30 anos da morte dos Mamonas Assassinas; memória da banda ganha novo capítulo

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Saudade. Nesta segunda-feira (2) faz exatamente 30 anos da tragédia que interrompeu, no auge do sucesso, a trajetória dos Mamonas Assassinas, mortos na queda de um avião que provocou comoção nacional e marcou uma geração. O grupo, que fez sucesso a partir de 1994 e teve fim trágico em 1996, era conhecido pelas letras excêntricas, […]

POR Redação SRzd 2/3/2026| 3 min de leitura

Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube

Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube

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Saudade. Nesta segunda-feira (2) faz exatamente 30 anos da tragédia que interrompeu, no auge do sucesso, a trajetória dos Mamonas Assassinas, mortos na queda de um avião que provocou comoção nacional e marcou uma geração.

O grupo, que fez sucesso a partir de 1994 e teve fim trágico em 1996, era conhecido pelas letras excêntricas, pop rock e, claro, pelas brincadeiras em frente às câmeras que conquistaram crianças e adultos.

Em apenas oito meses a banda vendeu mais de um milhão e meio de cópias do único álbum lançado, tornando-se um dos maiores fenômenos da música brasileira.

O acidente ocorreu quando o jato Learjet 25D, que transportava a banda e sua equipe técnica de Brasília para São Paulo, colidiu contra a montanha durante uma tentativa de pouso.

As investigações da época apontaram uma combinação de fatores, incluindo fadiga da tripulação, imperícia e falhas de comunicação com a torre de controle.

Acidente com o grupo Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube
Acidente com o grupo Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube

+ Novo ciclo para o legado de alegria deixado pelo grupo

Os corpos dos cinco integrantes da banda (Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio) foram exumados e tiveram as cinzas transformadas em adubo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade natal do grupo e onde eles sempre mantiveram suas raízes.

Em uma publicação conjunta, a conta oficial da banda afirmou no último dia 21: “Existem histórias que o tempo não apaga”.

“Após 30 anos, a memória dos Mamonas Assassinas será celebrada por meio de uma homenagem cheia de significado. A iniciativa do BioParque utiliza as cinzas resultantes da cremação para contribuir com o desenvolvimento de uma árvore desde a semente. Cada árvore simboliza continuidade, afeto e presença. Uma
homenagem que ressignifica a saudade!”, completa a postagem.

O projeto prevê que cada árvore seja identificada por um totem com QR Code, que reunirá memórias do artista homenageado, como textos, fotos e vídeos.

Aberto ao público, o espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas e seguirá o conceito adotado pelo empreendimento, que associa homenagem póstuma, vínculo afetivo, sustentabilidade e cuidado com a natureza.

Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube
Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube

Segundo Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca ligada à banda, a proposta nasceu da convergência entre um projeto ecológico já existente e o desejo da família de transformar a dor em permanência viva.

“A ideia nasceu do encontro entre um projeto ecológico já existente no BioParque Cemitério de Guarulhos e o desejo da gente enquanto família ressignificar o luto em torno dos Mamonas, tirando-os da lógica de ‘túmulo estático’ e transformando o local em um espaço de vida, encontro e homenagem permanente”, disse ele ao Estadão.

+ veja a publicação:

Rodapé - entretenimento

 

Saudade. Nesta segunda-feira (2) faz exatamente 30 anos da tragédia que interrompeu, no auge do sucesso, a trajetória dos Mamonas Assassinas, mortos na queda de um avião que provocou comoção nacional e marcou uma geração.

O grupo, que fez sucesso a partir de 1994 e teve fim trágico em 1996, era conhecido pelas letras excêntricas, pop rock e, claro, pelas brincadeiras em frente às câmeras que conquistaram crianças e adultos.

Em apenas oito meses a banda vendeu mais de um milhão e meio de cópias do único álbum lançado, tornando-se um dos maiores fenômenos da música brasileira.

O acidente ocorreu quando o jato Learjet 25D, que transportava a banda e sua equipe técnica de Brasília para São Paulo, colidiu contra a montanha durante uma tentativa de pouso.

As investigações da época apontaram uma combinação de fatores, incluindo fadiga da tripulação, imperícia e falhas de comunicação com a torre de controle.

Acidente com o grupo Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube
Acidente com o grupo Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube

+ Novo ciclo para o legado de alegria deixado pelo grupo

Os corpos dos cinco integrantes da banda (Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio) foram exumados e tiveram as cinzas transformadas em adubo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade natal do grupo e onde eles sempre mantiveram suas raízes.

Em uma publicação conjunta, a conta oficial da banda afirmou no último dia 21: “Existem histórias que o tempo não apaga”.

“Após 30 anos, a memória dos Mamonas Assassinas será celebrada por meio de uma homenagem cheia de significado. A iniciativa do BioParque utiliza as cinzas resultantes da cremação para contribuir com o desenvolvimento de uma árvore desde a semente. Cada árvore simboliza continuidade, afeto e presença. Uma
homenagem que ressignifica a saudade!”, completa a postagem.

O projeto prevê que cada árvore seja identificada por um totem com QR Code, que reunirá memórias do artista homenageado, como textos, fotos e vídeos.

Aberto ao público, o espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas e seguirá o conceito adotado pelo empreendimento, que associa homenagem póstuma, vínculo afetivo, sustentabilidade e cuidado com a natureza.

Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube
Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução do Youtube

Segundo Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca ligada à banda, a proposta nasceu da convergência entre um projeto ecológico já existente e o desejo da família de transformar a dor em permanência viva.

“A ideia nasceu do encontro entre um projeto ecológico já existente no BioParque Cemitério de Guarulhos e o desejo da gente enquanto família ressignificar o luto em torno dos Mamonas, tirando-os da lógica de ‘túmulo estático’ e transformando o local em um espaço de vida, encontro e homenagem permanente”, disse ele ao Estadão.

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