Léo Áquilla revela que é assexual e que pretende fazer cirurgia de cirurgia

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BBB. Léo Áquilla fez grandes revelações no “Podshape”, podcast apresentado por Juju Salimeni e Diogo Basagila. A jornalista conta que ainda não pode fazer cirurgia de cirurgia de redesignação sexual. Ela também revela que se considera demissexual, identidade dentro do espectro da assexualidade. “Eu sou uma mulher trans, mas eu sou uma pessoa assexual”, diz […]

POR Redação SRzd 10/4/2026| 3 min de leitura

Léo Áquilla

Léo Áquilla. Reprodução de vídeo

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BBB. Léo Áquilla fez grandes revelações no “Podshape”, podcast apresentado por Juju Salimeni e Diogo Basagila. A jornalista conta que ainda não pode fazer cirurgia de cirurgia de redesignação sexual. Ela também revela que se considera demissexual, identidade dentro do espectro da assexualidade.

“Eu sou uma mulher trans, mas eu sou uma pessoa assexual”, diz a jornalista. “Como é isso? Me explica”, pede Juju. “Assexual também é um guarda-chuva, porque tem uma variação enorme de assexuais. Porque não é todo mundo igual. Tem o assexual que gosta menos, menos, quase nada de sexo, porque prioriza outras coisas, o amor…”, esclarece Leo. “Não tem vontade de transar”, complementa a apresentadora do podcast. “Não tem necessidade, vontade até tem, mas necessidade, não. Não liga”, retifica a ex-Fazenda.

Léo explica como ela se identifica. “E tem aquelas pessoas que, assim como eu, tem muito tesão, tem muita vontade. Eu sou furacão, meu amor. Eu tô em erupção a todo momento. Mas eu só consigo fazer sexo se tiver amor. Isso se chama demissexual”, comenta.

Juliana também se identifica como demissexual e revela que quando conheceu o noivo, Diogo Basaglia, fugiu do sexo, já que ainda não o amava. “Ah, que se interessa pela personalidade da pessoa, pela inteligência. Pela conexão. Eu sou assim também. Sempre fui”, diz a empresária. “Então, muita mulher cis é demissexual, mas não sabe classificar, se encaixar”, destaca Leonora. “Inclusive, eu já falei aqui que quando eu conheci meu marido, a primeira vez que a gente ficou, deu uns beijinhos e aí eu fugi dele porque eu não queria dormir com ele”.

A jornalista destaca que também apela para o mesmo truque de Juliana. “Então, eu também faço isso, mas porque você precisa de conexão. Você precisa primeiro sentir confiança. A pessoa tem que te passar que te ama, que te respeita”.

Juju diz que não gosta de sexo sem amor, mas não julga quem não precisa de uma conexão para transar. “Eu acho muito esquisito, Léo. Tipo, nada contra quem quiser, né? É, tá tudo bem. A pessoa sente vontade, ok”. “A gente tá falando da gente”, reitera. “Não tenho essa vontade”, diz a empresária. “Você é assexuada”, classifica a ex-Fazenda.

Durante o episódio, Léo também contou se fez cirurgia de “Não fiz, porque eu tenho um problema no coração que não me permite. Eu fiz todos os tratamentos. Eu ia fazer com o Dr. Kamol lá na Tailândia. Cheguei a pagar. É o melhor lugar, porque eles têm muita experiência e a estética também é muito bonita, é muito perfeita. Deixa tudo bem bonitinho”, revela.

Agora, pela primeira vez, Léo Áquilla, conta que pretende fazer o procedimento no ano que vem. “Agora é que eu estou retomando, depois de 15 anos, essa história para ver se eu faço em 2027. Não contei isso para ninguém. Agora a técnica é outra, não é mais tão agressiva como era. Desde que eu descobri esse problema no coração, eu venho fazendo tratamento e acompanhamento. Então, estabilizou o problema porque é uma cirurgia que você vai tomar anestesia geral. Além disso, é muito agressiva. O pós-operatório é punk. A dilatação é muito dolorida, é o que todas as meninas relatam. É o que o médico também relata, porque você tem que ficar dilatando três vezes ao dia, dilatando e enfiando um consolo, porque é um lugar que naturalmente quer fechar”.

