Vai-Vai: Mestre Tadeu celebra 50 anos à frente da bateria e reflete sobre futuro
Não é todo dia que um mestre celebra 50 anos à frente de uma bateria. O feito é de um ícone da escola de samba Vai-Vai, uma das mais tradicionais do país, Antonio Carlos Tadeu, o premiado e respeitado mestre Tadeu. Em entrevista ao repórter Guilherme Queiroz, para o SRzd, na festa de lançamento dos […]
Não é todo dia que um mestre celebra 50 anos à frente de uma bateria. O feito é de um ícone da escola de samba Vai-Vai, uma das mais tradicionais do país, Antonio Carlos Tadeu, o premiado e respeitado mestre Tadeu.
Dono de um estilo único, o comandante da bateria “Pegada de Macaco”, ao lado de mestre Beto também foi questionado sobre o seu futuro, e como não poderia ser diferente, foi autêntico em sua resposta.
Confira:
Mestre Tadeu: patrimônio vivo do samba paulistano
Mestre Tadeu começou a participar do Carnaval paulistano na década de 60, frequentando a Lavapés, uma das mais antigas escolas de samba da cidade.
No fim de 1969, entrou para a bateria da Vai-Vai como tocador de surdo, quando tinha 18 anos. Em 1974, quando a alvinegra do Bixiga não era mais um cordão há dois anos e havia se tornado uma escola, ele fez seu primeiro desfile como mestre.
Mestre Tadeu e bateria da Vai-Vai. Foto: Reprodução/Facebook/Vai-Vai/19/3/2017
Com personalidade forte, histórico de declarações fortes e dono de um estilo único de ensinar e comandar os seus ritmistas, se tornou recordista de notas máximas no Carnaval de São Paulo, onde coleciona premiações e se transformou uma das principais referências no segmento.
Considerado patrimônio vivo da “Escola do Povo” e do samba paulistano, Tadeu participou de todos os títulos da história da Vai-Vai, marca que faz dele o maior colecionador de vitórias do Carnaval.
Também detém a marca de mestre com o maior tempo no comandando uma mesma bateria na história tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro. Sem contar que de suas mãos, foram revelados vários diretores de bateria, entre eles, Magui, Tornado, Negativo e Thiago Praxedes.
Desenvolvido pelo carnavalesco Sidnei França, o primeiro desfile do sábado, dia 10 de fevereiro, promete mostrar a rua como espaço em constante disputa pela arte na cidade de São Paulo e celebra ainda os 40 anos da cultura Hip Hop no Brasil, exaltando a arte urbana por meio de suas vertentes – DJ, MC, Break e Grafitti.
Não é todo dia que um mestre celebra 50 anos à frente de uma bateria. O feito é de um ícone da escola de samba Vai-Vai, uma das mais tradicionais do país, Antonio Carlos Tadeu, o premiado e respeitado mestre Tadeu.
Dono de um estilo único, o comandante da bateria “Pegada de Macaco”, ao lado de mestre Beto também foi questionado sobre o seu futuro, e como não poderia ser diferente, foi autêntico em sua resposta.
Confira:
Mestre Tadeu: patrimônio vivo do samba paulistano
Mestre Tadeu começou a participar do Carnaval paulistano na década de 60, frequentando a Lavapés, uma das mais antigas escolas de samba da cidade.
No fim de 1969, entrou para a bateria da Vai-Vai como tocador de surdo, quando tinha 18 anos. Em 1974, quando a alvinegra do Bixiga não era mais um cordão há dois anos e havia se tornado uma escola, ele fez seu primeiro desfile como mestre.
Mestre Tadeu e bateria da Vai-Vai. Foto: Reprodução/Facebook/Vai-Vai/19/3/2017
Com personalidade forte, histórico de declarações fortes e dono de um estilo único de ensinar e comandar os seus ritmistas, se tornou recordista de notas máximas no Carnaval de São Paulo, onde coleciona premiações e se transformou uma das principais referências no segmento.
Considerado patrimônio vivo da “Escola do Povo” e do samba paulistano, Tadeu participou de todos os títulos da história da Vai-Vai, marca que faz dele o maior colecionador de vitórias do Carnaval.
Também detém a marca de mestre com o maior tempo no comandando uma mesma bateria na história tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro. Sem contar que de suas mãos, foram revelados vários diretores de bateria, entre eles, Magui, Tornado, Negativo e Thiago Praxedes.
Desenvolvido pelo carnavalesco Sidnei França, o primeiro desfile do sábado, dia 10 de fevereiro, promete mostrar a rua como espaço em constante disputa pela arte na cidade de São Paulo e celebra ainda os 40 anos da cultura Hip Hop no Brasil, exaltando a arte urbana por meio de suas vertentes – DJ, MC, Break e Grafitti.