Morro Morto? Após título, presidente dispara: ‘Ouvimos muitas piadas’
Celebração, alegria e desabafo. Após a confirmação do título do Grupo de Acesso 2 para o Morro da Casa Verde, o presidente Diego Campos não conseguiu segurar as lágrimas. Após a leitura das notas, na Fábrica do Samba, o dirigente fez um desabafo em entrevista exclusiva ao repórter Guilherme Queiroz, na Fábrica do Samba. “Só […]
Celebração, alegria e desabafo. Após a confirmação do título do Grupo de Acesso 2 para o Morro da Casa Verde, o presidente Diego Campos não conseguiu segurar as lágrimas.
Após a leitura das notas, na Fábrica do Samba, o dirigente fez um desabafo em entrevista exclusiva ao repórter Guilherme Queiroz, na Fábrica do Samba.
“Só tenho que agradecer a minha comunidade. Foi um ano muito complicado. Ouvimos muitas piadas. Que a gente estava morto, que Morro não ia chegar, e nós chegamos, graças a Deus. Conseguimos. A gente já estava merecendo faz um tempo, para falar a verdade. Agora é só alegria”, afirmou.
As leitura das notas foi feita na seguinte ordem: enredo, alegoria, evolução, samba-enredo, harmonia, comissão de frente, casal de mestre-sala e porta-bandeira, fantasia e bateria.
Quatro jurados avaliaram cada um dos nove quesitos de julgamento e a menor nota foi descartada.
Com chuva durante praticamente toda a noite do último sábado (7), as apresentações aconteceram no Sambódromo do Anhembi, com entrada franca para o público.
“Santo Antônio de Batalha faz de mim batalhador”, assinado pelo carnavalesco Ulisses Bara , foi o título do enredo que levou a agremiação para o Grupo de Acesso 1.
Celsinho Mody, Rubens Gordinho, Tiago SP, Douglas Chocolate, André Ricardo, Márcia Macedo e Juninho FPA são os autores da letra que foi cantada na Avenida, no sétimo desfile, pelo experiente intéprete Wantuir Oliveira.
Celebração, alegria e desabafo. Após a confirmação do título do Grupo de Acesso 2 para o Morro da Casa Verde, o presidente Diego Campos não conseguiu segurar as lágrimas.
Após a leitura das notas, na Fábrica do Samba, o dirigente fez um desabafo em entrevista exclusiva ao repórter Guilherme Queiroz, na Fábrica do Samba.
“Só tenho que agradecer a minha comunidade. Foi um ano muito complicado. Ouvimos muitas piadas. Que a gente estava morto, que Morro não ia chegar, e nós chegamos, graças a Deus. Conseguimos. A gente já estava merecendo faz um tempo, para falar a verdade. Agora é só alegria”, afirmou.
As leitura das notas foi feita na seguinte ordem: enredo, alegoria, evolução, samba-enredo, harmonia, comissão de frente, casal de mestre-sala e porta-bandeira, fantasia e bateria.
Quatro jurados avaliaram cada um dos nove quesitos de julgamento e a menor nota foi descartada.
Com chuva durante praticamente toda a noite do último sábado (7), as apresentações aconteceram no Sambódromo do Anhembi, com entrada franca para o público.
“Santo Antônio de Batalha faz de mim batalhador”, assinado pelo carnavalesco Ulisses Bara , foi o título do enredo que levou a agremiação para o Grupo de Acesso 1.
Celsinho Mody, Rubens Gordinho, Tiago SP, Douglas Chocolate, André Ricardo, Márcia Macedo e Juninho FPA são os autores da letra que foi cantada na Avenida, no sétimo desfile, pelo experiente intéprete Wantuir Oliveira.