Mestre deixa o comando da bateria da Colorado do Brás após três anos
Despedida. Acerola de Angola não é mais mestre de bateria da Colorado do Brás. A saída ocorre após três Carnavais e foi anunciada pelo sambista em um longo texto compartilhado nesta quarta-feira (25), em suas páginas em redes sociais. A “Ritmo Responsa” recebeu, no Carnaval de 2026, duas notas máximas, um 9,9 e um 9,4 […]
Despedida. Acerola de Angola não é mais mestre de bateria da Colorado do Brás.
A saída ocorre após três Carnavais e foi anunciada pelo sambista em um longo texto compartilhado nesta quarta-feira (25), em suas páginas em redes sociais.
A “Ritmo Responsa” recebeu, no Carnaval de 2026, duas notas máximas, um 9,9 e um 9,4 que foi descartado na apuração em que a vermelha e branca terminou na décima primeira colocação no Grupo Especial.
+ leia o comunicado:
Hoje venho me despedir e agradecer ao Colorado do Brás por esses 3 anos de trabalho inesquecíveis.
Saio de cabeça erguida, com a certeza de ter entregado o meu melhor, o meu máximo, e com muito orgulho por ter feito parte do trabalho maravilhoso que a escola vem construindo. Foram 3 anos de desfiles marcantes, com apenas duas notas abaixo de 10, resultado de muita dedicação, apoio, união e amor pelo que faço.
Meu muito obrigado a toda a bateria Ritmo Responsa, que me acolheu desde o primeiro dia, entendeu minhas ideias, confiou no nosso jeito, acreditou no processo e abraçou o nosso modo de trabalho. Como sempre digo, estou no Carnaval não apenas para formar ritmistas, mas para formar componentes que amam e respeitam a escola.
Agradeço também a todos que estiveram ao meu lado nessa caminhada, principalmente à minha diretoria, que fez parte dessa construção e deixou sua história marcada na escola. Tenho certeza de que construímos algo muito especial ao longo desses anos.
Meu carinho especial pelo pessoal do ateliê, que sempre me recebeu tão bem, ao Rodrigo , Cogumelo, Maike e Gilson, que sempre me fortaleceram nessa jornada. Aos diretores de alegoria , de harmonia e aos harmonias da escola; à minha diretora de carnaval, Karen; ao Jairo, que me trouxe para a escola e acreditou em mim; à ala musical; ao meu amigo e cantor Léo do Cavaco; aos casais; à velha guarda; e a toda a comunidade do Brás, o meu muito obrigado por todo o apoio e acolhimento.
Agradeço ao presidente Ká pela confiança no meu trabalho durante todos esses anos e ao vice-presidente Patchoco pela parceria e moral de sempre.
Deixo o cargo de mestre de bateria com a sensação de dever cumprido, com o meu papel de sambista exercido com dignidade, humildade e caráter, e o coração cheio de gratidão.
Que a Colorado do Brás siga sua caminhada com muita força, lutando como sempre lutou para alcançar seus objetivos. Sou muito feliz e grato por ter feito parte dessa história.
Sigam sempre levando com orgulho a frase que tive a honra de criar: “É O BRÁS, PORRA!!!”
Vocês são gigantes e merecem chegar lá.
Boa sorte a toda a escola.
Eu amo vocês.
Acerola de Angola. Foto: Felipe Araújo/Liga-SP
+ trajetória
Acerola começou sua trajetória como ritmista na Barroca Zona Sul entre os anos de 2002 e 2003. Junto disso iniciou também sua caminhada no meio musical integrando o grupo de pagode Kayoddê. Conciliando os caminhos da música e do Carnaval, tornou-se mestre da bateria mirim da Barroca.
As conquistas na música continuaram com o ingresso na banda do cantor Netinho de Paula (ex-Negritude Jr) por quatro anos e também na banda do cantor Mario Sérgio (in memóriam) por quatro anos enquanto este esteve em carreira solo.
Após o retorno de Mário Sérgio ao grupo Fundo de Quintal, continuou com os trabalhos freelancer em outras bandas de pagode e desfilando nas principais baterias do Carnaval paulistano, até que assumiu de forma permanente e por sete anos a bateria do Barroca Zona Sul.
