Ana Maria alerta mulheres e questiona: ‘Medida protetiva serve para o quê?’
Desabafo. De 2015 a 2025, mais de 13 mil mulheres foram mortas no Brasil. A média é estarrecedora: quatro mulheres assassinadas por dia. Os números, que constam no Anuário Brasileiro de Segurança Pública foram comentados por Ana Maria Braga, em vídeo compartilhado em suas redes sociais. A apresentadora de 76 anos questionou se o instrumento […]
PORRedação SRzd27/2/2026|
1 min de leitura
Ana Maria Braga. Foto: Reprodução de TV
| Siga-nos
Desabafo. De 2015 a 2025, mais de 13 mil mulheres foram mortas no Brasil. A média é estarrecedora: quatro mulheres assassinadas por dia.
Os números, que constam no Anuário Brasileiro de Segurança Pública foram comentados por Ana Maria Braga, em vídeo compartilhado em suas redes sociais.
A apresentadora de 76 anos questionou se o instrumento jurídico que deveria proteger mulheres em situação de risco está funcionando de verdade.
Na gravação, ela citou falhas na fiscalização, lentidão do Estado e ausência de amparo como fatores que enfraquecem a decisão judicial, mesmo quando ela está em vigor.
“Denunciar é fundamental. Registrar ameaças, comunicar qualquer descumprimento, acionar a polícia em situação de risco iminente, buscar orientação jurídica e fortalecer a rede de apoio são medidas concretas que podem salvar vidas. A responsabilidade nunca é da vítima. A violência é escolha do agressor”, afirmou.
Desabafo. De 2015 a 2025, mais de 13 mil mulheres foram mortas no Brasil. A média é estarrecedora: quatro mulheres assassinadas por dia.
Os números, que constam no Anuário Brasileiro de Segurança Pública foram comentados por Ana Maria Braga, em vídeo compartilhado em suas redes sociais.
A apresentadora de 76 anos questionou se o instrumento jurídico que deveria proteger mulheres em situação de risco está funcionando de verdade.
Na gravação, ela citou falhas na fiscalização, lentidão do Estado e ausência de amparo como fatores que enfraquecem a decisão judicial, mesmo quando ela está em vigor.
“Denunciar é fundamental. Registrar ameaças, comunicar qualquer descumprimento, acionar a polícia em situação de risco iminente, buscar orientação jurídica e fortalecer a rede de apoio são medidas concretas que podem salvar vidas. A responsabilidade nunca é da vítima. A violência é escolha do agressor”, afirmou.