Luto. O rock brasileiro perdeu um de seus nomes mais emblemáticos. Morreu nesta quinta-feira (7), aos 73 anos, o compositor e guitarrista Luiz Carlini, parceiro musical de Rita Lee e responsável por alguns dos riffs e solos mais marcantes da história do gênero no país. A causa da morte não foi divulgada pela família. Conhecido […]
PORRedação SRzd8/5/2026|
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Luiz Carlini. Foto: Reprodução de vídeo
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Luto. O rock brasileiro perdeu um de seus nomes mais emblemáticos. Morreu nesta quinta-feira (7), aos 73 anos, o compositor e guitarrista Luiz Carlini, parceiro musical de Rita Lee e responsável por alguns dos riffs e solos mais marcantes da história do gênero no país. A causa da morte não foi divulgada pela família.
Conhecido nacionalmente pelo solo inesquecível de “Ovelha Negra”, clássico do álbum Fruto Proibido, lançado em 1975, Carlini ajudou a moldar a identidade sonora do rock brasileiro nos anos 1970. Seu estilo unia blues, hard rock e referências da Jovem Guarda, sempre com uma pegada emocional que transformou sua guitarra em marca registrada.
Antes de ganhar notoriedade, o músico acompanhou de perto o nascimento do rock psicodélico brasileiro. Vizinho dos integrantes de Os Mutantes no bairro da Pompeia, em São Paulo, chegou a trabalhar como roadie do grupo no início da carreira da banda.
Em 1973, fundou a banda Tutti Frutti, que se tornaria peça-chave na trajetória solo de Rita Lee após sua saída dos Mutantes. Ao lado da cantora, Carlini participou da criação de sucessos como “Agora Só Falta Você”, “Lá Vou Eu”, “Com a Boca no Mundo” e “Corista de Rock”.
Ao longo da carreira, o guitarrista participou de mais de 400 gravações e trabalhou com artistas como Erasmo Carlos, Guilherme Arantes, Lobão, Barão Vermelho, Titãs e Camisa de Vênus. Mesmo longe dos grandes holofotes, seguia ativo na música e recentemente integrava a turnê “50 Anos Luz”, de Guilherme Arantes.
A morte de Carlini provocou uma onda de homenagens nas redes sociais. O guitarrista Marcos Kleine, da banda Ultraje a Rigor, lamentou a perda e relembrou momentos ao lado do músico. Integrantes da cena do rock nacional destacaram a importância do artista para a construção da guitarra brasileira.
O velório acontece nesta sexta-feira (8), no Cemitério da Lapa, na zona oeste da capital paulista, das 12h30 às 16h30. O enterro será realizado no mesmo local.
Luto. O rock brasileiro perdeu um de seus nomes mais emblemáticos. Morreu nesta quinta-feira (7), aos 73 anos, o compositor e guitarrista Luiz Carlini, parceiro musical de Rita Lee e responsável por alguns dos riffs e solos mais marcantes da história do gênero no país. A causa da morte não foi divulgada pela família.
Conhecido nacionalmente pelo solo inesquecível de “Ovelha Negra”, clássico do álbum Fruto Proibido, lançado em 1975, Carlini ajudou a moldar a identidade sonora do rock brasileiro nos anos 1970. Seu estilo unia blues, hard rock e referências da Jovem Guarda, sempre com uma pegada emocional que transformou sua guitarra em marca registrada.
Antes de ganhar notoriedade, o músico acompanhou de perto o nascimento do rock psicodélico brasileiro. Vizinho dos integrantes de Os Mutantes no bairro da Pompeia, em São Paulo, chegou a trabalhar como roadie do grupo no início da carreira da banda.
Em 1973, fundou a banda Tutti Frutti, que se tornaria peça-chave na trajetória solo de Rita Lee após sua saída dos Mutantes. Ao lado da cantora, Carlini participou da criação de sucessos como “Agora Só Falta Você”, “Lá Vou Eu”, “Com a Boca no Mundo” e “Corista de Rock”.
Ao longo da carreira, o guitarrista participou de mais de 400 gravações e trabalhou com artistas como Erasmo Carlos, Guilherme Arantes, Lobão, Barão Vermelho, Titãs e Camisa de Vênus. Mesmo longe dos grandes holofotes, seguia ativo na música e recentemente integrava a turnê “50 Anos Luz”, de Guilherme Arantes.
A morte de Carlini provocou uma onda de homenagens nas redes sociais. O guitarrista Marcos Kleine, da banda Ultraje a Rigor, lamentou a perda e relembrou momentos ao lado do músico. Integrantes da cena do rock nacional destacaram a importância do artista para a construção da guitarra brasileira.
O velório acontece nesta sexta-feira (8), no Cemitério da Lapa, na zona oeste da capital paulista, das 12h30 às 16h30. O enterro será realizado no mesmo local.