No comando da “Tudo Nosso” de 2014 até 2020, contribuiu para o acesso da agremiação de volta à divisão de elite do samba de São Paulo depois de mais de 25 anos.
Despedida. Acerola de Angola não é mais mestre de bateria da Colorado do Brás.
A saída ocorre após três Carnavais e foi anunciada pelo sambista em um longo texto compartilhado nesta quarta-feira (25), em suas páginas em redes sociais.
A “Ritmo Responsa” recebeu, no Carnaval de 2026, duas notas máximas, um 9,9 e um 9,4 que foi descartado na apuração em que a vermelha e branca terminou na décima primeira colocação no Grupo Especial.
+ leia o comunicado:
Hoje venho me despedir e agradecer ao Colorado do Brás por esses 3 anos de trabalho inesquecíveis.
Saio de cabeça erguida, com a certeza de ter entregado o meu melhor, o meu máximo, e com muito orgulho por ter feito parte do trabalho maravilhoso que a escola vem construindo. Foram 3 anos de desfiles marcantes, com apenas duas notas abaixo de 10, resultado de muita dedicação, apoio, união e amor pelo que faço.
Meu muito obrigado a toda a bateria Ritmo Responsa, que me acolheu desde o primeiro dia, entendeu minhas ideias, confiou no nosso jeito, acreditou no processo e abraçou o nosso modo de trabalho. Como sempre digo, estou no Carnaval não apenas para formar ritmistas, mas para formar componentes que amam e respeitam a escola.
Agradeço também a todos que estiveram ao meu lado nessa caminhada, principalmente à minha diretoria, que fez parte dessa construção e deixou sua história marcada na escola. Tenho certeza de que construímos algo muito especial ao longo desses anos.
Meu carinho especial pelo pessoal do ateliê, que sempre me recebeu tão bem, ao Rodrigo , Cogumelo, Maike e Gilson, que sempre me fortaleceram nessa jornada. Aos diretores de alegoria , de harmonia e aos harmonias da escola; à minha diretora de carnaval, Karen; ao Jairo, que me trouxe para a escola e acreditou em mim; à ala musical; ao meu amigo e cantor Léo do Cavaco; aos casais; à velha guarda; e a toda a comunidade do Brás, o meu muito obrigado por todo o apoio e acolhimento.
Agradeço ao presidente Ká pela confiança no meu trabalho durante todos esses anos e ao vice-presidente Patchoco pela parceria e moral de sempre.
Deixo o cargo de mestre de bateria com a sensação de dever cumprido, com o meu papel de sambista exercido com dignidade, humildade e caráter, e o coração cheio de gratidão.
Que a Colorado do Brás siga sua caminhada com muita força, lutando como sempre lutou para alcançar seus objetivos. Sou muito feliz e grato por ter feito parte dessa história.
Sigam sempre levando com orgulho a frase que tive a honra de criar: “É O BRÁS, PORRA!!!”
Vocês são gigantes e merecem chegar lá.
Boa sorte a toda a escola.
Eu amo vocês.
Acerola de Angola. Foto: Felipe Araújo/Liga-SP
+ trajetória
Acerola começou sua trajetória como ritmista na Barroca Zona Sul entre os anos de 2002 e 2003. Junto disso iniciou também sua caminhada no meio musical integrando o grupo de pagode Kayoddê. Conciliando os caminhos da música e do Carnaval, tornou-se mestre da bateria mirim da Barroca.
As conquistas na música continuaram com o ingresso na banda do cantor Netinho de Paula (ex-Negritude Jr) por quatro anos e também na banda do cantor Mario Sérgio (in memóriam) por quatro anos enquanto este esteve em carreira solo.
Após o retorno de Mário Sérgio ao grupo Fundo de Quintal, continuou com os trabalhos freelancer em outras bandas de pagode e desfilando nas principais baterias do Carnaval paulistano, até que assumiu de forma permanente e por sete anos a bateria do Barroca Zona Sul.
No comando da “Tudo Nosso” de 2014 até 2020, contribuiu para o acesso da agremiação de volta à divisão de elite do samba de São Paulo depois de mais de 25 anos.