Atriz de Três Graças pede medida protetiva contra ex após após acusação

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Bastidores. Com base na lei Maria da Penha, Alanis Guillen, de 27 anos, que integra o elenco da novela “Três Graças”, conseguiu medida protetiva contra a ex-namorada Giovanna Reis após denunciar episódios de perseguição. As duas colocaram um ponto final no relacionamento em março após publicações antigas atribuídas à produtora, com teores racistas e homofóbicos, […]

POR Redação SRzd 4/5/2026| 2 min de leitura

Alanis Guillen e Giovanna Reis. Foto: Reprodução/Instagram

Alanis Guillen e Giovanna Reis. Foto: Reprodução/Instagram

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Bastidores. Com base na lei Maria da Penha, Alanis Guillen, de 27 anos, que integra o elenco da novela “Três Graças”, conseguiu medida protetiva contra a ex-namorada Giovanna Reis após denunciar episódios de perseguição.

As duas colocaram um ponto final no relacionamento em março após publicações antigas atribuídas à produtora, com teores racistas e homofóbicos, serem expostas.

Na época, Alanis se posicionou publicamente sobre o assunto, sem mencionar nomes ou citar diretamente o caso.

Segundo informações de Gabriel Vaquer, a intérprete da personagem Lorena afirmou que, com o fim da relação, Giovanna, de 28 anos, teria insistido em estabelecer contato, além de supostamente ameaçar expor aspectos da vida pessoal da artista e comparecer sem autorização à sua residência.

A solicitação foi acolhida pela Justiça do Rio de Janeiro, que entendeu o caso como enquadrado em violência psicológica, perseguição e constrangimento.

“A urgência é evidente, pois a reiteração das condutas descritas indica risco concreto de agravamento da situação, com potencial lesão à integridade psicológica, à privacidade e à tranquilidade da requerente”, diz um trecho do documento da decisão judicial compartilhada pela coluna “F5”.

Com isso, Giovanna não pode manter contato com Alanis por nenhum meio: “A requerida (Reis) precisa se abster de se aproximar da requerente (Alanis), de sua residência, de seu local de trabalho e de quaisquer outros locais de
frequência habitual, devendo manter distância mínima de 300 (trezentos) metros”.

Ainda de acordo com o despacho, a produtora está proibida de fazer comentários públicos sobre a artista, bem como “divulgar, expor, comentar ou publicar quaisquer aspectos da vida privada da requerente, por qualquer meio físico ou digital, inclusive redes sociais, aplicativos de mensagem, entrevistas ou veículos de comunicação”.

Segundo a jornalista Fábia Oliveira, o processo reúne uma série de provas, como mensagens, registros e depoimentos.

Entre eles, relatos de colegas de elenco que teriam sido abordados pela ex-namorada como forma de intimidação.

Rodapé - entretenimento

Bastidores. Com base na lei Maria da Penha, Alanis Guillen, de 27 anos, que integra o elenco da novela “Três Graças”, conseguiu medida protetiva contra a ex-namorada Giovanna Reis após denunciar episódios de perseguição.

As duas colocaram um ponto final no relacionamento em março após publicações antigas atribuídas à produtora, com teores racistas e homofóbicos, serem expostas.

Na época, Alanis se posicionou publicamente sobre o assunto, sem mencionar nomes ou citar diretamente o caso.

Segundo informações de Gabriel Vaquer, a intérprete da personagem Lorena afirmou que, com o fim da relação, Giovanna, de 28 anos, teria insistido em estabelecer contato, além de supostamente ameaçar expor aspectos da vida pessoal da artista e comparecer sem autorização à sua residência.

A solicitação foi acolhida pela Justiça do Rio de Janeiro, que entendeu o caso como enquadrado em violência psicológica, perseguição e constrangimento.

“A urgência é evidente, pois a reiteração das condutas descritas indica risco concreto de agravamento da situação, com potencial lesão à integridade psicológica, à privacidade e à tranquilidade da requerente”, diz um trecho do documento da decisão judicial compartilhada pela coluna “F5”.

Com isso, Giovanna não pode manter contato com Alanis por nenhum meio: “A requerida (Reis) precisa se abster de se aproximar da requerente (Alanis), de sua residência, de seu local de trabalho e de quaisquer outros locais de
frequência habitual, devendo manter distância mínima de 300 (trezentos) metros”.

Ainda de acordo com o despacho, a produtora está proibida de fazer comentários públicos sobre a artista, bem como “divulgar, expor, comentar ou publicar quaisquer aspectos da vida privada da requerente, por qualquer meio físico ou digital, inclusive redes sociais, aplicativos de mensagem, entrevistas ou veículos de comunicação”.

Segundo a jornalista Fábia Oliveira, o processo reúne uma série de provas, como mensagens, registros e depoimentos.

Entre eles, relatos de colegas de elenco que teriam sido abordados pela ex-namorada como forma de intimidação.

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