Corda no desfile e tamborim quadrado: o samba desenhado da Praça Onze
Alfredo Herculano nasceu no Rio de Janeiro em 1903. Viveu uma cidade que hoje sequer existe na memória dos vivos — faz parte dos poucos e simbólicos registros fotográficos, fonográficos e eventualmente escritos. Um desses exemplos quase único é o “Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze”, escrito por Carlos Didier, obra singela e […]
PORLuiz Sales27/11/2025|
2 min de leitura
Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze. Foto: Alfredo Herculano
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Alfredo Herculano nasceu no Rio de Janeiro em 1903. Viveu uma cidade que hoje sequer existe na memória dos vivos — faz parte dos poucos e simbólicos registros fotográficos, fonográficos e eventualmente escritos.
Um desses exemplos quase único é o “Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze”, escrito por Carlos Didier, obra singela e produzida a partir do providencial sopro do acaso.
O artista plástico Alfredo Herculano, responsável pelo projeto de estátua de Noel Rosa, seu contemporâneo, foi um dos entrevistados em um projeto especial da RIOARTE sobre os 70 anos de nascimento do poeta de Vila Isabel.
Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze. Foto: Alfredo Herculano
Papo vem, papo vai, Herculano mostrou alguns de seus desenhos feitos no final dos anos 20, sobre os bambas da Praça Onze.
Bastou. Abriu-se o horizonte de um novo projeto, concretizado por um livreto e ilustrações em formato de cartão-postal, publicados em 1983.
Além do traço, o trabalho foi enriquecido por pequenos textos produzidos a partir da memória de quem viveu aqueles loucos anos 20 no Rio: Ismael Silva, do Estácio e fundador da primeira escola carioca, a Deixa Falar; Nilson Marçal, da bateria da Portela; e Marcelino José Claudino, o Tio Marçu da Mangueira — além do próprio Herculano.
Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze. Foto: Alfredo Herculano
Entre deliciosas lembrança, o caso da ambulância que, para atender uma emergência, arrastou a corda isolamento e derrubou vários integrantes do desfile. O motorista era Moreira da Silva.
Obra: Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze Autor: Alfredo Herculano (desenhos) Editora: Instituto Municipal de Arte e Cultura/RIOARTE, 1983
Alfredo Herculano nasceu no Rio de Janeiro em 1903. Viveu uma cidade que hoje sequer existe na memória dos vivos — faz parte dos poucos e simbólicos registros fotográficos, fonográficos e eventualmente escritos.
Um desses exemplos quase único é o “Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze”, escrito por Carlos Didier, obra singela e produzida a partir do providencial sopro do acaso.
O artista plástico Alfredo Herculano, responsável pelo projeto de estátua de Noel Rosa, seu contemporâneo, foi um dos entrevistados em um projeto especial da RIOARTE sobre os 70 anos de nascimento do poeta de Vila Isabel.
Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze. Foto: Alfredo Herculano
Papo vem, papo vai, Herculano mostrou alguns de seus desenhos feitos no final dos anos 20, sobre os bambas da Praça Onze.
Bastou. Abriu-se o horizonte de um novo projeto, concretizado por um livreto e ilustrações em formato de cartão-postal, publicados em 1983.
Além do traço, o trabalho foi enriquecido por pequenos textos produzidos a partir da memória de quem viveu aqueles loucos anos 20 no Rio: Ismael Silva, do Estácio e fundador da primeira escola carioca, a Deixa Falar; Nilson Marçal, da bateria da Portela; e Marcelino José Claudino, o Tio Marçu da Mangueira — além do próprio Herculano.
Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze. Foto: Alfredo Herculano
Entre deliciosas lembrança, o caso da ambulância que, para atender uma emergência, arrastou a corda isolamento e derrubou vários integrantes do desfile. O motorista era Moreira da Silva.
Obra: Tempo de Bambas: O Carnaval da Praça Onze Autor: Alfredo Herculano (desenhos) Editora: Instituto Municipal de Arte e Cultura/RIOARTE, 1983