Galã e ecossexual, Sérgio Marone fala sobre perseguição e críticas
Comportamento. Após declarar-se ecossexual, o galã Sérgio Marone popularizou o termo, mas também foi alvo de críticas que o perseguem até hoje. O ator, de 45 anos, acredita que houve uma simplificação da palavra e pouco entendimento do seu significado. Essa nova identidade abraça a ideia de que a natureza é sagrada e merece ser […]
PORRedação SRzd24/2/2026|
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Sérgio Marone. Foto: Reprodução/Instagram
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Comportamento. Após declarar-se ecossexual, o galã Sérgio Marone popularizou o termo, mas também foi alvo de críticas que o perseguem até hoje.
O ator, de 45 anos, acredita que houve uma simplificação da palavra e pouco entendimento do seu significado.
Essa nova identidade abraça a ideia de que a natureza é sagrada e merece ser respeitada, honrada e cuidada. Para os ecossexuais, o prazer e a intimidade estão relacionados ao envolvimento ativo e consciente com o meio ambiente.
“Não é rótulo, é consciência. É entender que somos natureza. É ter prazer em um banho de mar, numa cachoeira, numa brisa no rosto. Isso impacta escolhas práticas: menos excesso, mais intenção. Ter responsabilidade ambiental é gesto de amor próprio. Não é o planeta que precisa ser salvo — é o nosso futuro nele”, disse em entrevista a Lu Lacerda.
“A maturidade me ensinou a escolher relações que caminham junto com minha liberdade, não contra ela. Se preciso me diminuir pra caber, não é pra mim. Se for pra viver junto, que seja pra somar silêncio bom, riso fácil e verdade. O resto é barulho”, ponderou Marone.
Comportamento. Após declarar-se ecossexual, o galã Sérgio Marone popularizou o termo, mas também foi alvo de críticas que o perseguem até hoje.
O ator, de 45 anos, acredita que houve uma simplificação da palavra e pouco entendimento do seu significado.
Essa nova identidade abraça a ideia de que a natureza é sagrada e merece ser respeitada, honrada e cuidada. Para os ecossexuais, o prazer e a intimidade estão relacionados ao envolvimento ativo e consciente com o meio ambiente.
“Não é rótulo, é consciência. É entender que somos natureza. É ter prazer em um banho de mar, numa cachoeira, numa brisa no rosto. Isso impacta escolhas práticas: menos excesso, mais intenção. Ter responsabilidade ambiental é gesto de amor próprio. Não é o planeta que precisa ser salvo — é o nosso futuro nele”, disse em entrevista a Lu Lacerda.
“A maturidade me ensinou a escolher relações que caminham junto com minha liberdade, não contra ela. Se preciso me diminuir pra caber, não é pra mim. Se for pra viver junto, que seja pra somar silêncio bom, riso fácil e verdade. O resto é barulho”, ponderou Marone.