novela “Escrava Isaura”.