MC Ryan é líder de organização criminosa e movimentou R$ 260 bi, diz PF
PF. A Polícia Federal apontou que Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan SP, é líder de organização criminosa que movimentou cerca de R$ 260 bilhões. O cantor de funk foi preso no âmbito da “Operação Narco Fluxo”, que mira o crime de lavagem de dinheiro, na manhã desta quarta-feira (15). Segundo as investigações, Ryan […]
PORRedação SRzd16/4/2026|
3 min de leitura
MC Ryan. Foto: Reprodução de vídeo
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PF. A Polícia Federal apontou que Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan SP, é líder de organização criminosa que movimentou cerca de R$ 260 bilhões.
O cantor de funk foi preso no âmbito da “Operação Narco Fluxo”, que mira o crime de lavagem de dinheiro, na manhã desta quarta-feira (15).
Segundo as investigações, Ryan seria “o principal beneficiário econômico da estrutura e teria usado empresas de produção musical e entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos provenientes de apostas ilegais e rifas digitais”.
Ryan teria usado “mecanismos de blindagem patrimonial ao transferir participações societárias” para familiares e os chamados “laranjas”. A PF constatou que as ferramentas eram utilizadas com “o objetivo de distanciar o capital da pessoa física do cantor”.
Ainda de acordo com a investigação, os valores, depois de serem processados pelas operadoras, eram convertidos em imóveis de luxo, veículos de alto padrão, joias e outros ativos.
O principal operador do grupo é apontado como Rodrigo Morgado, que se autointitula como “contador” e foi preso na “Operação Narco Bet”, mesma operação que prendeu o influenciador “Buzeira”.
Outro citado é Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil de internet Choquei e um dos maiores criadores de conteúdo sobre famosos do Brasil. Segundo a PF, ele seria o grande operador de mídia da organização, ao receber valores para divulgar conteúdos dos artistas e fazer a promoção de plataformas de apostas.
As informações colhidas nas investigações ainda apontam para uma possível conexão do esquema de lavagem de dinheiro com o PCC (Primeiro Comando da Capital); maior facção criminosa do país.
Foram cumpridos 33 de 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Também executadas medidas de bloqueio patrimonial, como o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias. O objetivo é interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento. Os valores das apreensões giram em torno de R$ 20 milhões, apenas hoje.
A defesa de Ryan SP afirmou em nota à imprensa que “até o presente momento não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos”.
PF. A Polícia Federal apontou que Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan SP, é líder de organização criminosa que movimentou cerca de R$ 260 bilhões.
O cantor de funk foi preso no âmbito da “Operação Narco Fluxo”, que mira o crime de lavagem de dinheiro, na manhã desta quarta-feira (15).
Segundo as investigações, Ryan seria “o principal beneficiário econômico da estrutura e teria usado empresas de produção musical e entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos provenientes de apostas ilegais e rifas digitais”.
Ryan teria usado “mecanismos de blindagem patrimonial ao transferir participações societárias” para familiares e os chamados “laranjas”. A PF constatou que as ferramentas eram utilizadas com “o objetivo de distanciar o capital da pessoa física do cantor”.
Ainda de acordo com a investigação, os valores, depois de serem processados pelas operadoras, eram convertidos em imóveis de luxo, veículos de alto padrão, joias e outros ativos.
O principal operador do grupo é apontado como Rodrigo Morgado, que se autointitula como “contador” e foi preso na “Operação Narco Bet”, mesma operação que prendeu o influenciador “Buzeira”.
Outro citado é Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil de internet Choquei e um dos maiores criadores de conteúdo sobre famosos do Brasil. Segundo a PF, ele seria o grande operador de mídia da organização, ao receber valores para divulgar conteúdos dos artistas e fazer a promoção de plataformas de apostas.
As informações colhidas nas investigações ainda apontam para uma possível conexão do esquema de lavagem de dinheiro com o PCC (Primeiro Comando da Capital); maior facção criminosa do país.
Foram cumpridos 33 de 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Também executadas medidas de bloqueio patrimonial, como o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias. O objetivo é interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento. Os valores das apreensões giram em torno de R$ 20 milhões, apenas hoje.
A defesa de Ryan SP afirmou em nota à imprensa que “até o presente momento não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos”.