Violência contra a mulher! Escolas de samba fazem manifestos
Revolta. O caso de estupro coletivo envolvendo uma adolescente de 17 anos em um apartamento de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, gerou forte repercussão nas redes sociais. Escolas de samba do Carnaval de São Paulo estão compartilhando em suas páginas, mensagens sobre a violência contra mulher. O Brasil atingiu recorde de vítimas […]
PORRedação SRzd6/3/2026|
3 min de leitura
Mulher em manifestação. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Revolta. O caso de estupro coletivo envolvendo uma adolescente de 17 anos em um apartamento de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, gerou forte repercussão nas redes sociais.
Escolas de samba do Carnaval de São Paulo estão compartilhando em suas páginas, mensagens sobre a violência contra mulher.
O Brasil atingiu recorde de vítimas de feminicídio em 2025 e 2024, com 1.518 e 1.458 vítimas em cada ano. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Além de incentivar as denúncias, as agremiações destacam que o problema social exige responsabilidade, diálogo e ação conjunta.
“Em março, mês em que celebramos o Dia Internacional da Mulher, também somos convidados à reflexão. Em um país que ainda registra números alarmantes de violência contra a mulher, como os casos de estupro e feminicídio, é urgente transformar consciência em ação. Que a mesma voz que canta, vibra e emociona na avenida também ecoe como um grito de respeito, proteção e valorização da vida das mulheres”, diz trecho do comunicado divulgado pela Mocidade Alegre, atual campeã do Grupo Especial.
“Falar sobre isso é necessário. Denunciar é essencial. Combater essa violência é responsabilidade de toda a sociedade. Que a informação gere consciência, que a justiça seja firme e que nenhuma mulher precise viver com medo. LIGUE 180”, escreveu a Dragões da Real, em um post.
“Que a mesma voz que canta, emociona e faz a avenida vibrar também ecoe como um grito de respeito, proteção e valorização da vida das mulheres. Violência contra a mulher é crime”, destacou a Barroca Zona Sul.
Revolta. O caso de estupro coletivo envolvendo uma adolescente de 17 anos em um apartamento de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, gerou forte repercussão nas redes sociais.
Escolas de samba do Carnaval de São Paulo estão compartilhando em suas páginas, mensagens sobre a violência contra mulher.
O Brasil atingiu recorde de vítimas de feminicídio em 2025 e 2024, com 1.518 e 1.458 vítimas em cada ano. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Além de incentivar as denúncias, as agremiações destacam que o problema social exige responsabilidade, diálogo e ação conjunta.
“Em março, mês em que celebramos o Dia Internacional da Mulher, também somos convidados à reflexão. Em um país que ainda registra números alarmantes de violência contra a mulher, como os casos de estupro e feminicídio, é urgente transformar consciência em ação. Que a mesma voz que canta, vibra e emociona na avenida também ecoe como um grito de respeito, proteção e valorização da vida das mulheres”, diz trecho do comunicado divulgado pela Mocidade Alegre, atual campeã do Grupo Especial.
“Falar sobre isso é necessário. Denunciar é essencial. Combater essa violência é responsabilidade de toda a sociedade. Que a informação gere consciência, que a justiça seja firme e que nenhuma mulher precise viver com medo. LIGUE 180”, escreveu a Dragões da Real, em um post.
“Que a mesma voz que canta, emociona e faz a avenida vibrar também ecoe como um grito de respeito, proteção e valorização da vida das mulheres. Violência contra a mulher é crime”, destacou a Barroca Zona Sul.