Rodapé - entretenimento

BBB. Léo Áquilla fez grandes revelações no “Podshape”, podcast apresentado por Juju Salimeni e Diogo Basagila. A jornalista conta que ainda não pode fazer cirurgia de cirurgia de redesignação sexual. Ela também revela que se considera demissexual, identidade dentro do espectro da assexualidade.

“Eu sou uma mulher trans, mas eu sou uma pessoa assexual”, diz a jornalista. “Como é isso? Me explica”, pede Juju. “Assexual também é um guarda-chuva, porque tem uma variação enorme de assexuais. Porque não é todo mundo igual. Tem o assexual que gosta menos, menos, quase nada de sexo, porque prioriza outras coisas, o amor…”, esclarece Leo. “Não tem vontade de transar”, complementa a apresentadora do podcast. “Não tem necessidade, vontade até tem, mas necessidade, não. Não liga”, retifica a ex-Fazenda.

Léo explica como ela se identifica. “E tem aquelas pessoas que, assim como eu, tem muito tesão, tem muita vontade. Eu sou furacão, meu amor. Eu tô em erupção a todo momento. Mas eu só consigo fazer sexo se tiver amor. Isso se chama demissexual”, comenta.

Juliana também se identifica como demissexual e revela que quando conheceu o noivo, Diogo Basaglia, fugiu do sexo, já que ainda não o amava. “Ah, que se interessa pela personalidade da pessoa, pela inteligência. Pela conexão. Eu sou assim também. Sempre fui”, diz a empresária. “Então, muita mulher cis é demissexual, mas não sabe classificar, se encaixar”, destaca Leonora. “Inclusive, eu já falei aqui que quando eu conheci meu marido, a primeira vez que a gente ficou, deu uns beijinhos e aí eu fugi dele porque eu não queria dormir com ele”.

A jornalista destaca que também apela para o mesmo truque de Juliana. “Então, eu também faço isso, mas porque você precisa de conexão. Você precisa primeiro sentir confiança. A pessoa tem que te passar que te ama, que te respeita”.

Juju diz que não gosta de sexo sem amor, mas não julga quem não precisa de uma conexão para transar. “Eu acho muito esquisito, Léo. Tipo, nada contra quem quiser, né? É, tá tudo bem. A pessoa sente vontade, ok”. “A gente tá falando da gente”, reitera. “Não tenho essa vontade”, diz a empresária. “Você é assexuada”, classifica a ex-Fazenda.

Durante o episódio, Léo também contou se fez cirurgia de “Não fiz, porque eu tenho um problema no coração que não me permite. Eu fiz todos os tratamentos. Eu ia fazer com o Dr. Kamol lá na Tailândia. Cheguei a pagar. É o melhor lugar, porque eles têm muita experiência e a estética também é muito bonita, é muito perfeita. Deixa tudo bem bonitinho”, revela.

Agora, pela primeira vez, Léo Áquilla, conta que pretende fazer o procedimento no ano que vem. “Agora é que eu estou retomando, depois de 15 anos, essa história para ver se eu faço em 2027. Não contei isso para ninguém. Agora a técnica é outra, não é mais tão agressiva como era. Desde que eu descobri esse problema no coração, eu venho fazendo tratamento e acompanhamento. Então, estabilizou o problema porque é uma cirurgia que você vai tomar anestesia geral. Além disso, é muito agressiva. O pós-operatório é punk. A dilatação é muito dolorida, é o que todas as meninas relatam. É o que o médico também relata, porque você tem que ficar dilatando três vezes ao dia, dilatando e enfiando um consolo, porque é um lugar que naturalmente quer fechar”.

Rodapé - entretenimento

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