Morre Ideval Anselmo, ícone do samba-enredo em São Paulo

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Luto no Carnaval de São Paulo. Uma das referências do samba paulistano, o compositor Ideval Anselmo morreu nesta quarta-feira de cinzas, 18 de fevereiro. A informação foi divulgada por familiares do sambista de 85 anos. A causa não foi revelada. Entre suas mais de 35 criações para o Carnaval, está “Narainã, a Alvorada dos Pássaros”, […]

POR Redação SRzd 19/2/2026| 1 min de leitura

Ideval Anselmo. Foto: Reprodução de vídeo

Ideval Anselmo. Foto: Reprodução de vídeo

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Luto no Carnaval de São Paulo. Uma das referências do samba paulistano, o compositor Ideval Anselmo morreu nesta quarta-feira de cinzas, 18 de fevereiro.

A informação foi divulgada por familiares do sambista de 85 anos. A causa não foi revelada.

Entre suas mais de 35 criações para o Carnaval, está “Narainã, a Alvorada dos Pássaros”, clássico samba-enredo de 1977 da Camisa Verde e Branco, agremiação em que passou a integra em 1971.

A composição, feita ao lado de Zelão, foi eleita o “samba do século” pelo jornal Folha de São Paulo.

Em sua trajetória, colaborou com a fundação da Tom Maior, conquistou o bicampeonato na Rosas de Ouro em 1984 e, na Unidos do Peruche, compôs sambas marcantes como “Água Cristalina” e “Os Sete Tronos dos Divinos Orixás”.

Integrante da Embaixada do Samba Paulistano desde 2005, lançou em 2012 seu primeiro álbum autoral, reunindo sambas-enredo, o ijexá “Tesouro Africano” e composições no estilo gafieira.

O velório será nesta quinta-feira (19), das 8h30 às 12h30, no Cemitério da Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte da cidade.

rodapé - carnaval sp

Luto no Carnaval de São Paulo. Uma das referências do samba paulistano, o compositor Ideval Anselmo morreu nesta quarta-feira de cinzas, 18 de fevereiro.

A informação foi divulgada por familiares do sambista de 85 anos. A causa não foi revelada.

Entre suas mais de 35 criações para o Carnaval, está “Narainã, a Alvorada dos Pássaros”, clássico samba-enredo de 1977 da Camisa Verde e Branco, agremiação em que passou a integra em 1971.

A composição, feita ao lado de Zelão, foi eleita o “samba do século” pelo jornal Folha de São Paulo.

Em sua trajetória, colaborou com a fundação da Tom Maior, conquistou o bicampeonato na Rosas de Ouro em 1984 e, na Unidos do Peruche, compôs sambas marcantes como “Água Cristalina” e “Os Sete Tronos dos Divinos Orixás”.

Integrante da Embaixada do Samba Paulistano desde 2005, lançou em 2012 seu primeiro álbum autoral, reunindo sambas-enredo, o ijexá “Tesouro Africano” e composições no estilo gafieira.

O velório será nesta quinta-feira (19), das 8h30 às 12h30, no Cemitério da Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte da cidade.

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