Dismorfia Corporal: patologia afeta famosas nacionais e internacionais

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Saúde e estética. A pressão por um corpo perfeito e a comparação constante nas redes sociais têm contribuído para o aumento de casos de dismorfia corporal, um transtorno psicológico caracterizado pela distorção da autoimagem. Celebridades como Bruna Marquezine, Megan Fox, Daiana Garbin, Bella Hadid e Kendall Jenner já revelaram sofrer com a condição, que pode […]

POR Redação SRzd 26/10/2025| 3 min de leitura

Mulher deitada. Foto: Pikist

Mulher deitada. Foto: Pikist

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Saúde e estética. A pressão por um corpo perfeito e a comparação constante nas redes sociais têm contribuído para o aumento de casos de dismorfia corporal, um transtorno psicológico caracterizado pela distorção da autoimagem.

Celebridades como Bruna Marquezine, Megan Fox, Daiana Garbin, Bella Hadid e Kendall Jenner já revelaram sofrer com a condição, que pode levar à baixa autoestima, isolamento e até vício em procedimentos estéticos.

De acordo com o especialista em psiquiatria e saúde mental Roosevelt Lewis, fundador da The Roosevelt Center, clínica de referência em medicina preventiva, estética integrativa e bem-estar em New England (EUA), o problema é muito mais profundo do que uma simples insatisfação com a aparência.

“A dismorfia corporal é uma questão de saúde mental. O paciente se enxerga de forma distorcida, o que afeta sua autoestima, suas relações e até o desempenho profissional”, explica o especialista.

Lewis destaca que o diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar são essenciais para tratar o transtorno.

“Muitas vezes, o paciente busca incessantemente cirurgias ou procedimentos para ‘corrigir’ algo que só ele vê. O desafio está em identificar quando essa insatisfação ultrapassa o limite do saudável”, completa.

Mulher se olhando no espelho. Foto: Freepik
Mulher se olhando no espelho. Foto: Freepik

Entre as famosas que já falaram abertamente sobre o tema, a jornalista Daiana Garbin, esposa do apresentador Tiago Leifert, revelou ter enfrentado o distúrbio desde a adolescência.

Já Megan Fox relatou que nunca se sentiu bonita o suficiente, mesmo no auge da carreira.

“Esses exemplos ajudam a trazer visibilidade a um problema real, que não escolhe classe social ou profissão”, observa o psiquiatra, que também realiza atendimentos no Brasil e por meio da telemedicina.

O aumento de casos entre celebridades tem chamado a atenção de profissionais da saúde mental. Para Lewis, o ambiente de exposição constante potencializa o risco.

“A pressão por um corpo ideal e o medo do julgamento público criam um terreno fértil para o desenvolvimento da dismorfia. As redes sociais alimentam comparações irreais que fragilizam a autoimagem”, alerta.

Com o avanço das discussões sobre saúde mental e estética consciente, Roosevelt reforça a importância de profissionais capacitados e da busca por equilíbrio.

“A beleza não pode ser uma prisão. O autoconhecimento e o cuidado emocional são o primeiro passo para a verdadeira autoestima”, finaliza.

Rodapé - entretenimento

Saúde e estética. A pressão por um corpo perfeito e a comparação constante nas redes sociais têm contribuído para o aumento de casos de dismorfia corporal, um transtorno psicológico caracterizado pela distorção da autoimagem.

Celebridades como Bruna Marquezine, Megan Fox, Daiana Garbin, Bella Hadid e Kendall Jenner já revelaram sofrer com a condição, que pode levar à baixa autoestima, isolamento e até vício em procedimentos estéticos.

De acordo com o especialista em psiquiatria e saúde mental Roosevelt Lewis, fundador da The Roosevelt Center, clínica de referência em medicina preventiva, estética integrativa e bem-estar em New England (EUA), o problema é muito mais profundo do que uma simples insatisfação com a aparência.

“A dismorfia corporal é uma questão de saúde mental. O paciente se enxerga de forma distorcida, o que afeta sua autoestima, suas relações e até o desempenho profissional”, explica o especialista.

Lewis destaca que o diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar são essenciais para tratar o transtorno.

“Muitas vezes, o paciente busca incessantemente cirurgias ou procedimentos para ‘corrigir’ algo que só ele vê. O desafio está em identificar quando essa insatisfação ultrapassa o limite do saudável”, completa.

Mulher se olhando no espelho. Foto: Freepik
Mulher se olhando no espelho. Foto: Freepik

Entre as famosas que já falaram abertamente sobre o tema, a jornalista Daiana Garbin, esposa do apresentador Tiago Leifert, revelou ter enfrentado o distúrbio desde a adolescência.

Já Megan Fox relatou que nunca se sentiu bonita o suficiente, mesmo no auge da carreira.

“Esses exemplos ajudam a trazer visibilidade a um problema real, que não escolhe classe social ou profissão”, observa o psiquiatra, que também realiza atendimentos no Brasil e por meio da telemedicina.

O aumento de casos entre celebridades tem chamado a atenção de profissionais da saúde mental. Para Lewis, o ambiente de exposição constante potencializa o risco.

“A pressão por um corpo ideal e o medo do julgamento público criam um terreno fértil para o desenvolvimento da dismorfia. As redes sociais alimentam comparações irreais que fragilizam a autoimagem”, alerta.

Com o avanço das discussões sobre saúde mental e estética consciente, Roosevelt reforça a importância de profissionais capacitados e da busca por equilíbrio.

“A beleza não pode ser uma prisão. O autoconhecimento e o cuidado emocional são o primeiro passo para a verdadeira autoestima”, finaliza.

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