Ex-bailarina do Faustão, musa da Gaviões relata pânico na cadeia com comida podre e superlotação

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Dias de terror. Natacha Horana, ex-bailarina do Faustão, revelou momentos tensos que viveu na prisão, acusada de lavagem de dinheiro e e suposto envolvimento com organizações criminosas. Musa da Gaviões da Fiel, ela disse que é inocente e que foi detida sem nem entender do que estava sendo acusada. “Foi uma surpresa para mim como […]

POR Redação SRzd 19/11/2025| 3 min de leitura

Natacha Horana. Foto: Pics Mari

Natacha Horana. Foto: Pics Mari

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Dias de terror. Natacha Horana, ex-bailarina do Faustão, revelou momentos tensos que viveu na prisão, acusada de lavagem de dinheiro e e suposto envolvimento com organizações criminosas.

Musa da Gaviões da Fiel, ela disse que é inocente e que foi detida sem nem entender do que estava sendo acusada.

“Foi uma surpresa para mim como para todo mundo. Chegaram na minha casa em São Paulo e me prenderam. Falaram o porquê: lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ai eu perguntei por quê? Eles disseram: pergunta para o seu advogado. É tão rápido as coisas Fui presa e fui para Barra Funda, lá tem audiência de audiência de custódia e lá ela não quis saber de nada. Perguntaram: te bateram. Respondi que não. Ela disse então tá, vai presa. Eu falei: Deus do céu o que está acontecendo?. A juíza tem que ver que está acontecendo alguma coisa de errado. Eles não dizem nada e eu fiquei sem entender, Fui algemada igual bandida”, contou durante particiação no PodShape.

Na entrevista concedida para Juju Salimeni, a influenciadora, atriz e empresária contou que dividiu a cela com 16 mulheres durante quatro meses.

“Medo, pânico. Pensei: eu posso morrer aqui. Chegando lá você não dorme, não come, só chora, não pensa. Dividi a cela com 16 mulheres e só tinha lugar para oito. Colchão tinha uns quatro. Vai se virando uma dorme a outra fica acordada e vai revezando”, relatou.

Natacha também falou sobre a alimentação no presídio. “Comida estragada, fruta podre. É péssima a comida. Eles até tem cuidado para fazer, mas até a comida chegar, às vezes tem trânsito. Chegava muita comida estragada. Às vezes tem calor também. Toda misturada. Passar Natal comendo ovo podre”.

Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte, responsável pela denúncia, a bailarina seria integrante de um grupo que movimentava valores por meio de contas bancárias de terceiros e recrutava outros indivíduos para realizar a lavagem de dinheiro do PCC.

Acusada de movimentar R$ 15 milhões em dois meses, ela conseguiu habeas corpus em março e responde o processo em liberdade.

Segundo sua defesa, a Justiça reconheceu que não há indícios para vinculá-la à investigação, além da falta de motivos para a manutenção da prisão preventiva.

Natacha Horana. Foto: Pics Mari
Natacha Horana. Foto: Pics Mari

Nunca perdeu o posto

Ao falar sobre o Carnaval, Natacha, que deixou a penitenciária em março, celebrou seu retorno para a Gaviões da Fiel, afirmando que “nunca perdeu o posto” e que “está honrada e emocionada” por voltar ao Sambódromo do Anhembi. Ela só ficou de fora do último desfile por estar presa.

“Meu lugar estava guardado. Se eu saísse até a véspera do desfile, eu ia desfilar. Se eu saísse no dia, meu lugar estava lá. Eles sempre deixaram claro isso. Então, eu orei até o último minuto para conseguir a liberdade e poder desfilar pra minha escola de coração e alma. Como não saí, fiquei arrasada, muito triste, mas assisti pela TV, emanando muitas energias positivas e deu certo pela classificação. Mas foi muito ruim não fazer parte. Chorei muito e me deu ainda mais vontade de arrasar esse novo ano. Então, esse ano eu volto pra arrasar”, destacou ela.

