O documentário Fernando Lemos, Atrás da Imagem , expressa, por intermédio das lentes do jovem cineasta Guilherme Coelho, a inquietude das obras do octogenário artista plástico.
POR Redação SRzd 1/6/2006| 3 min de leitura
O documentário Fernando Lemos, Atrás da Imagem , expressa, por intermédio das lentes do jovem cineasta Guilherme Coelho, a inquietude das obras do octogenário artista plástico.
POR Redação SRzd 1/6/2006| 3 min de leitura

Pintor, desenhista, fotógrafo, artista gráfico e poeta, nascido em Portugal, Fernando emigrou para o Brasil em 1953, fugindo da ditadura de Salazar. Nestas mais de cinco décadas, foi testemunha e participou da evolução da arte contemporânea brasileira durante a segunda metade do século XX, além de receber prêmios e participar de Bienais.
O artista, que já tinha experiências com vídeo, aprovou o trabalho de Guilherme. ‘Foi muito prazeroso ter contato com uma pessoa jovem, talentosa e que se interessou pelo meu trabalhoâ?.
Filmagem rápida e sem planejamento
Filmado em seis dias, entre a casa e o ateliê de Fernando na cidade de São Paulo, o documentário de Guilherme, mesmo diretor do premiado Fala Tu, é uma exploração da vida e do processo criativo do artista, a partir da proposta surrealista do automatismo psíquico. “Fomos filmar sem nada pré-concebido, não tínhamos um roteiro apurado. Partimos do princípio da escrita automática, ou seja, filmar sem muito controle. Deixávamos a câmera ligada para ver o que rolava”, diz ele.
Nos 55 minutos de filme, há uma exploração da história pessoal e política de Fernando, com suas influências, sua visão artística e seu acervo de obras. O jovem cineasta procurou captar o espírito de inquietude e independência vivido pelo artista e como isso se comunica ao mundo. “O objetivo foi fazer não apenas um filme sobre o Fernando Lemos, mas, sobretudo, um filme através dele. Uma tentativa de pensar o mundo através de seus paradigmas e preocupações”.
Realizado de forma rápida e fulminante, esse encontro que une duas pessoas separadas por 53 anos de idade, pode ser visto, segundo Guilherme, tanto pelos que conhecem, como por aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ter contato com o trabalho deste imigrante português. “Acho que uma pessoa não precisa ter referências para ver um filme. Ela pode, simplesmente, sentar e assistir”, afirma o cineasta.
O filme, que vai ser lançado em DVD, foi exibido no Rio, na última terça-feira. Haverá ainda uma sessão em São Paulo, no próximo dia 6, às 20h, no Cine Bombril (Av. Paulista, 2073).

Pintor, desenhista, fotógrafo, artista gráfico e poeta, nascido em Portugal, Fernando emigrou para o Brasil em 1953, fugindo da ditadura de Salazar. Nestas mais de cinco décadas, foi testemunha e participou da evolução da arte contemporânea brasileira durante a segunda metade do século XX, além de receber prêmios e participar de Bienais.
O artista, que já tinha experiências com vídeo, aprovou o trabalho de Guilherme. ‘Foi muito prazeroso ter contato com uma pessoa jovem, talentosa e que se interessou pelo meu trabalhoâ?.
Filmagem rápida e sem planejamento
Filmado em seis dias, entre a casa e o ateliê de Fernando na cidade de São Paulo, o documentário de Guilherme, mesmo diretor do premiado Fala Tu, é uma exploração da vida e do processo criativo do artista, a partir da proposta surrealista do automatismo psíquico. “Fomos filmar sem nada pré-concebido, não tínhamos um roteiro apurado. Partimos do princípio da escrita automática, ou seja, filmar sem muito controle. Deixávamos a câmera ligada para ver o que rolava”, diz ele.
Nos 55 minutos de filme, há uma exploração da história pessoal e política de Fernando, com suas influências, sua visão artística e seu acervo de obras. O jovem cineasta procurou captar o espírito de inquietude e independência vivido pelo artista e como isso se comunica ao mundo. “O objetivo foi fazer não apenas um filme sobre o Fernando Lemos, mas, sobretudo, um filme através dele. Uma tentativa de pensar o mundo através de seus paradigmas e preocupações”.
Realizado de forma rápida e fulminante, esse encontro que une duas pessoas separadas por 53 anos de idade, pode ser visto, segundo Guilherme, tanto pelos que conhecem, como por aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ter contato com o trabalho deste imigrante português. “Acho que uma pessoa não precisa ter referências para ver um filme. Ela pode, simplesmente, sentar e assistir”, afirma o cineasta.
O filme, que vai ser lançado em DVD, foi exibido no Rio, na última terça-feira. Haverá ainda uma sessão em São Paulo, no próximo dia 6, às 20h, no Cine Bombril (Av. Paulista, 2073).
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