DTV+: nova geração da TV aberta terá aplicativos, qualidade 8K e interatividade
Televisão. A televisão brasileira está prestes a entrar em uma nova era. Foi publicado nesta semana o decreto que oficializa a TV 3.0 no país, também chamada de DTV+. A novidade promete transformar a experiência de assistir TV aberta, oferecendo qualidade de imagem em 4K e até 8K, som imersivo e recursos interativos, tudo isso […]
PORIsabella Rossino31/8/2025|
3 min de leitura
Televisão. Foto: Pixabay
| Siga-nos
Televisão. A televisão brasileira está prestes a entrar em uma nova era. Foi publicado nesta semana o decreto que oficializa a TV 3.0 no país, também chamada de DTV+. A novidade promete transformar a experiência de assistir TV aberta, oferecendo qualidade de imagem em 4K e até 8K, som imersivo e recursos interativos, tudo isso de forma gratuita.
A previsão é que as primeiras transmissões comecem já no primeiro semestre do ano que vem, em grandes capitais. A expectativa do setor é que o público consiga aproveitar a tecnologia durante a Copa do Mundo de 2026. A expansão total para o restante do território brasileiro deve levar até 15 anos.
Assistindo televisão. Foto: Pixabay
O que muda com a DTV+
A TV 3.0 representa a terceira geração do sistema televisivo. A primeira foi a analógica, em preto e branco; a segunda trouxe a cor e a digitalização. Agora, a nova fase promete integrar televisão aberta a funcionalidades já comuns em serviços de streaming.
Novidades:
Imagem em altíssima definição: transmissões em 4K e até 8K, com mais brilho e contraste.
Som imersivo: qualidade semelhante à de uma sala de cinema.
Interatividade: possibilidade de votar em enquetes, participar de programas ao vivo e até comprar produtos mostrados na tela.
Publicidade personalizada: os anúncios poderão ser exibidos de forma direcionada, de acordo com os interesses do espectador.
Canais em formato de aplicativos: em vez de mudar de canal, o usuário terá acesso às emissoras como se fossem apps, semelhante ao que já acontece em smart TVs.
Televisão. Foto: Pikist
Precisa de internet?
A TV 3.0 não depende de conexão à internet para oferecer imagem e som de alta qualidade. No entanto, a integração com a rede amplia as possibilidades de interatividade e personalização. Com ela, será possível, por exemplo, comprar a roupa usada por um personagem de novela ou votar em tempo real em programas de auditório e reality shows.
Conversores e novos televisores
Assim como ocorreu na transição do sinal analógico para o digital, os atuais aparelhos não ficarão obsoletos de imediato. Num primeiro momento, será necessário um conversor, uma “caixinha” que deve custar entre R$ 300 e R$ 350.
O processo de migração será gradual, permitindo que a indústria e os consumidores se adaptem ao novo padrão. No futuro, a expectativa é que os televisores já saiam de fábrica com a tecnologia integrada, dispensando o uso de conversores.
Televisão. Foto: Pixabay
Acesso e inclusão
Ainda não há definição sobre programas de incentivo para aquisição dos equipamentos, mas discute-se a possibilidade de distribuição gratuita de conversores para famílias de baixa renda, como ocorreu no passado com a expansão da TV digital.
A chegada da DTV+ representa um salto tecnológico que promete modernizar a TV aberta brasileira sem custo adicional de assinatura. Se por um lado a transição será lenta e exigirá investimentos, por outro, especialistas acreditam que a novidade pode aproximar ainda mais a TV aberta da experiência oferecida pelas plataformas de streaming, mas mantendo o principal atrativo: a gratuidade.
Televisão. A televisão brasileira está prestes a entrar em uma nova era. Foi publicado nesta semana o decreto que oficializa a TV 3.0 no país, também chamada de DTV+. A novidade promete transformar a experiência de assistir TV aberta, oferecendo qualidade de imagem em 4K e até 8K, som imersivo e recursos interativos, tudo isso de forma gratuita.
A previsão é que as primeiras transmissões comecem já no primeiro semestre do ano que vem, em grandes capitais. A expectativa do setor é que o público consiga aproveitar a tecnologia durante a Copa do Mundo de 2026. A expansão total para o restante do território brasileiro deve levar até 15 anos.
Assistindo televisão. Foto: Pixabay
O que muda com a DTV+
A TV 3.0 representa a terceira geração do sistema televisivo. A primeira foi a analógica, em preto e branco; a segunda trouxe a cor e a digitalização. Agora, a nova fase promete integrar televisão aberta a funcionalidades já comuns em serviços de streaming.
Novidades:
Imagem em altíssima definição: transmissões em 4K e até 8K, com mais brilho e contraste.
Som imersivo: qualidade semelhante à de uma sala de cinema.
Interatividade: possibilidade de votar em enquetes, participar de programas ao vivo e até comprar produtos mostrados na tela.
Publicidade personalizada: os anúncios poderão ser exibidos de forma direcionada, de acordo com os interesses do espectador.
Canais em formato de aplicativos: em vez de mudar de canal, o usuário terá acesso às emissoras como se fossem apps, semelhante ao que já acontece em smart TVs.
Televisão. Foto: Pikist
Precisa de internet?
A TV 3.0 não depende de conexão à internet para oferecer imagem e som de alta qualidade. No entanto, a integração com a rede amplia as possibilidades de interatividade e personalização. Com ela, será possível, por exemplo, comprar a roupa usada por um personagem de novela ou votar em tempo real em programas de auditório e reality shows.
Conversores e novos televisores
Assim como ocorreu na transição do sinal analógico para o digital, os atuais aparelhos não ficarão obsoletos de imediato. Num primeiro momento, será necessário um conversor, uma “caixinha” que deve custar entre R$ 300 e R$ 350.
O processo de migração será gradual, permitindo que a indústria e os consumidores se adaptem ao novo padrão. No futuro, a expectativa é que os televisores já saiam de fábrica com a tecnologia integrada, dispensando o uso de conversores.
Televisão. Foto: Pixabay
Acesso e inclusão
Ainda não há definição sobre programas de incentivo para aquisição dos equipamentos, mas discute-se a possibilidade de distribuição gratuita de conversores para famílias de baixa renda, como ocorreu no passado com a expansão da TV digital.
A chegada da DTV+ representa um salto tecnológico que promete modernizar a TV aberta brasileira sem custo adicional de assinatura. Se por um lado a transição será lenta e exigirá investimentos, por outro, especialistas acreditam que a novidade pode aproximar ainda mais a TV aberta da experiência oferecida pelas plataformas de streaming, mas mantendo o principal atrativo: a gratuidade.