Samba assinado por dez pessoas? Ernesto Teixeira pede atenção ao quesito

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Já falei bastante sobre isso e acabo contrariando o interesse de algumas pessoas. Eu não gosto de ver um samba-enredo assinado por dez, doze pessoas. Essas declarações foram dadas por Ernesto Teixeira, intérprete oficial da Gaviões da Fiel há 40 anos. “A gente precisa dar mais atenção a este quesito”, disse o sambista ao destacar […]

POR Redação SRzd 18/11/2025| 1 min de leitura

Ernesto Teixeira. Foto: Fabio Capeleti

Ernesto Teixeira. Foto: Fabio Capeleti

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Já falei bastante sobre isso e acabo contrariando o interesse de algumas pessoas. Eu não gosto de ver um samba-enredo assinado por dez, doze pessoas. Essas declarações foram dadas por Ernesto Teixeira, intérprete oficial da Gaviões da Fiel há 40 anos.

“A gente precisa dar mais atenção a este quesito”, disse o sambista ao destacar a importância da ala de compositores das escolas de samba e a importância musical para os desfiles de Carnaval.

“Não existe escola de samba sem ala de compositores. A música é que move tudo. Dá para você desfilar sem carro alegórico, sem fantasia, só cantando uma música. Agora passa todo mundo lá fantasiado de boca fechada. O samba-enredo é a alma, é o que fica. É preciso dar mais atenção a este quesito, não subestimar, não engessar e não
criar pelo em ovo como a gente tem visto recentemente aí”, disse ele, que também fez sugestões para melhorias no segmento, durante participação no Programa No Mundo do Samba.

+ assista:

rodapé - carnaval sp

Já falei bastante sobre isso e acabo contrariando o interesse de algumas pessoas. Eu não gosto de ver um samba-enredo assinado por dez, doze pessoas. Essas declarações foram dadas por Ernesto Teixeira, intérprete oficial da Gaviões da Fiel há 40 anos.

“A gente precisa dar mais atenção a este quesito”, disse o sambista ao destacar a importância da ala de compositores das escolas de samba e a importância musical para os desfiles de Carnaval.

“Não existe escola de samba sem ala de compositores. A música é que move tudo. Dá para você desfilar sem carro alegórico, sem fantasia, só cantando uma música. Agora passa todo mundo lá fantasiado de boca fechada. O samba-enredo é a alma, é o que fica. É preciso dar mais atenção a este quesito, não subestimar, não engessar e não
criar pelo em ovo como a gente tem visto recentemente aí”, disse ele, que também fez sugestões para melhorias no segmento, durante participação no Programa No Mundo do Samba.

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