Zé Felipe muda o visual para 2026 e especialista explica cuidados com cabelo descolorido
Comportamento. Zé Felipe começou 2026 de visual renovado. O cantor surpreendeu os fãs ao compartilhar nas redes sociais o novo corte de cabelo aliado à descoloração global dos fios, tendência que segue forte entre artistas e influenciadores masculinos. A mudança estética, além de marcar uma nova fase, também levanta um ponto importante: os cuidados necessários […]
PORRedação SRzd8/1/2026|
3 min de leitura
Zé Felipe. Redes sociais
| Siga-nos
Comportamento. Zé Felipe começou 2026 de visual renovado. O cantor surpreendeu os fãs ao compartilhar nas redes sociais o novo corte de cabelo aliado à descoloração global dos fios, tendência que segue forte entre artistas e influenciadores masculinos. A mudança estética, além de marcar uma nova fase, também levanta um ponto importante: os cuidados necessários após esse tipo de procedimento químico.
Para a visagista e terapeuta capilar, Mari Borges, a principal informação que precisa ser reforçada é que não existe diferença entre cabelo masculino e feminino quando o assunto é saúde dos fios. “Cabelo é fibra capilar, ponto final. Ele precisa de hidratação, nutrição, reconstrução, bons produtos e acompanhamento profissional, independentemente do gênero”, explica ao SRzd.
Segundo a especialista, a descoloração costuma ser mais previsível em homens por conta do comprimento dos fios. “Na maioria dos casos, os homens usam o cabelo mais curto, o que torna o processo mais tranquilo. Além disso, esse cabelo cresce rápido e, em poucos meses, já será cortado novamente. Muitas vezes, a química pode ser refeita em um fio totalmente natural, sem acúmulo de processos antigos”, pontua.
Apesar dessa facilidade, Mari faz um alerta importante sobre a descoloração global, técnica que, como no caso de Zé Felipe, envolve toda a cabeça. “É uma química que encosta diretamente no couro cabeludo. Por isso, as chances de descamação, ardência, vermelhidão, feridas e até reações alérgicas aumentam quando o procedimento não é feito com os cuidados corretos”, ressalta.
A visagista destaca que a proteção do couro cabeludo deve começar antes mesmo da aplicação do descolorante. “O ideal é proteger o couro cabeludo antes de iniciar a descoloração e reaplicar essa proteção ao longo do processo, principalmente em procedimentos mais longos ou com aberturas altas de fundo”, orienta.
Outro ponto fundamental é o uso de tecnologias que minimizam os danos estruturais do fio. “Hoje já contamos com compostos de proteção que podem ser diluídos diretamente no pó descolorante e no oxidante, ajudando a preservar tanto a fibra capilar quanto o couro cabeludo. Um exemplo bastante conhecido é o Olaplex, que atua reduzindo os danos durante a química”, conclui Mari Borges.
A mudança de visual de Zé Felipe reforça uma tendência cada vez mais presente entre homens: cuidar da estética sem abrir mão da saúde capilar, e com orientação profissional adequada.
Comportamento. Zé Felipe começou 2026 de visual renovado. O cantor surpreendeu os fãs ao compartilhar nas redes sociais o novo corte de cabelo aliado à descoloração global dos fios, tendência que segue forte entre artistas e influenciadores masculinos. A mudança estética, além de marcar uma nova fase, também levanta um ponto importante: os cuidados necessários após esse tipo de procedimento químico.
Para a visagista e terapeuta capilar, Mari Borges, a principal informação que precisa ser reforçada é que não existe diferença entre cabelo masculino e feminino quando o assunto é saúde dos fios. “Cabelo é fibra capilar, ponto final. Ele precisa de hidratação, nutrição, reconstrução, bons produtos e acompanhamento profissional, independentemente do gênero”, explica ao SRzd.
Segundo a especialista, a descoloração costuma ser mais previsível em homens por conta do comprimento dos fios. “Na maioria dos casos, os homens usam o cabelo mais curto, o que torna o processo mais tranquilo. Além disso, esse cabelo cresce rápido e, em poucos meses, já será cortado novamente. Muitas vezes, a química pode ser refeita em um fio totalmente natural, sem acúmulo de processos antigos”, pontua.
Apesar dessa facilidade, Mari faz um alerta importante sobre a descoloração global, técnica que, como no caso de Zé Felipe, envolve toda a cabeça. “É uma química que encosta diretamente no couro cabeludo. Por isso, as chances de descamação, ardência, vermelhidão, feridas e até reações alérgicas aumentam quando o procedimento não é feito com os cuidados corretos”, ressalta.
A visagista destaca que a proteção do couro cabeludo deve começar antes mesmo da aplicação do descolorante. “O ideal é proteger o couro cabeludo antes de iniciar a descoloração e reaplicar essa proteção ao longo do processo, principalmente em procedimentos mais longos ou com aberturas altas de fundo”, orienta.
Outro ponto fundamental é o uso de tecnologias que minimizam os danos estruturais do fio. “Hoje já contamos com compostos de proteção que podem ser diluídos diretamente no pó descolorante e no oxidante, ajudando a preservar tanto a fibra capilar quanto o couro cabeludo. Um exemplo bastante conhecido é o Olaplex, que atua reduzindo os danos durante a química”, conclui Mari Borges.
A mudança de visual de Zé Felipe reforça uma tendência cada vez mais presente entre homens: cuidar da estética sem abrir mão da saúde capilar, e com orientação profissional adequada.