Rainha de bateria Ana Beatriz Godoi e seus looks: ‘Rabiscos viram fantasia’

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Samba e figurino! Rainha de bateria da Rosas de Ouro, Ana Beatriz Godoi, brilhou na festa de lançamento dos sambas, realizada no último dia 6, na Fábrica do Samba, ao usar uma fantasia estilizada com o emblema da “Bateria com Identidade”, como forma de retribuir a homenagem que recebeu recentemente do mestre Rafa Oliveira. Semanas […]

POR Redação SRzd 23/12/2025| 2 min de leitura

Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai/ Divulgação

Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai/ Divulgação

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Samba e figurino! Rainha de bateria da Rosas de Ouro, Ana Beatriz Godoi, brilhou na festa de lançamento dos sambas, realizada no último dia 6, na Fábrica do Samba, ao usar uma fantasia estilizada com o emblema da “Bateria com Identidade”, como forma de retribuir a homenagem que recebeu recentemente do mestre Rafa Oliveira.

Semanas atrás, os ritmistas mostraram todos os instrumentos personalizados para o Carnaval 2026 com uma foto dela, representando a “Deusa da Noite”, em conexão ao enredo “Escrito nas Estrelas”.

Tocada pelo gesto, Ana decidiu retribuir à altura a menção honrosa com um figurino inteiramente dedicado aos integrantes da batucada da Roseira.

Ela contou ao SRzd que se envolve na criação de cada peça, participando de todas as etapas, desde a pesquisa de referências até a confecção, mesmo sem qualquer formação em desenho.

“Eu não sei desenhar nada! Mas rabisco, mando foto, faço setinhas, explico do meu jeito… e o ateliê morre de rir dos meus desenhos. Só que, no fim, eles sempre entendem o conceito”, explica.

Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai
Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai

“Gosto de pensar em cada detalhe: cor, movimento, textura, mensagem. O Carnaval me inspira muito, então quero que cada look tenha um sentido, um porquê. Eu participo mesmo, dou pitaco, invento, tiro coisa, e a gente vai ajustando até chegar em algo legal”, completa.

Cada fantasia começa como uma ideia solta, às vezes um símbolo, uma frase, uma sensação, uma parte do enredo. A partir disso, Ana Beatriz cria desenhos improvisados, que se transformam em ponto de partida para o ateliê. O processo, apesar de divertido, é levado a sério por todos.

“Eu não quero só vestir uma fantasia bonita. Quero vestir uma ideia. Quero que a comunidade olhe e entenda que aquilo nasceu de nós, do enredo, da bateria. E eu gosto de participar de tudo”, conta a sambista, que questão de inovar a cada ensaio.

 “Tem sempre muita conversa com o ateliê e essa troca que a gente ama. Eles já sabem que, se eu aparecer com um desenho estranho, é porque vem ideia nova por aí”, finaliza.

Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai/ Divulgação
Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai/ Divulgação
rodapé - carnaval sp

Samba e figurino! Rainha de bateria da Rosas de Ouro, Ana Beatriz Godoi, brilhou na festa de lançamento dos sambas, realizada no último dia 6, na Fábrica do Samba, ao usar uma fantasia estilizada com o emblema da “Bateria com Identidade”, como forma de retribuir a homenagem que recebeu recentemente do mestre Rafa Oliveira.

Semanas atrás, os ritmistas mostraram todos os instrumentos personalizados para o Carnaval 2026 com uma foto dela, representando a “Deusa da Noite”, em conexão ao enredo “Escrito nas Estrelas”.

Tocada pelo gesto, Ana decidiu retribuir à altura a menção honrosa com um figurino inteiramente dedicado aos integrantes da batucada da Roseira.

Ela contou ao SRzd que se envolve na criação de cada peça, participando de todas as etapas, desde a pesquisa de referências até a confecção, mesmo sem qualquer formação em desenho.

“Eu não sei desenhar nada! Mas rabisco, mando foto, faço setinhas, explico do meu jeito… e o ateliê morre de rir dos meus desenhos. Só que, no fim, eles sempre entendem o conceito”, explica.

Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai
Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai

“Gosto de pensar em cada detalhe: cor, movimento, textura, mensagem. O Carnaval me inspira muito, então quero que cada look tenha um sentido, um porquê. Eu participo mesmo, dou pitaco, invento, tiro coisa, e a gente vai ajustando até chegar em algo legal”, completa.

Cada fantasia começa como uma ideia solta, às vezes um símbolo, uma frase, uma sensação, uma parte do enredo. A partir disso, Ana Beatriz cria desenhos improvisados, que se transformam em ponto de partida para o ateliê. O processo, apesar de divertido, é levado a sério por todos.

“Eu não quero só vestir uma fantasia bonita. Quero vestir uma ideia. Quero que a comunidade olhe e entenda que aquilo nasceu de nós, do enredo, da bateria. E eu gosto de participar de tudo”, conta a sambista, que questão de inovar a cada ensaio.

 “Tem sempre muita conversa com o ateliê e essa troca que a gente ama. Eles já sabem que, se eu aparecer com um desenho estranho, é porque vem ideia nova por aí”, finaliza.

Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai/ Divulgação
Ana Beatriz Godoi. Foto: Ricardo Sakai/ Divulgação
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