Laser feito por Virginia Fonseca é seguro no verão?

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É seguro fazer laser no verão? Com a chegada do verão e o aumento das compras de fim de ano, cresce também o interesse por procedimentos estéticos rápidos, capazes de entregar pele renovada antes das festas. Entre eles, o laser se destaca e volta aos holofotes sempre que algum influenciador compartilha resultados nas redes, como […]

POR Redação SRzd 14/12/2025| 3 min de leitura

Virginia Fonseca. Foto: Reprodução/Instagram

Virginia Fonseca. Foto: Reprodução/Instagram

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É seguro fazer laser no verão? Com a chegada do verão e o aumento das compras de fim de ano, cresce também o interesse por procedimentos estéticos rápidos, capazes de entregar pele renovada antes das festas.

Entre eles, o laser se destaca e volta aos holofotes sempre que algum influenciador compartilha resultados nas redes, como ocorreu recentemente com Virginia Fonseca, reacendendo muitas dúvidas.

A empresária realizou um laser de CO2 para diminuir as acnes faciais e suavizar as marcas.

O laser de CO2 é uma tecnologia utilizada no tratamento dermatológico para rejuvenescimento da pele. Ele é um tipo de laser ablativo que pode ser usado para melhorar a aparência das rugas, flacidez da pele na face, pescoço, colo, braços, mãos e pernas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

De acordo com a dermatologista Paula Gonçalves Schroder, a resposta não é um simples “sim” ou “não”. “O laser pode ser feito no verão, mas não de qualquer jeito.

O sol é um fator decisivo, porque a pele fica mais sensível após o procedimento. Então, a avaliação correta e o tipo de tecnologia escolhida fazem toda a diferença.

+ O que NÃO pode no verão

Segundo Paula, os maiores riscos acontecem quando o paciente faz lasers mais intensos, usados para tratar manchas profundas, rejuvenescimento agressivo ou cicatrizes, e logo depois se expõe ao sol.

“É nesse cenário que vemos manchas, irritações ou escurecimento da pele. Para quem vai à praia, piscina ou passa muito tempo ao ar livre, alguns lasers realmente não são indicados nesta época”, reforça.

Virginia mostra o pós-procedimento. Foto: Reprodução/Instagram
Virginia mostra o pós-procedimento. Foto: Reprodução/Instagram

+ O que PODE, mas com cautela

Apesar das restrições, há lasers e tecnologias que podem ser realizados com segurança durante o verão, especialmente os de baixa energia, protocolos de manutenção e alguns tipos de depilação a laser feitos com equipamentos adequados ao fototipo.

“Quando o procedimento é escolhido corretamente, com indicação precisa, o verão não é um obstáculo. O problema nunca é o laser, é a falta de orientação adequada”, pontua a dermatologista.

Como todo procedimento ablativo, o laser de CO2 envolve alguns riscos, como infecção, hiperpigmentação pós-inflamatória, cicatrizes, alteração da sensibilidade da pele e eritema (vermelhidão) prolongado.

Por isso, alguns cuidados são necessários antes e após o procedimento. É o caso de uma avaliação dermatológica, suspensão de agentes irritantes e controle de condições como melasma e acne ativa.

+ Verão não é vilão, falta de orientação

Fazer laser no verão é possível, mas exige consciência, indicação precisa e, acima de tudo, respeito aos limites de cada pele.

“O paciente precisa saber: estética segura é estética acompanhada. Nosso papel é orientar, e nunca arriscar”, finaliza Schroder.

+ assista:

Rodapé - entretenimento

É seguro fazer laser no verão? Com a chegada do verão e o aumento das compras de fim de ano, cresce também o interesse por procedimentos estéticos rápidos, capazes de entregar pele renovada antes das festas.

Entre eles, o laser se destaca e volta aos holofotes sempre que algum influenciador compartilha resultados nas redes, como ocorreu recentemente com Virginia Fonseca, reacendendo muitas dúvidas.

A empresária realizou um laser de CO2 para diminuir as acnes faciais e suavizar as marcas.

O laser de CO2 é uma tecnologia utilizada no tratamento dermatológico para rejuvenescimento da pele. Ele é um tipo de laser ablativo que pode ser usado para melhorar a aparência das rugas, flacidez da pele na face, pescoço, colo, braços, mãos e pernas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

De acordo com a dermatologista Paula Gonçalves Schroder, a resposta não é um simples “sim” ou “não”. “O laser pode ser feito no verão, mas não de qualquer jeito.

O sol é um fator decisivo, porque a pele fica mais sensível após o procedimento. Então, a avaliação correta e o tipo de tecnologia escolhida fazem toda a diferença.

+ O que NÃO pode no verão

Segundo Paula, os maiores riscos acontecem quando o paciente faz lasers mais intensos, usados para tratar manchas profundas, rejuvenescimento agressivo ou cicatrizes, e logo depois se expõe ao sol.

“É nesse cenário que vemos manchas, irritações ou escurecimento da pele. Para quem vai à praia, piscina ou passa muito tempo ao ar livre, alguns lasers realmente não são indicados nesta época”, reforça.

Virginia mostra o pós-procedimento. Foto: Reprodução/Instagram
Virginia mostra o pós-procedimento. Foto: Reprodução/Instagram

+ O que PODE, mas com cautela

Apesar das restrições, há lasers e tecnologias que podem ser realizados com segurança durante o verão, especialmente os de baixa energia, protocolos de manutenção e alguns tipos de depilação a laser feitos com equipamentos adequados ao fototipo.

“Quando o procedimento é escolhido corretamente, com indicação precisa, o verão não é um obstáculo. O problema nunca é o laser, é a falta de orientação adequada”, pontua a dermatologista.

Como todo procedimento ablativo, o laser de CO2 envolve alguns riscos, como infecção, hiperpigmentação pós-inflamatória, cicatrizes, alteração da sensibilidade da pele e eritema (vermelhidão) prolongado.

Por isso, alguns cuidados são necessários antes e após o procedimento. É o caso de uma avaliação dermatológica, suspensão de agentes irritantes e controle de condições como melasma e acne ativa.

+ Verão não é vilão, falta de orientação

Fazer laser no verão é possível, mas exige consciência, indicação precisa e, acima de tudo, respeito aos limites de cada pele.

“O paciente precisa saber: estética segura é estética acompanhada. Nosso papel é orientar, e nunca arriscar”, finaliza Schroder.

+ assista:

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