Com direção e roteiro de Pablo José Meza, de “A velha dos fundos” (La vieja de atrás – 2010), “As Ineses” (Las Ineses – 2016) é uma das estreias desta quinta-feira, dia 14, no Brasil. A comédia é uma coprodução entre Brasil e Argentina que conta com André Ramiro e Rafael Sieg no elenco de […]
PORAna Carolina Garcia14/2/2019|
2 min de leitura
“As Ineses” é uma das estreias desta quinta-feira, dia 14, nos cinemas brasileiros (Foto: Divulgação).
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Com direção e roteiro de Pablo José Meza, de “A velha dos fundos” (La vieja de atrás – 2010), “As Ineses” (Las Ineses – 2016) é uma das estreias desta quinta-feira, dia 14, no Brasil. A comédia é uma coprodução entre Brasil e Argentina que conta com André Ramiro e Rafael Sieg no elenco de apoio.
Na trama, duas vizinhas e amigas de mesmo sobrenome, Garcia, entram em trabalho de parto no mesmo dia e vão juntas para a maternidade, onde são atendidas por um médico bêbado e uma enfermeira que não aceita opiniões contrárias às suas. Neste contexto, o casal loiro recebe uma bebezinha morena, e o casal moreno, uma loira. A confusão é instaurada e a dúvida acerca da verdadeira paternidade das bebês não é esclarecida, mas os pais resolvem por conta própria, enquanto as mães resolvem dar às meninas o mesmo nome: Inês.
Batizadas de Inês Garcia, as duas meninas crescem como melhores amigas e irmãs (Foto: Divulgação).
A ideia não é original, mas, neste caso, se desenvolve no tom de comédia quase pastelão, impulsionada pela trilha sonora e tendo María Leal como destaque. No longa, a atriz vive Dominga, a avó desconfiada que se intromete em todos os assuntos da família, levando o genro à loucura. É uma relação clichê, mas que tenta segurar o filme apesar das falhas de roteiro, sobretudo no que tange à sua previsibilidade e à passagem de tempo.
À exceção das duas meninas Inês, nenhum personagem se modifica no decorrer de nove anos, algo que pode ser observado pela caracterização que não acompanha o envelhecimento dos personagens nem mesmo em relação ao figurino. É um trabalho preguiçoso que se torna ainda mais explícito na direção de arte, pois até a casa dos protagonistas continua igual.
Apesar dos problemas, “As Ineses” é uma produção leve e de roupagem televisiva que defende a paternidade baseada nos laços afetivos, independente dos de sangue, funcionando como passatempo.
Com direção e roteiro de Pablo José Meza, de “A velha dos fundos” (La vieja de atrás – 2010), “As Ineses” (Las Ineses – 2016) é uma das estreias desta quinta-feira, dia 14, no Brasil. A comédia é uma coprodução entre Brasil e Argentina que conta com André Ramiro e Rafael Sieg no elenco de apoio.
Na trama, duas vizinhas e amigas de mesmo sobrenome, Garcia, entram em trabalho de parto no mesmo dia e vão juntas para a maternidade, onde são atendidas por um médico bêbado e uma enfermeira que não aceita opiniões contrárias às suas. Neste contexto, o casal loiro recebe uma bebezinha morena, e o casal moreno, uma loira. A confusão é instaurada e a dúvida acerca da verdadeira paternidade das bebês não é esclarecida, mas os pais resolvem por conta própria, enquanto as mães resolvem dar às meninas o mesmo nome: Inês.
Batizadas de Inês Garcia, as duas meninas crescem como melhores amigas e irmãs (Foto: Divulgação).
A ideia não é original, mas, neste caso, se desenvolve no tom de comédia quase pastelão, impulsionada pela trilha sonora e tendo María Leal como destaque. No longa, a atriz vive Dominga, a avó desconfiada que se intromete em todos os assuntos da família, levando o genro à loucura. É uma relação clichê, mas que tenta segurar o filme apesar das falhas de roteiro, sobretudo no que tange à sua previsibilidade e à passagem de tempo.
À exceção das duas meninas Inês, nenhum personagem se modifica no decorrer de nove anos, algo que pode ser observado pela caracterização que não acompanha o envelhecimento dos personagens nem mesmo em relação ao figurino. É um trabalho preguiçoso que se torna ainda mais explícito na direção de arte, pois até a casa dos protagonistas continua igual.
Apesar dos problemas, “As Ineses” é uma produção leve e de roupagem televisiva que defende a paternidade baseada nos laços afetivos, independente dos de sangue, funcionando como passatempo.