Controle, medo e amor: especialista analisa Maíra Cardi, que não permiti que o marido trabalhe com mulheres

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Comportamento. A recente declaração de Maíra Cardi, na qual afirmou não permitir que o marido, Thiago Nigro, trabalhe e tenha amizade com outras mulheres, reacendeu uma discussão antiga e delicada: o controle dentro dos relacionamentos. “Esse eu não perco”, disse a influenciadora ao revelar que contratou uma secretária lésbica para o companheiro. A fala, que […]

POR Redação SRzd 17/10/2025| 2 min de leitura

Maíra Cardi e Thiago Nigro. Foto: Reprodução de vídeo

Maíra Cardi e Thiago Nigro. Foto: Reprodução de vídeo

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Comportamento. A recente declaração de Maíra Cardi, na qual afirmou não permitir que o marido, Thiago Nigro, trabalhe e tenha amizade com outras mulheres, reacendeu uma discussão antiga e delicada: o controle dentro dos relacionamentos.

“Esse eu não perco”, disse a influenciadora ao revelar que contratou uma secretária lésbica para o companheiro. A fala, que viralizou nas redes sociais, levantou questionamentos sobre ciúme, insegurança e os limites entre amor e posse.

Para a especialista em autoconhecimento e autoamor, Renata Fornari, por trás do comportamento controlador há, quase sempre, uma tentativa inconsciente de autoproteção. “Quando ouvi Maíra dizer que não permite que o marido trabalhe com mulheres, o que me veio não foi julgamento, foi compaixão. Porque por trás da necessidade de controlar sempre há uma alma exausta tentando se proteger”, explica Fornari ao SRzd.

Segundo a especialista, esse tipo de atitude costuma surgir de uma armadura emocional, criada para evitar a dor e a vulnerabilidade. “O controle nasce do medo, o medo de perder, de reviver o caos ou de não se sentir suficiente. Lá atrás, geralmente na infância, essa mulher cresceu em ambientes imprevisíveis e aprendeu que só estaria segura se antecipasse tudo. Que amar era vigiar, que cuidar era controlar”, afirma.

Renata aponta que a “armadura da controladora”, muitas vezes vista como força, na verdade esconde fragilidade. “Por fora, parece força. Mas por dentro, é uma criança cansada, implorando por segurança. E então, quando adulta, ela confunde amor com posse, cuidado com vigilância, presença com domínio”.

Para ela, o caso de Maíra Cardi traz à tona uma ferida comum a muitas mulheres. “A fala da Maíra expõe algo que muitas vivem em silêncio: a crença de que, se eu soltar, perco. Mas o amor verdadeiro não precisa de grades, ele precisa de autoconfiança, espaço e liberdade”.

A especialista conclui lembrando que curar o impulso de controle não é enfraquecer, é, na verdade, um ato de coragem e confiança: “Enquanto o controle dita as regras, o amor sufoca. Enquanto o medo guia as escolhas, a alma se contrai. A cura da controladora começa quando ela entende que não precisa mais carregar o mundo nas costas. Que a segurança que ela tanto busca fora só nasce quando ela volta pra dentro”, finaliza Renata Fornari.

Rodapé - entretenimento

Comportamento. A recente declaração de Maíra Cardi, na qual afirmou não permitir que o marido, Thiago Nigro, trabalhe e tenha amizade com outras mulheres, reacendeu uma discussão antiga e delicada: o controle dentro dos relacionamentos.

“Esse eu não perco”, disse a influenciadora ao revelar que contratou uma secretária lésbica para o companheiro. A fala, que viralizou nas redes sociais, levantou questionamentos sobre ciúme, insegurança e os limites entre amor e posse.

Para a especialista em autoconhecimento e autoamor, Renata Fornari, por trás do comportamento controlador há, quase sempre, uma tentativa inconsciente de autoproteção. “Quando ouvi Maíra dizer que não permite que o marido trabalhe com mulheres, o que me veio não foi julgamento, foi compaixão. Porque por trás da necessidade de controlar sempre há uma alma exausta tentando se proteger”, explica Fornari ao SRzd.

Segundo a especialista, esse tipo de atitude costuma surgir de uma armadura emocional, criada para evitar a dor e a vulnerabilidade. “O controle nasce do medo, o medo de perder, de reviver o caos ou de não se sentir suficiente. Lá atrás, geralmente na infância, essa mulher cresceu em ambientes imprevisíveis e aprendeu que só estaria segura se antecipasse tudo. Que amar era vigiar, que cuidar era controlar”, afirma.

Renata aponta que a “armadura da controladora”, muitas vezes vista como força, na verdade esconde fragilidade. “Por fora, parece força. Mas por dentro, é uma criança cansada, implorando por segurança. E então, quando adulta, ela confunde amor com posse, cuidado com vigilância, presença com domínio”.

Para ela, o caso de Maíra Cardi traz à tona uma ferida comum a muitas mulheres. “A fala da Maíra expõe algo que muitas vivem em silêncio: a crença de que, se eu soltar, perco. Mas o amor verdadeiro não precisa de grades, ele precisa de autoconfiança, espaço e liberdade”.

A especialista conclui lembrando que curar o impulso de controle não é enfraquecer, é, na verdade, um ato de coragem e confiança: “Enquanto o controle dita as regras, o amor sufoca. Enquanto o medo guia as escolhas, a alma se contrai. A cura da controladora começa quando ela entende que não precisa mais carregar o mundo nas costas. Que a segurança que ela tanto busca fora só nasce quando ela volta pra dentro”, finaliza Renata Fornari.

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