Morre Dona Jacira, mãe de Emicida e Fióti, aos 60 anos
Tristeza. Jacira Roque de Oliveira, conhecida como Dona Jacira, escritora, artista plástica e mãe dos músicos Emicida e Evandro Fióti, morreu nesta segunda-feira (28), aos 60 anos, em São Paulo. Ela estava hospitalizada na capital paulista. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas Dona Jacira convivia com lúpus e fazia hemodiálise há mais […]
PORRedação SRzd28/7/2025|
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Dona Jacira. Foto: Reprodução/Instagram
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Tristeza. Jacira Roque de Oliveira, conhecida como Dona Jacira, escritora, artista plástica e mãe dos músicos Emicida e Evandro Fióti, morreu nesta segunda-feira (28), aos 60 anos, em São Paulo. Ela estava hospitalizada na capital paulista. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas Dona Jacira convivia com lúpus e fazia hemodiálise há mais de 25 anos. A informação foi confirmada por amigos da família à revista Marie Claire.
Nascida e criada na zona norte de São Paulo, Dona Jacira construiu uma trajetória marcada pela resistência e pela força. Após uma juventude difícil marcada por abusos, casamento precoce, viuvez e dificuldades financeiras, ela encontrou na arte um caminho de reinvenção e expressão. Ganhou notoriedade não apenas por ser mãe de dois dos principais nomes da música brasileira contemporânea, mas também por seu trabalho próprio como artista e liderança comunitária.
Autora da autobiografia Café (2018), ela também se dedicava à costura e à produção de bonecas artesanais feitas com retalhos, e chegou a aplicar seus bordados em peças da coleção Herança da marca Lab Fantasma, criada por seus filhos. Com um forte vínculo com a ancestralidade, Dona Jacira promovia encontros culturais em sua própria casa, valorizando temas como arte, alimentação e espiritualidade.
Tristeza. Jacira Roque de Oliveira, conhecida como Dona Jacira, escritora, artista plástica e mãe dos músicos Emicida e Evandro Fióti, morreu nesta segunda-feira (28), aos 60 anos, em São Paulo. Ela estava hospitalizada na capital paulista. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas Dona Jacira convivia com lúpus e fazia hemodiálise há mais de 25 anos. A informação foi confirmada por amigos da família à revista Marie Claire.
Nascida e criada na zona norte de São Paulo, Dona Jacira construiu uma trajetória marcada pela resistência e pela força. Após uma juventude difícil marcada por abusos, casamento precoce, viuvez e dificuldades financeiras, ela encontrou na arte um caminho de reinvenção e expressão. Ganhou notoriedade não apenas por ser mãe de dois dos principais nomes da música brasileira contemporânea, mas também por seu trabalho próprio como artista e liderança comunitária.
Autora da autobiografia Café (2018), ela também se dedicava à costura e à produção de bonecas artesanais feitas com retalhos, e chegou a aplicar seus bordados em peças da coleção Herança da marca Lab Fantasma, criada por seus filhos. Com um forte vínculo com a ancestralidade, Dona Jacira promovia encontros culturais em sua própria casa, valorizando temas como arte, alimentação e espiritualidade.