Indignado, Serdan mostra justificativa de nota, xinga e aponta clubismo de jurado

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Desabafo. Paulo Serdan, presidente da Mancha Verde, gravou um vídeo para demonstrar sua indignação com o julgamento do Carnaval de 2026. Na gravação, compartilhada no Instagram da agremiação, o dirigente citou escolas de samba oriundas de torcidas organizadas, deixando claro que elas não tem qualquer responsabilidade pelas atitudes de um jurado. “A menção é necessária […]

POR Redação SRzd 19/2/2026| 2 min de leitura

Paulo Serdan. Foto: Kleber Santos

Paulo Serdan. Foto: Kleber Santos

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Desabafo. Paulo Serdan, presidente da Mancha Verde, gravou um vídeo para demonstrar sua indignação com o julgamento do Carnaval de 2026.

Na gravação, compartilhada no Instagram da agremiação, o dirigente citou escolas de samba oriundas de torcidas organizadas, deixando claro que elas não tem qualquer responsabilidade pelas atitudes de um jurado.

“A menção é necessária para contextualizar os fatos e evitar que pareça um discurso vazio”, diz a publicação.

“Deixamos claro: a Liga realizou toda a preparação necessária com os jurados, prezando pela seriedade e transparência do processo. O que não se pode prever é caráter e isso não é responsabilidade da Liga”, acrescenta o texto.

Irritado, Serdan leu e questionou a justificativa da nota dada pelo jurado Eduardo Pastri, no quesito alegoria, mostrando a defesa feita na pasta que contém informações do desfile.

Quarta a se apresentar no domingo (15), a Mancha levou para Avenida a reedição do enredo apresentado em 2012, “Pelas mãos do mensageiro do axé, a lição de Odu Obará: A Humildade, da Mancha Verde”, desenvolvido pelo carnavalesco Rodrigo Meiners, e terminou a apuração na terceira colocação. O resultado mantém a verde e branca no Grupo de Acesso 1 no Carnaval 2027.

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Desabafo. Paulo Serdan, presidente da Mancha Verde, gravou um vídeo para demonstrar sua indignação com o julgamento do Carnaval de 2026.

Na gravação, compartilhada no Instagram da agremiação, o dirigente citou escolas de samba oriundas de torcidas organizadas, deixando claro que elas não tem qualquer responsabilidade pelas atitudes de um jurado.

“A menção é necessária para contextualizar os fatos e evitar que pareça um discurso vazio”, diz a publicação.

“Deixamos claro: a Liga realizou toda a preparação necessária com os jurados, prezando pela seriedade e transparência do processo. O que não se pode prever é caráter e isso não é responsabilidade da Liga”, acrescenta o texto.

Irritado, Serdan leu e questionou a justificativa da nota dada pelo jurado Eduardo Pastri, no quesito alegoria, mostrando a defesa feita na pasta que contém informações do desfile.

Quarta a se apresentar no domingo (15), a Mancha levou para Avenida a reedição do enredo apresentado em 2012, “Pelas mãos do mensageiro do axé, a lição de Odu Obará: A Humildade, da Mancha Verde”, desenvolvido pelo carnavalesco Rodrigo Meiners, e terminou a apuração na terceira colocação. O resultado mantém a verde e branca no Grupo de Acesso 1 no Carnaval 2027.

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