Tom Maior reage após aparecer em vídeo postado por Rodrigo Bocardi

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Posicionamento. A Tom Maior, agremiação que integra o Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, manifestou surpresa diante de uma publicação feita por Rodrigo Bocardi sobre a reclamação de uma moradora da Barra Funda, bairro onde fica a quadra da agremiação. No vídeo compartilhado pelo jornalista, Márcia cita o som causado pela escola de samba, […]

POR Redação SRzd 3/6/2026| 3 min de leitura

Rodrigo Bocardi. Foto: Reprodução de TV

Rodrigo Bocardi. Foto: Reprodução de TV

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Posicionamento. A Tom Maior, agremiação que integra o Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, manifestou surpresa diante de uma publicação feita por Rodrigo Bocardi sobre a reclamação de uma moradora da Barra Funda, bairro onde fica a quadra da agremiação.

No vídeo compartilhado pelo jornalista, Márcia cita o som causado pela escola de samba, na Rua Capistrano de Abreu, que segundo o texto, “acontece todos os domingos, iniciando às 10h da manhã e sem hora para acabar”.

Em nota, o presidente da vermelha e amarela, Carlos Alberto Dias Alves, mais conhecido como Mestre Carlão, disse que não houve contato prévio com a direção da escola ou com seu departamento jurídico para a devida apuração dos fatos.

“É importante esclarecer que os ensaios da Tom Maior, aos domingos, acontecem rigorosamente das 18h às 20h, em horário compatível com uma atividade cultural tradicional da cidade de São Paulo”, esclarece o texto.

“Também causa estranheza que a alegação tenha sido direcionada exclusivamente à nossa instituição, uma vez que a região abriga diversos estabelecimentos comerciais, bares e espaços de entretenimento que integram a dinâmica de um dos bairros mais tradicionais e culturalmente ativos da capital”, acrescentou o dirigente.

“Preocupa que atividades ligadas às escolas de samba sejam, por vezes, submetidas a um tratamento seletivo e desproporcional, reproduzindo estigmas historicamente associados às expressões culturais de origem popular”, destaca outro ponto do comunicado.

O fato de Bocardi ter ancorado a transmissão dos desfiles de São Paulo em 2023, pela TV Globo, também causou estranheza na escola, que esperava uma postura diferente do profissional, que atualmente compartilha notícias nas redes sociais.

“Causa profunda estranheza que uma manifestação pública dessa natureza parta de alguém que conhece a relevância do Carnaval para a cultura brasileira e que, em 2023, apresentou os desfiles das escolas de samba de São Paulo para todo o país. Justamente por conhecer essa realidade, esperava-se uma postura pautada pela cautela, pela responsabilidade e pela correta apuração dos fatos antes da exposição pública de qualquer instituição”, reagiu Carlão.

“O Grêmio Recreativo Escola de Samba Tom Maior reafirma seu compromisso com a cultura, com sua comunidade e com o diálogo, permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos”, finaliza o texto.

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Um post compartilhado por Tom Maior (@grestommaior)

rodapé - carnaval sp

Posicionamento. A Tom Maior, agremiação que integra o Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, manifestou surpresa diante de uma publicação feita por Rodrigo Bocardi sobre a reclamação de uma moradora da Barra Funda, bairro onde fica a quadra da agremiação.

No vídeo compartilhado pelo jornalista, Márcia cita o som causado pela escola de samba, na Rua Capistrano de Abreu, que segundo o texto, “acontece todos os domingos, iniciando às 10h da manhã e sem hora para acabar”.

Em nota, o presidente da vermelha e amarela, Carlos Alberto Dias Alves, mais conhecido como Mestre Carlão, disse que não houve contato prévio com a direção da escola ou com seu departamento jurídico para a devida apuração dos fatos.

“É importante esclarecer que os ensaios da Tom Maior, aos domingos, acontecem rigorosamente das 18h às 20h, em horário compatível com uma atividade cultural tradicional da cidade de São Paulo”, esclarece o texto.

“Também causa estranheza que a alegação tenha sido direcionada exclusivamente à nossa instituição, uma vez que a região abriga diversos estabelecimentos comerciais, bares e espaços de entretenimento que integram a dinâmica de um dos bairros mais tradicionais e culturalmente ativos da capital”, acrescentou o dirigente.

“Preocupa que atividades ligadas às escolas de samba sejam, por vezes, submetidas a um tratamento seletivo e desproporcional, reproduzindo estigmas historicamente associados às expressões culturais de origem popular”, destaca outro ponto do comunicado.

O fato de Bocardi ter ancorado a transmissão dos desfiles de São Paulo em 2023, pela TV Globo, também causou estranheza na escola, que esperava uma postura diferente do profissional, que atualmente compartilha notícias nas redes sociais.

“Causa profunda estranheza que uma manifestação pública dessa natureza parta de alguém que conhece a relevância do Carnaval para a cultura brasileira e que, em 2023, apresentou os desfiles das escolas de samba de São Paulo para todo o país. Justamente por conhecer essa realidade, esperava-se uma postura pautada pela cautela, pela responsabilidade e pela correta apuração dos fatos antes da exposição pública de qualquer instituição”, reagiu Carlão.

“O Grêmio Recreativo Escola de Samba Tom Maior reafirma seu compromisso com a cultura, com sua comunidade e com o diálogo, permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos”, finaliza o texto.

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