Musa do Carnaval expõe ‘fitfobia’, pede respeito, e projeta fantasia ousada

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Carnaval 2026. Vivian Cristinelle, princesa da bateria da Acadêmicos do Tatuapé, voltou a chamar atenção por seu shape no ensaio geral da escola, realizado no último sábado (22). Com um look curtíssimo, um vestido cravejado de brilho, que deixou à mostra os pernões musculosos e o bumbum na nuca, que se tornaram a sua marca […]

POR Redação SRzd 26/11/2025| 3 min de leitura

Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação

Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação

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Carnaval 2026. Vivian Cristinelle, princesa da bateria da Acadêmicos do Tatuapé, voltou a chamar atenção por seu shape no ensaio geral da escola, realizado no último sábado (22).

Com um look curtíssimo, um vestido cravejado de brilho, que deixou à mostra os pernões musculosos e o bumbum na nuca, que se tornaram a sua marca registrada, ela literalmente caiu no samba junto com a comunidade.

Referência entre as mulheres que buscam corpo forte no Carnaval, a atleta lembra que nem sempre foi assim. Antes de ser aceita e celebrada no samba, ela já enfrentou “fitfobia” e críticas ao físico trincado.

“Muita gente dizia que eu era musculosa demais, que mulher forte não combinava com Carnaval. E tentei mostrar, nesses dez anos desfilando, que sou além da minha aparência e que cada shape traz uma história, um estilo de vida. Minha imagem é exatamente essa. E as pessoas aprenderam a respeitar”, contou.

Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação
Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação

Com músculos aparentes, a Vivian diz que o bullying sempre fez parte da sua vida.

“Já escutei muitas coisas desagradáveis, ‘fitfobia’ existe, é real. As pessoas se assustam com muitos músculos. Mas não ligo. Me doo completamente a esse estilo de vida, e além de ser um projeto pessoal é um trabalho e exige muito de mim. Sou a primeira a pregar o respeito a qualquer biotipo”, relatou.

O trabalho diário na academia e os cuidados com a alimentação fazem parte da identidade dela, que celebra a admiração e as mensagens de apoio dos seguidores.

“O samba me abraçou porque abracei a comunidade, muito mais do que o meu físico, teve conexão de verdade. Hoje eu sinto que sou admirada pelo que sou de verdade: uma mulher forte, dedicada e que ama o Carnaval”, afirmou.

Em sua estreia à frente da bateria “Qualidade Especial, Vivian promete ainda mais luxo e ousadia nos próximos ensaios e no desfile oficial, sem se importar com o que vão falar do seu shape.

“Estou pronta, me amando assim. Minha fantasia tem conceito, é toda em cristais e alegre, colorida. E pela primeira vez sem penas, é mais moderna”, revelou Vivian, que está de volta à azul e branca, escola pela qual desfilou em 2017, ano do primeiro título da agremiação no Grupo Especial.

Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação
Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação

+ Tatuapé busca terceiro título

Vice-campeã do Grupo Especial em 2025, a Acadêmicos do Tatuapé levará para a Avenida, no quarto desfile de sexta-feira, dia 13 de fevereiro, o enredo “Plantar para colher e alimentar.Tem muita terra sem gente. Tem muita gente sem terra!”, assinado pelo carnavalesco Wagner Santos.

O tema convida à reflexão sobre a relação entre o homem e a terra, com um olhar sensível e respeitoso ao pequeno agricultor brasileiro.

+ clique aqui para ouvir o samba

rodapé - carnaval sp

Carnaval 2026. Vivian Cristinelle, princesa da bateria da Acadêmicos do Tatuapé, voltou a chamar atenção por seu shape no ensaio geral da escola, realizado no último sábado (22).

Com um look curtíssimo, um vestido cravejado de brilho, que deixou à mostra os pernões musculosos e o bumbum na nuca, que se tornaram a sua marca registrada, ela literalmente caiu no samba junto com a comunidade.

Referência entre as mulheres que buscam corpo forte no Carnaval, a atleta lembra que nem sempre foi assim. Antes de ser aceita e celebrada no samba, ela já enfrentou “fitfobia” e críticas ao físico trincado.

“Muita gente dizia que eu era musculosa demais, que mulher forte não combinava com Carnaval. E tentei mostrar, nesses dez anos desfilando, que sou além da minha aparência e que cada shape traz uma história, um estilo de vida. Minha imagem é exatamente essa. E as pessoas aprenderam a respeitar”, contou.

Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação
Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação

Com músculos aparentes, a Vivian diz que o bullying sempre fez parte da sua vida.

“Já escutei muitas coisas desagradáveis, ‘fitfobia’ existe, é real. As pessoas se assustam com muitos músculos. Mas não ligo. Me doo completamente a esse estilo de vida, e além de ser um projeto pessoal é um trabalho e exige muito de mim. Sou a primeira a pregar o respeito a qualquer biotipo”, relatou.

O trabalho diário na academia e os cuidados com a alimentação fazem parte da identidade dela, que celebra a admiração e as mensagens de apoio dos seguidores.

“O samba me abraçou porque abracei a comunidade, muito mais do que o meu físico, teve conexão de verdade. Hoje eu sinto que sou admirada pelo que sou de verdade: uma mulher forte, dedicada e que ama o Carnaval”, afirmou.

Em sua estreia à frente da bateria “Qualidade Especial, Vivian promete ainda mais luxo e ousadia nos próximos ensaios e no desfile oficial, sem se importar com o que vão falar do seu shape.

“Estou pronta, me amando assim. Minha fantasia tem conceito, é toda em cristais e alegre, colorida. E pela primeira vez sem penas, é mais moderna”, revelou Vivian, que está de volta à azul e branca, escola pela qual desfilou em 2017, ano do primeiro título da agremiação no Grupo Especial.

Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação
Vivian Cristinelle na Tatuapé. Foto: Divulgação

+ Tatuapé busca terceiro título

Vice-campeã do Grupo Especial em 2025, a Acadêmicos do Tatuapé levará para a Avenida, no quarto desfile de sexta-feira, dia 13 de fevereiro, o enredo “Plantar para colher e alimentar.Tem muita terra sem gente. Tem muita gente sem terra!”, assinado pelo carnavalesco Wagner Santos.

O tema convida à reflexão sobre a relação entre o homem e a terra, com um olhar sensível e respeitoso ao pequeno agricultor brasileiro.

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