Escolas de samba relatam agressões contra intérpretes e passistas
São Paulo. As escolas de samba Mocidade Unida da Mooca, do Grupo Especial, e Nenê de Vila Matilde, do Grupo de Acesso 1, relataram agressões sofridas por suas integrantes. Em notas de repúdio, compartilhadas em suas páginas nas redes sociais, as diretorias das entidades detalharam as situações, se solidarizaram com as vítimas, e reafirmaram de […]
São Paulo. As escolas de samba Mocidade Unida da Mooca, do Grupo Especial, e Nenê de Vila Matilde, do Grupo de Acesso 1, relataram agressões sofridas por suas integrantes.
Em notas de repúdio, compartilhadas em suas páginas nas redes sociais, as diretorias das entidades detalharam as situações, se solidarizaram com as vítimas, e reafirmaram de forma contundente que não aceitarão a impunidade.
A Nenê, uma das agremiações mais tradicionais da folia paulistana, informou, que de acordo com relatos, o episódio teve início com assédio de natureza sexual contra Isabelle, passista, seguido de ofensas verbais, intimidação e agressões físicas direcionadas a Sabrina Silva, integrante do time de canto.
O texto diz que o caso aconteceu no mesmo estabelecimento comercial onde, também foi vítima de agressão, Sté Oliveira, intérprete oficial da Mocidade Unida da Mooca.
Segundo a escola que fará a abertura do Grupo Especial, na sexta-feira, 13 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, as agressões covardes aconteceram na noite da última quinta-feira (15).
“É inadmissível, inaceitável e criminoso que homens recorram à violência física como instrumento de intimidação, opressão ou tentativa de controle sobre mulheres. Nenhuma agressão pode ser relativizada, silenciada ou tratada como um fato isolado. Violência contra a mulher é crime e deve ser combatida com rigor, responsabilidade e punição exemplar”, escreveram.
São Paulo. As escolas de samba Mocidade Unida da Mooca, do Grupo Especial, e Nenê de Vila Matilde, do Grupo de Acesso 1, relataram agressões sofridas por suas integrantes.
Em notas de repúdio, compartilhadas em suas páginas nas redes sociais, as diretorias das entidades detalharam as situações, se solidarizaram com as vítimas, e reafirmaram de forma contundente que não aceitarão a impunidade.
A Nenê, uma das agremiações mais tradicionais da folia paulistana, informou, que de acordo com relatos, o episódio teve início com assédio de natureza sexual contra Isabelle, passista, seguido de ofensas verbais, intimidação e agressões físicas direcionadas a Sabrina Silva, integrante do time de canto.
O texto diz que o caso aconteceu no mesmo estabelecimento comercial onde, também foi vítima de agressão, Sté Oliveira, intérprete oficial da Mocidade Unida da Mooca.
Segundo a escola que fará a abertura do Grupo Especial, na sexta-feira, 13 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, as agressões covardes aconteceram na noite da última quinta-feira (15).
“É inadmissível, inaceitável e criminoso que homens recorram à violência física como instrumento de intimidação, opressão ou tentativa de controle sobre mulheres. Nenhuma agressão pode ser relativizada, silenciada ou tratada como um fato isolado. Violência contra a mulher é crime e deve ser combatida com rigor, responsabilidade e punição exemplar”, escreveram.