Fafá de Belém reage após investigação de R$ 1,5 milhão no Círio de Nazaré
Esclarecimento. O Ministério Público do Pará abriu um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no uso de mais de R$ 1,5 milhão destinados ao projeto Varanda de Nazaré, tradicional evento promovido pela cantora Fafá de Belém durante o Círio de Nazaré. Segundo o site “Folha do Pará”, o promotor de Justiça Sávio Rui Brabo de […]
PORRedação SRzd15/10/2025|
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Fafá de Belém em entrevista. Foto: Reprodução/Youtube
Esclarecimento. O Ministério Público do Pará abriu um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no uso de mais de R$ 1,5 milhão destinados ao projeto Varanda de Nazaré, tradicional evento promovido pela cantora Fafá de Belém durante o Círio de Nazaré.
Segundo o site “Folha do Pará”, o promotor de Justiça Sávio Rui Brabo de Araújo determinou a abertura de um inquérito civil para apurar supostas irregularidades no uso da verba liberada através de um chamamento público, celebrado entre a Fundação Cultural do Estado do Pará (FCP) e o Programa Estadual de Incentivo à Cultura (PEIC).
De acordo com a publicação, o objetivo da investigação é descobrir a destinação e a aplicação do valor de R$ 1.569.936,00 repassados para a realização do ato, que reúne artistas e políticos.
Em comunicado compartilhado no Instagram, a cantora e sua equipe publicaram um texto sobre a edição do ano passado do evento. Na declaração, Fafá enfatizou que são as mais interessadas em esclarecer os fatos.
O Varanda de Nazaré, segundo sua equipe, é uma iniciativa independente, com 15 anos de história, conduzida com dedicação e padrões elevados de legalidade e transparência.
O inquérito está sob responsabilidade da Promotoria de Tutela das Fundações, Associações de Interesse Social, Falência, Recuperação Judicial e Extrajudicial.
+ leia a nota na íntegra:
“A Kaiapó Produções e a artista Fafá de Belém informam que são as maiores interessadas em que se investiguem os fatos tornados públicos recentemente. A Varanda de Nazaré é uma iniciativa independente, com 15 anos de história, construída e mantida com dedicação, amor e conduzida dentro dos mais altos padrões de legalidade, transparência e responsabilidade na gestão cultural. Todas as etapas de planejamento, captação e execução seguem processos formais e devidamente documentados, em conformidade com a legislação vigente.
A edição de 2024, mencionada em publicações recentes, não recebeu qualquer recurso da lei de incentivo estadual do Pará (Lei Semear) nem qualquer tipo de repasse financeiro do Governo do Estado. A citação do nome da Varanda em edição do Diário Oficial daquele ano resultou de erro material, corrigido oficialmente em errata publicada no DOE dias depois, ficando claro que tal processo não se tratava do projeto.
A Varanda de Nazaré 2024 teve relação de apoio institucional com o Governo do Estado, contando unicamente com apoio na estrutura do evento — prática comum em grandes manifestações culturais —, sem qualquer tipo de vínculo financeiro direto.
Ao longo de sua trajetória, a Varanda tem sido viabilizada por parcerias públicas e privadas firmadas de forma regular, com critérios técnicos, contratos formais e ampla prestação de contas aos órgãos competentes — o que reforça sua credibilidade e o reconhecimento que conquistou como referência nacional de valorização da fé, da cultura e da identidade amazônica.
A Kaiapó Produções e a artista Fafá de Belém reafirmam seu compromisso com a ética, a transparência e o fortalecimento da cultura paraense, mantendo a dedicação de promover o Círio de Nazaré e o Pará no cenário nacional e internacional como expressões genuínas da espiritualidade e da diversidade da Amazônia”.
Esclarecimento. O Ministério Público do Pará abriu um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no uso de mais de R$ 1,5 milhão destinados ao projeto Varanda de Nazaré, tradicional evento promovido pela cantora Fafá de Belém durante o Círio de Nazaré.
Segundo o site “Folha do Pará”, o promotor de Justiça Sávio Rui Brabo de Araújo determinou a abertura de um inquérito civil para apurar supostas irregularidades no uso da verba liberada através de um chamamento público, celebrado entre a Fundação Cultural do Estado do Pará (FCP) e o Programa Estadual de Incentivo à Cultura (PEIC).
De acordo com a publicação, o objetivo da investigação é descobrir a destinação e a aplicação do valor de R$ 1.569.936,00 repassados para a realização do ato, que reúne artistas e políticos.
Em comunicado compartilhado no Instagram, a cantora e sua equipe publicaram um texto sobre a edição do ano passado do evento. Na declaração, Fafá enfatizou que são as mais interessadas em esclarecer os fatos.
O Varanda de Nazaré, segundo sua equipe, é uma iniciativa independente, com 15 anos de história, conduzida com dedicação e padrões elevados de legalidade e transparência.
O inquérito está sob responsabilidade da Promotoria de Tutela das Fundações, Associações de Interesse Social, Falência, Recuperação Judicial e Extrajudicial.
+ leia a nota na íntegra:
“A Kaiapó Produções e a artista Fafá de Belém informam que são as maiores interessadas em que se investiguem os fatos tornados públicos recentemente. A Varanda de Nazaré é uma iniciativa independente, com 15 anos de história, construída e mantida com dedicação, amor e conduzida dentro dos mais altos padrões de legalidade, transparência e responsabilidade na gestão cultural. Todas as etapas de planejamento, captação e execução seguem processos formais e devidamente documentados, em conformidade com a legislação vigente.
A edição de 2024, mencionada em publicações recentes, não recebeu qualquer recurso da lei de incentivo estadual do Pará (Lei Semear) nem qualquer tipo de repasse financeiro do Governo do Estado. A citação do nome da Varanda em edição do Diário Oficial daquele ano resultou de erro material, corrigido oficialmente em errata publicada no DOE dias depois, ficando claro que tal processo não se tratava do projeto.
A Varanda de Nazaré 2024 teve relação de apoio institucional com o Governo do Estado, contando unicamente com apoio na estrutura do evento — prática comum em grandes manifestações culturais —, sem qualquer tipo de vínculo financeiro direto.
Ao longo de sua trajetória, a Varanda tem sido viabilizada por parcerias públicas e privadas firmadas de forma regular, com critérios técnicos, contratos formais e ampla prestação de contas aos órgãos competentes — o que reforça sua credibilidade e o reconhecimento que conquistou como referência nacional de valorização da fé, da cultura e da identidade amazônica.
A Kaiapó Produções e a artista Fafá de Belém reafirmam seu compromisso com a ética, a transparência e o fortalecimento da cultura paraense, mantendo a dedicação de promover o Círio de Nazaré e o Pará no cenário nacional e internacional como expressões genuínas da espiritualidade e da diversidade da Amazônia”.