Finalmente pousou no Brasil Bryan Adams com sua turnê Roll with the Punches
Música. Depois de rodar pela América do Norte, Europa e Asia, finalmente pousou no Brasil Bryan Adams com sua turnê Roll with the Punches. O show leva o nome do bom último álbum do cantor canadense, lançado no ano passado. O primeiro dos quatro shows no Brasil aconteceu na sexta-feira (6) num Qualistage que recebeu […]
PORClaudio Francioni9/3/2026|
3 min de leitura
Bryan Adams. Foto: Divulgação
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Música. Depois de rodar pela América do Norte, Europa e Asia, finalmente pousou no Brasil Bryan Adams com sua turnê Roll with the Punches. O show leva o nome do bom último álbum do cantor canadense, lançado no ano passado.
O primeiro dos quatro shows no Brasil aconteceu na sexta-feira (6) num Qualistage que recebeu excelente público.
Após um vídeo de dez minutos onde cenas do cotidiano interagem com um roupão de boxe com o nome da turnê, o show começa de uma forma inusitada: um palco menor no meio da plateia e Bryan sozinho com um violão de aço fazendo um set curto de três músicas – todas lançadas há mais de 30 anos. A última – Let’s Make a Night to Remember- convida o fã mais antigo para uma viagem por suas quatro décadas de carreira resumidas em duas horas de show.
Já no palco principal, Gary Breit (teclado), Pat Steward (bateria) e Luke Doucet (guitarra) recebem Bryan já com o baixo em punho para atacar o set principal da noite. O primeiro grande hit, Somebody, aparece logo no início. O canadense interage com a plateia com frases em português e brinca com a pronúncia de seu nome por aqui: “Braiadams”.
Quando Bryan assume violões ou guitarra, o contrabaixo aparece em VS (instrumentos pré-gravados ou, se preferirem, playback), uma lástima pra quem curte execuções ao vivo.
Mesclando seus sucessos com canções mais recentes e menos conhecidas, a banda segue respeitando quase integralmente os arranjos originais, com exceção para a insossa versão roquinho quadradão do “classicaço” mela cueca Heaven.
Em um dos pontos altos da noite, Bryan convida a plateia a dançar o rockabilly You Belong to Me e pede que seu cinegrafista busque homens rodando a camisa em cima da cabeça. Cenas hilárias aparecem no telão e o próprio cantor cai na gargalhada. A música vem emendada em Blue Suede Shoes e, do nada, o cantor tira Twist and Shout do bolso.
Na hiper-mega-buster-bela Have You Ever Really Loved a Woman, brilha o flamenco da viola de Doucet, que nesta perna da turnê substitui o guitarrista Keith Scott, que acompanha Bryan desde o início da carreira e deu uma pausa para cuidar da saúde.
Em So Happy It Hurts, canção título do álbum lançado em 2022, um carro inflável conduzido por drones flutuava por sobre a plateia, mas para o fã, talvez o ápice da noite tenha acontecido em (Everything I Do) I Do It For You” com direito a choros compulsivos e muitos gritinhos estridentes.
A reta final traz mais clássicos do início da carreira, como Cuts Like a Knife e Summer of ’69.
Aos 66 anos, Bryan Adams entregou uma performance pé no peito, com uma energia invejável, voz impecável e um repertório que faz parte do DNA da música pop.
Música. Depois de rodar pela América do Norte, Europa e Asia, finalmente pousou no Brasil Bryan Adams com sua turnê Roll with the Punches. O show leva o nome do bom último álbum do cantor canadense, lançado no ano passado.
O primeiro dos quatro shows no Brasil aconteceu na sexta-feira (6) num Qualistage que recebeu excelente público.
Após um vídeo de dez minutos onde cenas do cotidiano interagem com um roupão de boxe com o nome da turnê, o show começa de uma forma inusitada: um palco menor no meio da plateia e Bryan sozinho com um violão de aço fazendo um set curto de três músicas – todas lançadas há mais de 30 anos. A última – Let’s Make a Night to Remember- convida o fã mais antigo para uma viagem por suas quatro décadas de carreira resumidas em duas horas de show.
Já no palco principal, Gary Breit (teclado), Pat Steward (bateria) e Luke Doucet (guitarra) recebem Bryan já com o baixo em punho para atacar o set principal da noite. O primeiro grande hit, Somebody, aparece logo no início. O canadense interage com a plateia com frases em português e brinca com a pronúncia de seu nome por aqui: “Braiadams”.
Quando Bryan assume violões ou guitarra, o contrabaixo aparece em VS (instrumentos pré-gravados ou, se preferirem, playback), uma lástima pra quem curte execuções ao vivo.
Mesclando seus sucessos com canções mais recentes e menos conhecidas, a banda segue respeitando quase integralmente os arranjos originais, com exceção para a insossa versão roquinho quadradão do “classicaço” mela cueca Heaven.
Em um dos pontos altos da noite, Bryan convida a plateia a dançar o rockabilly You Belong to Me e pede que seu cinegrafista busque homens rodando a camisa em cima da cabeça. Cenas hilárias aparecem no telão e o próprio cantor cai na gargalhada. A música vem emendada em Blue Suede Shoes e, do nada, o cantor tira Twist and Shout do bolso.
Na hiper-mega-buster-bela Have You Ever Really Loved a Woman, brilha o flamenco da viola de Doucet, que nesta perna da turnê substitui o guitarrista Keith Scott, que acompanha Bryan desde o início da carreira e deu uma pausa para cuidar da saúde.
Em So Happy It Hurts, canção título do álbum lançado em 2022, um carro inflável conduzido por drones flutuava por sobre a plateia, mas para o fã, talvez o ápice da noite tenha acontecido em (Everything I Do) I Do It For You” com direito a choros compulsivos e muitos gritinhos estridentes.
A reta final traz mais clássicos do início da carreira, como Cuts Like a Knife e Summer of ’69.
Aos 66 anos, Bryan Adams entregou uma performance pé no peito, com uma energia invejável, voz impecável e um repertório que faz parte do DNA da música pop.