Cacau Protásio abre o jogo sobre diagnóstico: ‘Alívio e desafio’
Abriu o coração. Aos 50 anos, a atriz Cacau Protásio abriu o coração ao falar sobre o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), recebido apenas na vida adulta. A artista contou que a descoberta trouxe sentimentos contraditórios. “Receber o diagnóstico foi, ao mesmo tempo, um alívio e um desafio. Um alívio […]
PORRedação SRzd29/8/2025|
2 min de leitura
Cacau Protasio. Foto: Reprodução/Facebook
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Abriu o coração. Aos 50 anos, a atriz Cacau Protásio abriu o coração ao falar sobre o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), recebido apenas na vida adulta. A artista contou que a descoberta trouxe sentimentos contraditórios.
“Receber o diagnóstico foi, ao mesmo tempo, um alívio e um desafio. Um alívio porque pude compreender melhor certos aspectos do meu jeito de ser, e um desafio porque passei a me policiar ainda mais para não falhar em nenhum setor da minha vida”, declarou em entrevista ao portal LeoDias.
Segundo Cacau, o transtorno não compromete seu desempenho profissional. “Quando atravesso momentos de ansiedade, sei que preciso redobrar os cuidados. Fico mais focada e, graças a Deus, mesmo com este diagnóstico, decoro os textos com muita facilidade”, afirmou.
A atriz destacou ainda o apoio de diretores e colegas de cena em momentos de maior dificuldade, citando César Rodrigues, de Vai que Cola, e a cineasta Cris D’Amato. “Sou muito bagunceira, mas quando estou trabalhando fico extremamente focada. Se é algo que exige concentração, seguro na mão da diretora, ela segura na minha e me ajuda. Ninguém solta a mão de ninguém!”, disse, emocionada.
Abriu o coração. Aos 50 anos, a atriz Cacau Protásio abriu o coração ao falar sobre o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), recebido apenas na vida adulta. A artista contou que a descoberta trouxe sentimentos contraditórios.
“Receber o diagnóstico foi, ao mesmo tempo, um alívio e um desafio. Um alívio porque pude compreender melhor certos aspectos do meu jeito de ser, e um desafio porque passei a me policiar ainda mais para não falhar em nenhum setor da minha vida”, declarou em entrevista ao portal LeoDias.
Segundo Cacau, o transtorno não compromete seu desempenho profissional. “Quando atravesso momentos de ansiedade, sei que preciso redobrar os cuidados. Fico mais focada e, graças a Deus, mesmo com este diagnóstico, decoro os textos com muita facilidade”, afirmou.
A atriz destacou ainda o apoio de diretores e colegas de cena em momentos de maior dificuldade, citando César Rodrigues, de Vai que Cola, e a cineasta Cris D’Amato. “Sou muito bagunceira, mas quando estou trabalhando fico extremamente focada. Se é algo que exige concentração, seguro na mão da diretora, ela segura na minha e me ajuda. Ninguém solta a mão de ninguém!”, disse, emocionada.