Laser feito por Virginia Fonseca é seguro no verão?
É seguro fazer laser no verão? Com a chegada do verão e o aumento das compras de fim de ano, cresce também o interesse por procedimentos estéticos rápidos, capazes de entregar pele renovada antes das festas. Entre eles, o laser se destaca e volta aos holofotes sempre que algum influenciador compartilha resultados nas redes, como […]
É seguro fazer laser no verão? Com a chegada do verão e o aumento das compras de fim de ano, cresce também o interesse por procedimentos estéticos rápidos, capazes de entregar pele renovada antes das festas.
Entre eles, o laser se destaca e volta aos holofotes sempre que algum influenciador compartilha resultados nas redes, como ocorreu recentemente com Virginia Fonseca, reacendendo muitas dúvidas.
A empresária realizou um laser de CO2 para diminuir as acnes faciais e suavizar as marcas.
O laser de CO2 é uma tecnologia utilizada no tratamento dermatológico para rejuvenescimento da pele. Ele é um tipo de laser ablativo que pode ser usado para melhorar a aparência das rugas, flacidez da pele na face, pescoço, colo, braços, mãos e pernas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
De acordo com a dermatologista Paula Gonçalves Schroder, a resposta não é um simples “sim” ou “não”. “O laser pode ser feito no verão, mas não de qualquer jeito.
O sol é um fator decisivo, porque a pele fica mais sensível após o procedimento. Então, a avaliação correta e o tipo de tecnologia escolhida fazem toda a diferença.
+ O que NÃO pode no verão
Segundo Paula, os maiores riscos acontecem quando o paciente faz lasers mais intensos, usados para tratar manchas profundas, rejuvenescimento agressivo ou cicatrizes, e logo depois se expõe ao sol.
“É nesse cenário que vemos manchas, irritações ou escurecimento da pele. Para quem vai à praia, piscina ou passa muito tempo ao ar livre, alguns lasers realmente não são indicados nesta época”, reforça.
Virginia mostra o pós-procedimento. Foto: Reprodução/Instagram
+ O que PODE, mas com cautela
Apesar das restrições, há lasers e tecnologias que podem ser realizados com segurança durante o verão, especialmente os de baixa energia, protocolos de manutenção e alguns tipos de depilação a laser feitos com equipamentos adequados ao fototipo.
“Quando o procedimento é escolhido corretamente, com indicação precisa, o verão não é um obstáculo. O problema nunca é o laser, é a falta de orientação adequada”, pontua a dermatologista.
Como todo procedimento ablativo, o laser de CO2 envolve alguns riscos, como infecção, hiperpigmentação pós-inflamatória, cicatrizes, alteração da sensibilidade da pele e eritema (vermelhidão) prolongado.
Por isso, alguns cuidados são necessários antes e após o procedimento. É o caso de uma avaliação dermatológica, suspensão de agentes irritantes e controle de condições como melasma e acne ativa.
+ Verão não é vilão, falta de orientação
Fazer laser no verão é possível, mas exige consciência, indicação precisa e, acima de tudo, respeito aos limites de cada pele.
“O paciente precisa saber: estética segura é estética acompanhada. Nosso papel é orientar, e nunca arriscar”, finaliza Schroder.
É seguro fazer laser no verão? Com a chegada do verão e o aumento das compras de fim de ano, cresce também o interesse por procedimentos estéticos rápidos, capazes de entregar pele renovada antes das festas.
Entre eles, o laser se destaca e volta aos holofotes sempre que algum influenciador compartilha resultados nas redes, como ocorreu recentemente com Virginia Fonseca, reacendendo muitas dúvidas.
A empresária realizou um laser de CO2 para diminuir as acnes faciais e suavizar as marcas.
O laser de CO2 é uma tecnologia utilizada no tratamento dermatológico para rejuvenescimento da pele. Ele é um tipo de laser ablativo que pode ser usado para melhorar a aparência das rugas, flacidez da pele na face, pescoço, colo, braços, mãos e pernas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
De acordo com a dermatologista Paula Gonçalves Schroder, a resposta não é um simples “sim” ou “não”. “O laser pode ser feito no verão, mas não de qualquer jeito.
O sol é um fator decisivo, porque a pele fica mais sensível após o procedimento. Então, a avaliação correta e o tipo de tecnologia escolhida fazem toda a diferença.
+ O que NÃO pode no verão
Segundo Paula, os maiores riscos acontecem quando o paciente faz lasers mais intensos, usados para tratar manchas profundas, rejuvenescimento agressivo ou cicatrizes, e logo depois se expõe ao sol.
“É nesse cenário que vemos manchas, irritações ou escurecimento da pele. Para quem vai à praia, piscina ou passa muito tempo ao ar livre, alguns lasers realmente não são indicados nesta época”, reforça.
Virginia mostra o pós-procedimento. Foto: Reprodução/Instagram
+ O que PODE, mas com cautela
Apesar das restrições, há lasers e tecnologias que podem ser realizados com segurança durante o verão, especialmente os de baixa energia, protocolos de manutenção e alguns tipos de depilação a laser feitos com equipamentos adequados ao fototipo.
“Quando o procedimento é escolhido corretamente, com indicação precisa, o verão não é um obstáculo. O problema nunca é o laser, é a falta de orientação adequada”, pontua a dermatologista.
Como todo procedimento ablativo, o laser de CO2 envolve alguns riscos, como infecção, hiperpigmentação pós-inflamatória, cicatrizes, alteração da sensibilidade da pele e eritema (vermelhidão) prolongado.
Por isso, alguns cuidados são necessários antes e após o procedimento. É o caso de uma avaliação dermatológica, suspensão de agentes irritantes e controle de condições como melasma e acne ativa.
+ Verão não é vilão, falta de orientação
Fazer laser no verão é possível, mas exige consciência, indicação precisa e, acima de tudo, respeito aos limites de cada pele.
“O paciente precisa saber: estética segura é estética acompanhada. Nosso papel é orientar, e nunca arriscar”, finaliza Schroder.