VÍDEO: Rafinha Bastos e Marcelo Tas discutem sobre piada com Wanessa Camargo
Roupa suja lavada! Mais de uma década após a polêmica que marcou sua trajetória na TV, Rafinha Bastos abordou o assunto durante participação no Provoca, exibido pela TV Cultura e comandado por Marcelo Tas. Em pauta, a questão que motivou a saída do humorista do CQC, em 2011, após uma declaração envolvendo a cantora Wanessa […]
PORRedação SRzd5/3/2026|
2 min de leitura
Marcelo Tas e Rafinha Bastos. Foto: Reprodução de vídeo
Roupa suja lavada! Mais de uma década após a polêmica que marcou sua trajetória na TV, Rafinha Bastos abordou o assunto durante participação no Provoca, exibido pela TV Cultura e comandado por Marcelo Tas.
Em pauta, a questão que motivou a saída do humorista do CQC, em 2011, após uma declaração envolvendo a cantora Wanessa Camargo.
Na ocasião, a filha de Zezé Di Camargo estava grávida de José Marcus, quando Rafinha disparou: “Comeria ela e o bebê”.
Além da repercussão negativa, a declaração resultou em suspensão e, posteriormente, em condenação judicial de Rafinha, com pagamento de indenização por danos morais.
+ Argumentos
Durante a conversa, os dois apresentaram visões diferentes sobre o episódio. Bastos comentou sobre a sensação de isolamento na época e disse que esperava mais apoio dos colegas durante a crise.
“Eu estava prestes a ser suspenso, talvez demitido, muito exposto. Naquele momento, eu esperava que meus colegas tivessem, pelo menos, me ajudado, me defendido. Naquele momento, o Tas, de quem eu tanto gosto, falou: ‘a piada só não tem graça’. E era muito mais do que isso naquele momento, para mim […] eu estava perdendo
trabalho”, disse.
Já Tas reafirmou sua posição sobre o caso e ampliou o debate para a responsabilidade coletiva dentro de um programa de televisão.
“Eu continuo achando-a sem graça. […] Mas não era só isso. Tanto que ela ainda é assunto aqui, por exemplo, e isso só te prejudica. E sabe por que você quer continuar? Porque é a briga para ter razão. Você estava esperando que eu aparecesse lá com uma capa para te defender?”, argumentou.
Rafinha insistiu: “Eu estava esperando, naquele momento, coleguismo. […] Porque, quando eu fui suspenso, meus amigos não foram lá brigar por mim”, declarou.
“Eu acho que, quando se atua dentro de um programa, você tem que pensar em todos que estão lá, não apenas em um que levou um tiro aqui”, finalizou o apresentador.
Roupa suja lavada! Mais de uma década após a polêmica que marcou sua trajetória na TV, Rafinha Bastos abordou o assunto durante participação no Provoca, exibido pela TV Cultura e comandado por Marcelo Tas.
Em pauta, a questão que motivou a saída do humorista do CQC, em 2011, após uma declaração envolvendo a cantora Wanessa Camargo.
Na ocasião, a filha de Zezé Di Camargo estava grávida de José Marcus, quando Rafinha disparou: “Comeria ela e o bebê”.
Além da repercussão negativa, a declaração resultou em suspensão e, posteriormente, em condenação judicial de Rafinha, com pagamento de indenização por danos morais.
+ Argumentos
Durante a conversa, os dois apresentaram visões diferentes sobre o episódio. Bastos comentou sobre a sensação de isolamento na época e disse que esperava mais apoio dos colegas durante a crise.
“Eu estava prestes a ser suspenso, talvez demitido, muito exposto. Naquele momento, eu esperava que meus colegas tivessem, pelo menos, me ajudado, me defendido. Naquele momento, o Tas, de quem eu tanto gosto, falou: ‘a piada só não tem graça’. E era muito mais do que isso naquele momento, para mim […] eu estava perdendo
trabalho”, disse.
Já Tas reafirmou sua posição sobre o caso e ampliou o debate para a responsabilidade coletiva dentro de um programa de televisão.
“Eu continuo achando-a sem graça. […] Mas não era só isso. Tanto que ela ainda é assunto aqui, por exemplo, e isso só te prejudica. E sabe por que você quer continuar? Porque é a briga para ter razão. Você estava esperando que eu aparecesse lá com uma capa para te defender?”, argumentou.
Rafinha insistiu: “Eu estava esperando, naquele momento, coleguismo. […] Porque, quando eu fui suspenso, meus amigos não foram lá brigar por mim”, declarou.
“Eu acho que, quando se atua dentro de um programa, você tem que pensar em todos que estão lá, não apenas em um que levou um tiro aqui”, finalizou o apresentador.