Rainha do Carnaval de SP, Ariê Suyane, retorna à Mocidade Unida da Mooca
Carnaval 2026. A Mocidade Unida da Mooca ganha um reforço de peso para sua estreia no Grupo Especial de São Paulo: a atual Rainha do Carnaval de São Paulo, Ariê Suyane. Ela aceitou o convite do presidente Rafael Falanga e retorna para agremiação em que desfilou em 2022. Ariê será uma das “Embaixadoras Geledés”, integrando […]
PORRedação SRzd28/10/2025|
1 min de leitura
Ariê Suyane. Foto: Divulgação/MUM
| Siga-nos
Carnaval 2026. A Mocidade Unida da Mooca ganha um reforço de peso para sua estreia no Grupo Especial de São Paulo: a atual Rainha do Carnaval de São Paulo, Ariê Suyane.
Ela aceitou o convite do presidente Rafael Falanga e retorna para agremiação em que desfilou em 2022.
Ariê será uma das “Embaixadoras Geledés”, integrando um grupo de personalidades convidadas para representar o poder feminino preto no sambódromo do Anhembi, honrando e empoderando o enredo “Geledés – Agbara Obinrin”, assinado pelo carnavalesco Renan Ribeiro e pela enredista Thayssa Menezes.
A narrativa celebra a potência feminina preta brasileira como expressão de sabedoria, resistência e liberdade.
Apesar de jovem, a sambista tem uma trajetória sólida no Carnaval, com atuações pela Camisa Verde e Branco, Nenê de Vila Matilde, Imperatriz da Paulicéia e Imperador do Ipiranga.
A MUM será a primeira escola a desfilar no Sambódromo do Anhembi na sexta-feira de Carnaval, dia 13 de fevereiro.
Ariê Suyane. Foto: Divulgação/MUM
Carnaval 2026. A Mocidade Unida da Mooca ganha um reforço de peso para sua estreia no Grupo Especial de São Paulo: a atual Rainha do Carnaval de São Paulo, Ariê Suyane.
Ela aceitou o convite do presidente Rafael Falanga e retorna para agremiação em que desfilou em 2022.
Ariê será uma das “Embaixadoras Geledés”, integrando um grupo de personalidades convidadas para representar o poder feminino preto no sambódromo do Anhembi, honrando e empoderando o enredo “Geledés – Agbara Obinrin”, assinado pelo carnavalesco Renan Ribeiro e pela enredista Thayssa Menezes.
A narrativa celebra a potência feminina preta brasileira como expressão de sabedoria, resistência e liberdade.
Apesar de jovem, a sambista tem uma trajetória sólida no Carnaval, com atuações pela Camisa Verde e Branco, Nenê de Vila Matilde, Imperatriz da Paulicéia e Imperador do Ipiranga.