Serdan lembra ‘humilhação’ e quer incluir duas estrelas no pavilhão da Mancha Verde

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Pela história. Em 2006 e 2007, a Mancha Verde participou dos desfiles do Grupo Especial de São Paulo, porém ela não concorreu ao título por ter sido inserida em uma competição à parte. O regulamento da Liga, na época, previa que caso duas escolas, ligadas a agremiações desportivas, estejam no Grupo Especial, as mesmas formariam […]

POR Redação SRzd 15/10/2025| 2 min de leitura

Paulo Serdan. Foto: Kleber Santos

Paulo Serdan. Foto: Kleber Santos

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Pela história. Em 2006 e 2007, a Mancha Verde participou dos desfiles do Grupo Especial de São Paulo, porém ela não concorreu ao título por ter sido inserida em uma competição à parte.

O regulamento da Liga, na época, previa que caso duas escolas, ligadas a agremiações desportivas, estejam no Grupo Especial, as mesmas formariam um outro grupo, que só teria escolas de samba ligadas a torcidas de futebol. Nasceu então o “Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas”.

Após muita polêmica, a Gaviões da Fiel conseguiu, dias antes do Carnaval de 2006, uma liminar que lhe garantiu o direito de seguir competindo no Especial, porém a medida foi negada à verde e branca, que foi obrigada a desfilar sozinha e ficou com o primeiro lugar nos dois anos.

A entidade oriunda da maior torcida organizada do Corinthians argumentou na justiça que tendo sido convidada pela Liga em finais dos anos 80, não teria esta o direito de impedi-la de competir.

Em entrevista ao programa “No Mundo do Samba”, apresentado por Raul Machado, Paulo Serdan, presidente da Mancha, disse pela primeira vez, que quer incluir duas estrelas no pavilhão da escola.

Ao explicar seu ponto de vista, o dirigente usou o termo “humilhação” e “história”, para valorizar as duas apresentações apresentadas ao público.

+ assista ao vídeo:

rodapé - carnaval sp

Pela história. Em 2006 e 2007, a Mancha Verde participou dos desfiles do Grupo Especial de São Paulo, porém ela não concorreu ao título por ter sido inserida em uma competição à parte.

O regulamento da Liga, na época, previa que caso duas escolas, ligadas a agremiações desportivas, estejam no Grupo Especial, as mesmas formariam um outro grupo, que só teria escolas de samba ligadas a torcidas de futebol. Nasceu então o “Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas”.

Após muita polêmica, a Gaviões da Fiel conseguiu, dias antes do Carnaval de 2006, uma liminar que lhe garantiu o direito de seguir competindo no Especial, porém a medida foi negada à verde e branca, que foi obrigada a desfilar sozinha e ficou com o primeiro lugar nos dois anos.

A entidade oriunda da maior torcida organizada do Corinthians argumentou na justiça que tendo sido convidada pela Liga em finais dos anos 80, não teria esta o direito de impedi-la de competir.

Em entrevista ao programa “No Mundo do Samba”, apresentado por Raul Machado, Paulo Serdan, presidente da Mancha, disse pela primeira vez, que quer incluir duas estrelas no pavilhão da escola.

Ao explicar seu ponto de vista, o dirigente usou o termo “humilhação” e “história”, para valorizar as duas apresentações apresentadas ao público.

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