Rainha deixa cargo na Independente Tricolor após dois anos: ‘Coração apertado’
Fim de reinado. Acassia Amorim não é mais rainha de bateria da escola de samba Independente Tricolor, quarta colocação no Grupo de Acesso 1 no Carnaval paulistano de 2026. A saída ocorre após dois desfiles e foi anunciada pela agremiação e pela sambista em publicações feitas nas redes sociais. “Infelizmente, chegou o momento de trilhar […]
Fim de reinado. Acassia Amorim não é mais rainha de bateria da escola de samba Independente Tricolor, quarta colocação no Grupo de Acesso 1 no Carnaval paulistano de 2026.
A saída ocorre após dois desfiles e foi anunciada pela agremiação e pela sambista em publicações feitas nas redes sociais.
“Infelizmente, chegou o momento de trilhar novos caminhos e de embarcar em novos projetos. Não é um adeus definitivo, mas um até breve (e quem sabe bem breve), com a esperança de que nossos caminhos possam se cruzar novamente no futuro”, diz trecho da mensagem escrita por ela.
“Foi uma honra tê-la como nossa rainha. Desejamos sucesso e luz em seus próximos caminhos!”, postou a diretoria da escola oriunda da maior torcida organizada do São Paulo Futebol Clube, que só subiu para o Grupo Especial de 2027, por ter sido punida em 0,2 ponto, em razão de ultrapassar o tempo regulamentar de desfile.
+ trajetória
Natural da Bahia, Acassia é empresária e foi criada em São Paulo. Sua jornada no Carnaval teve início em 2004, aos 13 anos, na Uirapuru da Mooca.
Mesmo sem a permissão inicial dos pais para desfilar, ela participava dos ensaios e ajudava na criação de fantasias e alegorias da agremiação da Zona Leste.
No ano seguinte, em 2005, desfilou pela primeira vez como destaque. Na sequência, se tornou princesa, e e em 2018 conquistou o tão esperado título de rainha.
Em novembro de 2024 foi anunciada como rainha de bateria da Independente Tricolor e fez sua estreia no cargo no Carnaval de 2025, ano em que também reinou diante dos ritmitas da Uirapuru.
Acássia Amorim. Foto: Hallson Bysmarck
+ Carnaval 2026
A Independente apresentou, no oitavo e último desfile do Grupo de Acesso 1, no domingo, 15 de fevereiro, o enredo “Ngoma, a primeira festa na manhã do mundo”.
Inspirado no texto “O Brasil nasceu da melancolia de Zambi”, da obra “Pedrinhas Miudinhas”, escrito por Luiz Antônio Simas, a agremição celebrou no Anhembi a criação de N’Goma, o primeiro tambor da humanidade.
Fim de reinado. Acassia Amorim não é mais rainha de bateria da escola de samba Independente Tricolor, quarta colocação no Grupo de Acesso 1 no Carnaval paulistano de 2026.
A saída ocorre após dois desfiles e foi anunciada pela agremiação e pela sambista em publicações feitas nas redes sociais.
“Infelizmente, chegou o momento de trilhar novos caminhos e de embarcar em novos projetos. Não é um adeus definitivo, mas um até breve (e quem sabe bem breve), com a esperança de que nossos caminhos possam se cruzar novamente no futuro”, diz trecho da mensagem escrita por ela.
“Foi uma honra tê-la como nossa rainha. Desejamos sucesso e luz em seus próximos caminhos!”, postou a diretoria da escola oriunda da maior torcida organizada do São Paulo Futebol Clube, que só subiu para o Grupo Especial de 2027, por ter sido punida em 0,2 ponto, em razão de ultrapassar o tempo regulamentar de desfile.
+ trajetória
Natural da Bahia, Acassia é empresária e foi criada em São Paulo. Sua jornada no Carnaval teve início em 2004, aos 13 anos, na Uirapuru da Mooca.
Mesmo sem a permissão inicial dos pais para desfilar, ela participava dos ensaios e ajudava na criação de fantasias e alegorias da agremiação da Zona Leste.
No ano seguinte, em 2005, desfilou pela primeira vez como destaque. Na sequência, se tornou princesa, e e em 2018 conquistou o tão esperado título de rainha.
Em novembro de 2024 foi anunciada como rainha de bateria da Independente Tricolor e fez sua estreia no cargo no Carnaval de 2025, ano em que também reinou diante dos ritmitas da Uirapuru.
Acássia Amorim. Foto: Hallson Bysmarck
+ Carnaval 2026
A Independente apresentou, no oitavo e último desfile do Grupo de Acesso 1, no domingo, 15 de fevereiro, o enredo “Ngoma, a primeira festa na manhã do mundo”.
Inspirado no texto “O Brasil nasceu da melancolia de Zambi”, da obra “Pedrinhas Miudinhas”, escrito por Luiz Antônio Simas, a agremição celebrou no Anhembi a criação de N’Goma, o primeiro tambor da humanidade.