Ítem de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrado intacto dentro de caixão
Música. Um detalhe deixou familiares de Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas, chamou a atenção dos familiares do artista após os corpos dos integrantes da banda serem exumados, na última segunda-feira (23), no Cemitério Primaveras, na cidade de Guarulhos, São Paulo. A jaqueta usada para enterrar o vocalista foi encontrada intacta dentro do caixão. A revelação […]
PORRedação SRzd25/2/2026|
3 min de leitura
Dinho, do Mamonas Assassinas. Foto: Reprodução de TV
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Música. Um detalhe deixou familiares de Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas, chamou a atenção dos familiares do artista após os corpos dos integrantes da banda serem exumados, na última segunda-feira (23), no Cemitério Primaveras, na cidade de Guarulhos, São Paulo.
A jaqueta usada para enterrar o vocalista foi encontrada intacta dentro do caixão. A revelação foi feita pelo primo do cantor e CEO da marca ligada ao grupo, Jorge Santana.
“A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, disse Santana ao site “Metrópoles”.
Segundo ele, a descoberta foi um dos momentos mais marcantes do procedimento, realizado como parte de um projeto de homenagem aos músicos.
“Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada. Foi um momento complicado, difícil, mas a gente passou junto”, completou Santana ao falar sobre a peça usada por Dinho.
“Foi, para mim, o momento mais impactante de tudo. A jaqueta foi algo inusitado e, por estar em bom estado e não estar junto aos restos mortais, pensamos em mantê-la exposta no memorial. Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada”, finalizou.
+ Homenagens
Um memorial vivo dedicado aos Mamonas será inaugurado nesta sexta-feira (27) às vésperas dos 30 anos do acidente aéreo que matou todos os ocupantes do avião que transportava o grupo, que vivia o auge da carreira, e colidiu com a Serra da Cantareira durante a aproximação para pouso em Guarulhos no dia 2 de março de 1996.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre as famílias dos artistas e o BioParque Cemitério de Guarulhos. O projeto prevê a cremação de uma pequena parte dos restos mortais.
Segundo informações divulgadas pelo próprio BioParque e pela banda nas redes sociais, as cinzas resultantes da cremação serão utilizadas como adubo para o plantio de cinco árvores, cada uma representando um integrante do grupo.
Em uma publicação conjunta, a conta oficial da banda afirmou no último sábado (21): “Existem histórias que o tempo não apaga”.
“Após 30 anos, a memória dos Mamonas Assassinas será celebrada por meio de uma homenagem cheia de significado. A iniciativa do BioParque utiliza as cinzas resultantes da cremação para contribuir com o desenvolvimento de uma árvore desde a semente. Cada árvore simboliza continuidade, afeto e presença. Uma
homenagem que ressignifica a saudade!”, completa a postagem.
O projeto prevê que cada árvore seja identificada por um totem com QR Code, que reunirá memórias do artista homenageado, como textos, fotos e vídeos.
Aberto ao público, o espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas e seguirá o conceito adotado pelo empreendimento, que associa homenagem póstuma, vínculo afetivo, sustentabilidade e cuidado com a natureza.
Música. Um detalhe deixou familiares de Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas, chamou a atenção dos familiares do artista após os corpos dos integrantes da banda serem exumados, na última segunda-feira (23), no Cemitério Primaveras, na cidade de Guarulhos, São Paulo.
A jaqueta usada para enterrar o vocalista foi encontrada intacta dentro do caixão. A revelação foi feita pelo primo do cantor e CEO da marca ligada ao grupo, Jorge Santana.
“A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, disse Santana ao site “Metrópoles”.
Segundo ele, a descoberta foi um dos momentos mais marcantes do procedimento, realizado como parte de um projeto de homenagem aos músicos.
“Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada. Foi um momento complicado, difícil, mas a gente passou junto”, completou Santana ao falar sobre a peça usada por Dinho.
“Foi, para mim, o momento mais impactante de tudo. A jaqueta foi algo inusitado e, por estar em bom estado e não estar junto aos restos mortais, pensamos em mantê-la exposta no memorial. Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada”, finalizou.
+ Homenagens
Um memorial vivo dedicado aos Mamonas será inaugurado nesta sexta-feira (27) às vésperas dos 30 anos do acidente aéreo que matou todos os ocupantes do avião que transportava o grupo, que vivia o auge da carreira, e colidiu com a Serra da Cantareira durante a aproximação para pouso em Guarulhos no dia 2 de março de 1996.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre as famílias dos artistas e o BioParque Cemitério de Guarulhos. O projeto prevê a cremação de uma pequena parte dos restos mortais.
Segundo informações divulgadas pelo próprio BioParque e pela banda nas redes sociais, as cinzas resultantes da cremação serão utilizadas como adubo para o plantio de cinco árvores, cada uma representando um integrante do grupo.
Em uma publicação conjunta, a conta oficial da banda afirmou no último sábado (21): “Existem histórias que o tempo não apaga”.
“Após 30 anos, a memória dos Mamonas Assassinas será celebrada por meio de uma homenagem cheia de significado. A iniciativa do BioParque utiliza as cinzas resultantes da cremação para contribuir com o desenvolvimento de uma árvore desde a semente. Cada árvore simboliza continuidade, afeto e presença. Uma
homenagem que ressignifica a saudade!”, completa a postagem.
O projeto prevê que cada árvore seja identificada por um totem com QR Code, que reunirá memórias do artista homenageado, como textos, fotos e vídeos.
Aberto ao público, o espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas e seguirá o conceito adotado pelo empreendimento, que associa homenagem póstuma, vínculo afetivo, sustentabilidade e cuidado com a natureza.