Com o enredo “Vozes Ancestrais para um novo amanhã”, desenvolvido pelos carnavalescos Rayner Pereira e Júlio Poloni, a Gaviões da Fiel vai levar para o quarto desfile do sábado, 14 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, a luta e o legado dos povos indígenas, em defesa da floresta, da vida e da ancestralidade.

+ assista:

rodapé - carnaval sp

Dias de terror. Natacha Horana, ex-bailarina do Faustão, revelou momentos tensos que viveu na prisão, acusada de lavagem de dinheiro e e suposto envolvimento com organizações criminosas.

Musa da Gaviões da Fiel, ela disse que é inocente e que foi detida sem nem entender do que estava sendo acusada.

“Foi uma surpresa para mim como para todo mundo. Chegaram na minha casa em São Paulo e me prenderam. Falaram o porquê: lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ai eu perguntei por quê? Eles disseram: pergunta para o seu advogado. É tão rápido as coisas Fui presa e fui para Barra Funda, lá tem audiência de audiência de custódia e lá ela não quis saber de nada. Perguntaram: te bateram. Respondi que não. Ela disse então tá, vai presa. Eu falei: Deus do céu o que está acontecendo?. A juíza tem que ver que está acontecendo alguma coisa de errado. Eles não dizem nada e eu fiquei sem entender, Fui algemada igual bandida”, contou durante particiação no PodShape.

Na entrevista concedida para Juju Salimeni, a influenciadora, atriz e empresária contou que dividiu a cela com 16 mulheres durante quatro meses.

“Medo, pânico. Pensei: eu posso morrer aqui. Chegando lá você não dorme, não come, só chora, não pensa. Dividi a cela com 16 mulheres e só tinha lugar para oito. Colchão tinha uns quatro. Vai se virando uma dorme a outra fica acordada e vai revezando”, relatou.

Natacha também falou sobre a alimentação no presídio. “Comida estragada, fruta podre. É péssima a comida. Eles até tem cuidado para fazer, mas até a comida chegar, às vezes tem trânsito. Chegava muita comida estragada. Às vezes tem calor também. Toda misturada. Passar Natal comendo ovo podre”.

Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte, responsável pela denúncia, a bailarina seria integrante de um grupo que movimentava valores por meio de contas bancárias de terceiros e recrutava outros indivíduos para realizar a lavagem de dinheiro do PCC.

Acusada de movimentar R$ 15 milhões em dois meses, ela conseguiu habeas corpus em março e responde o processo em liberdade.

Segundo sua defesa, a Justiça reconheceu que não há indícios para vinculá-la à investigação, além da falta de motivos para a manutenção da prisão preventiva.

Natacha Horana. Foto: Pics Mari
Natacha Horana. Foto: Pics Mari

Nunca perdeu o posto

Ao falar sobre o Carnaval, Natacha, que deixou a penitenciária em março, celebrou seu retorno para a Gaviões da Fiel, afirmando que “nunca perdeu o posto” e que “está honrada e emocionada” por voltar ao Sambódromo do Anhembi. Ela só ficou de fora do último desfile por estar presa.

“Meu lugar estava guardado. Se eu saísse até a véspera do desfile, eu ia desfilar. Se eu saísse no dia, meu lugar estava lá. Eles sempre deixaram claro isso. Então, eu orei até o último minuto para conseguir a liberdade e poder desfilar pra minha escola de coração e alma. Como não saí, fiquei arrasada, muito triste, mas assisti pela TV, emanando muitas energias positivas e deu certo pela classificação. Mas foi muito ruim não fazer parte. Chorei muito e me deu ainda mais vontade de arrasar esse novo ano. Então, esse ano eu volto pra arrasar”, destacou ela.

Com o enredo “Vozes Ancestrais para um novo amanhã”, desenvolvido pelos carnavalescos Rayner Pereira e Júlio Poloni, a Gaviões da Fiel vai levar para o quarto desfile do sábado, 14 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, a luta e o legado dos povos indígenas, em defesa da floresta, da vida e da ancestralidade.

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