Xuxa reage após ex-Paquita revelar valor recebido no auge do sucesso

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Bastidores. A atriz e ex-Paquita Juliana Baroni revelou detalhes sobre a remuneração financeira do grupo de assistentes de palco de Xuxa Meneghel. Durante participação no podcast Os Bastidores de Tudo, ela afirmou que, apesar da projeção nacional e do intenso volume de trabalho, o pagamento das integrantes era muito inferior ao que o público imaginava […]

POR Redação SRzd 3/6/2026| 2 min de leitura

Xuxa e Juliana Baroni. Foto: Reprodução de vídeo

Xuxa e Juliana Baroni. Foto: Reprodução de vídeo

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Bastidores. A atriz e ex-Paquita Juliana Baroni revelou detalhes sobre a remuneração financeira do grupo de assistentes de palco de Xuxa Meneghel.

Durante participação no podcast Os Bastidores de Tudo, ela afirmou que, apesar da projeção nacional e do intenso volume de trabalho, o pagamento das integrantes era muito inferior ao que o público imaginava na época.

“Se a Xuxa ganhava 80 mil, 100 mil na época para fazer um show, as paquitas ganhavam 200 reais”, destacou.

A ex-Paquita disse ainda que os ganhos totais eram resultado da soma de diversas frentes de trabalho, incluindo programas de TV, shows, filmes e discos.

Ela explicou que o dinheiro recebido ajudava no cotidiano no Rio de Janeiro, mas estava longe de garantir um padrão de vida elevado.

Segundo Baroni, mesmo com o aumento da fama entre os anos de 1990 e 1995, a proporção dos pagamentos se manteve estável ao longo do tempo.

Após a repercussão do assunto, Xuxa utilizou os comentários de uma rede social para validar as informações da antiga parceira de palco.

A eterna “Rainha dos Baixinhos” apontou que não era a responsável por definir os valores pagos às assistentes de palco e atribuiu a gestão financeira à sua ex-diretora.

“Mais pura verdade… lembrando a todos que eu pagava o cachê (saia do meu dinheiro) pra elas. (NÃO) nem eu sabia quando ganhava e quanto ganhava. Sempre quem cuidou de dinheiro [foi a Marlene] Mattos (SEMPRE FOI ASSIM)”, postou.

Vale lembrar que a relação entre Xuxa e Marlene é marcada por um rompimento pessoal e profissional que durou quase duas décadas.

As duas voltaram a se encontrar apenas após 19 anos, durante as gravações de um documentário produzido para o Globoplay.

Na ocasião, a apresentadora afirmou que a diretora teria declarado que odiava crianças e ofendido pessoas capacitistas, alegações que foram negadas por Marlene.

Rodapé - entretenimento

Bastidores. A atriz e ex-Paquita Juliana Baroni revelou detalhes sobre a remuneração financeira do grupo de assistentes de palco de Xuxa Meneghel.

Durante participação no podcast Os Bastidores de Tudo, ela afirmou que, apesar da projeção nacional e do intenso volume de trabalho, o pagamento das integrantes era muito inferior ao que o público imaginava na época.

“Se a Xuxa ganhava 80 mil, 100 mil na época para fazer um show, as paquitas ganhavam 200 reais”, destacou.

A ex-Paquita disse ainda que os ganhos totais eram resultado da soma de diversas frentes de trabalho, incluindo programas de TV, shows, filmes e discos.

Ela explicou que o dinheiro recebido ajudava no cotidiano no Rio de Janeiro, mas estava longe de garantir um padrão de vida elevado.

Segundo Baroni, mesmo com o aumento da fama entre os anos de 1990 e 1995, a proporção dos pagamentos se manteve estável ao longo do tempo.

Após a repercussão do assunto, Xuxa utilizou os comentários de uma rede social para validar as informações da antiga parceira de palco.

A eterna “Rainha dos Baixinhos” apontou que não era a responsável por definir os valores pagos às assistentes de palco e atribuiu a gestão financeira à sua ex-diretora.

“Mais pura verdade… lembrando a todos que eu pagava o cachê (saia do meu dinheiro) pra elas. (NÃO) nem eu sabia quando ganhava e quanto ganhava. Sempre quem cuidou de dinheiro [foi a Marlene] Mattos (SEMPRE FOI ASSIM)”, postou.

Vale lembrar que a relação entre Xuxa e Marlene é marcada por um rompimento pessoal e profissional que durou quase duas décadas.

As duas voltaram a se encontrar apenas após 19 anos, durante as gravações de um documentário produzido para o Globoplay.

Na ocasião, a apresentadora afirmou que a diretora teria declarado que odiava crianças e ofendido pessoas capacitistas, alegações que foram negadas por Marlene.

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