Tuca Maia canta à capela samba da Unidos de São Lucas 2026
É coisa de preto, quilombola! A Unidos de São Lucas levará para Avenida no Carnaval de 2026 o enredo “Meu tambor é ancestral, heranças e riquezas de um povo…um Brasil de festas pretas!”. O quinto desfile do sábado, 7 de fevereiro, pelo Grupo de Acesso 2, no Sambódromo do Anhembi, será desenvolvido pelo carnavalesco Anselmo […]
PORRedação SRzd23/10/2025|
2 min de leitura
Tuca Maia no desfile Unidos de São Lucas. Foto: Felipe Araújo/Liga-SP
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É coisa de preto, quilombola! A Unidos de São Lucas levará para Avenida no Carnaval de 2026 o enredo “Meu tambor é ancestral, heranças e riquezas de um povo…um Brasil de festas pretas!”.
O quinto desfile do sábado, 7 de fevereiro, pelo Grupo de Acesso 2, no Sambódromo do Anhembi, será desenvolvido pelo carnavalesco Anselmo Brito.
É coisa de preto quilombola O som do batuque, o corpo de mola Vem curimbar, São Lucas chegou Se liga no rufar do meu tambor
Axé mamãe
Força matriz da terra
Ilê dos Orixás
A fé dos ancestrais
Áyán nasceu da natureza
Na proteção da realeza
E fez a travessia pelo mar
Nossa gente escravizada
Preservou seus rituais
Silenciar Jamais
Ogã abre o xirê Tem capoeira, maculelê Tocam atabaques e clarins Filhos de Gandhy na lavagem do Bonfim
Carrego flores a Iemanjá
Odoyá, rainha do mar
Segue abençoado meu cortejo
Maracatu e frevo
Vou festejar no carimbó
Ao renascer do Boi Bumbá
Sinto a minha pele arrepiar
No toque do Olodum
Evoquei nossos tambores
No compasso divinal
Pra ressoar no Carnaval
É coisa de preto, quilombola! A Unidos de São Lucas levará para Avenida no Carnaval de 2026 o enredo “Meu tambor é ancestral, heranças e riquezas de um povo…um Brasil de festas pretas!”.
O quinto desfile do sábado, 7 de fevereiro, pelo Grupo de Acesso 2, no Sambódromo do Anhembi, será desenvolvido pelo carnavalesco Anselmo Brito.
É coisa de preto quilombola O som do batuque, o corpo de mola Vem curimbar, São Lucas chegou Se liga no rufar do meu tambor
Axé mamãe
Força matriz da terra
Ilê dos Orixás
A fé dos ancestrais
Áyán nasceu da natureza
Na proteção da realeza
E fez a travessia pelo mar
Nossa gente escravizada
Preservou seus rituais
Silenciar Jamais
Ogã abre o xirê Tem capoeira, maculelê Tocam atabaques e clarins Filhos de Gandhy na lavagem do Bonfim
Carrego flores a Iemanjá
Odoyá, rainha do mar
Segue abençoado meu cortejo
Maracatu e frevo
Vou festejar no carimbó
Ao renascer do Boi Bumbá
Sinto a minha pele arrepiar
No toque do Olodum
Evoquei nossos tambores
No compasso divinal
Pra ressoar no Carnaval