Marta se despede após eliminação do Brasil: ‘Fim da linha para mim’

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O Brasil está fora da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Precisando de uma vitória para se classificar para a próxima fase, o time comandado por Pia Sundhage ficou no empate sem gols com a Jamaica, nesta quarta-feira (2), em Melbourne, na Austrália. Com o resultado, a Seleção Brasileira ficou na terceira colocação do Grupo […]

POR Redação SRzd 2/8/2023| 2 min de leitura

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Marta. Foto: Reprodução de TV

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O Brasil está fora da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Precisando de uma vitória para se classificar para a próxima fase, o time comandado por Pia Sundhage ficou no empate sem gols com a Jamaica, nesta quarta-feira (2), em Melbourne, na Austrália.

Com o resultado, a Seleção Brasileira ficou na terceira colocação do Grupo F. As jamaicanas, junto da França, avançaram às oitavas de final do torneio. A capitã Marta que disputou sua sexta Copa do Mundo, não conseguiu desequilibrar o duelo e fez seu último jogo na história do torneio.

“É difícil falar num momento desses. Nem nos meus piores pesadelos imaginei isso, era a Copa que eu sonhava. É só o começo. O povo pedia renovação, e está tendo. A única velha aqui só eu. As meninas têm um caminho enorme pela frente. Eu termino, mas elas continuam”, disse ela, após o jogo, com lágrimas no rosto.

Marta pede apoio ao futebol feminino

Mesmo anunciando o fim de sua trajetória em Copas, Marta pede que o apoio seja ao futebol feminino seja mantido: “Quero que o Brasil siga com o mesmo entusiasmo, apoiando. Resultado não acontece de um dia para o outro. Isso mostra que o futebol feminino dá lucro, é produto. A Marta acaba por aqui, estou muito grata pela oportunidade que tive e estou muito contente com o que está acontecendo. Para elas é só o começo, para mim é o fim da linha”.

Sobre o empate com a Jamaica, Marta destacou que faltou paciência ao time brasileiro para trabalhar melhor a bola perto da área e marcar  o gol.

“Sabíamos que elas chegariam dessa maneira. Faltou mais paciência para a gente, os números não mentem: só uma equipe queria jogar. Elas entraram para se defender e encontrar uma bola para a número 11. Essas horas precisa de paciência e manter a bola perto da área, porque qualquer deslize encontraríamos algo, coisas que poderiam ter acontecido. Agora é seguir em frente”, comentou.

Fim da linha

Aos 37 anos, Marta deixa a seleção brasileira com 189 jogos e 122 gols marcados. Ela encerra sua participação em mundiais como maior artilheira da história entre homens e mulheres, com 17 gols.

Pela Seleção Brasileira, contabiliza números expressivos. Foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e 2007, além de campeã da Copa América em 2003, 2010 e 2018. Também fez parte do grupo vice-campeão da Copa em 2007 e das medalhas de prata nas Olimpíadas de 2004 e 2008.

O Brasil está fora da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Precisando de uma vitória para se classificar para a próxima fase, o time comandado por Pia Sundhage ficou no empate sem gols com a Jamaica, nesta quarta-feira (2), em Melbourne, na Austrália.

Com o resultado, a Seleção Brasileira ficou na terceira colocação do Grupo F. As jamaicanas, junto da França, avançaram às oitavas de final do torneio. A capitã Marta que disputou sua sexta Copa do Mundo, não conseguiu desequilibrar o duelo e fez seu último jogo na história do torneio.

“É difícil falar num momento desses. Nem nos meus piores pesadelos imaginei isso, era a Copa que eu sonhava. É só o começo. O povo pedia renovação, e está tendo. A única velha aqui só eu. As meninas têm um caminho enorme pela frente. Eu termino, mas elas continuam”, disse ela, após o jogo, com lágrimas no rosto.

Marta pede apoio ao futebol feminino

Mesmo anunciando o fim de sua trajetória em Copas, Marta pede que o apoio seja ao futebol feminino seja mantido: “Quero que o Brasil siga com o mesmo entusiasmo, apoiando. Resultado não acontece de um dia para o outro. Isso mostra que o futebol feminino dá lucro, é produto. A Marta acaba por aqui, estou muito grata pela oportunidade que tive e estou muito contente com o que está acontecendo. Para elas é só o começo, para mim é o fim da linha”.

Sobre o empate com a Jamaica, Marta destacou que faltou paciência ao time brasileiro para trabalhar melhor a bola perto da área e marcar  o gol.

“Sabíamos que elas chegariam dessa maneira. Faltou mais paciência para a gente, os números não mentem: só uma equipe queria jogar. Elas entraram para se defender e encontrar uma bola para a número 11. Essas horas precisa de paciência e manter a bola perto da área, porque qualquer deslize encontraríamos algo, coisas que poderiam ter acontecido. Agora é seguir em frente”, comentou.

Fim da linha

Aos 37 anos, Marta deixa a seleção brasileira com 189 jogos e 122 gols marcados. Ela encerra sua participação em mundiais como maior artilheira da história entre homens e mulheres, com 17 gols.

Pela Seleção Brasileira, contabiliza números expressivos. Foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e 2007, além de campeã da Copa América em 2003, 2010 e 2018. Também fez parte do grupo vice-campeão da Copa em 2007 e das medalhas de prata nas Olimpíadas de 2004 e 2008.

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