Morre Hélio Jaguaribe, jurista e integrante da Academia Brasileira de Letras
Aos 95 anos, o jurista e sociólogo Helio Jaguaribe morreu, no último domingo (09), em Copacabana, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ocupante da Cadeira de nº11 da Academia Brasileira de Letras (ABL), Hélio foi vítima de falência múltipla dos órgãos. O acadêmico deixa sua esposa, Maria Lucia Charnaux Jaguaribe, e cinco filhos. […]
PORRedação SRzd10/9/2018|
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Hélio Jaguaribe. Foto: Reprodução/TV
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Aos 95 anos, o jurista e sociólogo Helio Jaguaribe morreu, no último domingo (09), em Copacabana, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ocupante da Cadeira de nº11 da Academia Brasileira de Letras (ABL), Hélio foi vítima de falência múltipla dos órgãos. O acadêmico deixa sua esposa, Maria Lucia Charnaux Jaguaribe, e cinco filhos.
Por ter feito parte da ABL, o corpo de Hélio será velado na próxima quarta-feira (12) na sede da Academia. O velório está previsto para ser iniciado às 10 horas, na sala dos poetas românticos. O sepultamento será no mesmo dia, às 15 horas, no mausoléu da Instituição no cemitério São João Batista, em Botafogo.
Jaguaribe foi o nono ocupante da Cadeira nº 11 da Academia Brasileira de Letras. Ele foi eleito no dia 3 de março de 2005 e sucedeu o economista Celso Furtado, que faleceu no ano anterior.
Aos 95 anos, o jurista e sociólogo Helio Jaguaribe morreu, no último domingo (09), em Copacabana, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ocupante da Cadeira de nº11 da Academia Brasileira de Letras (ABL), Hélio foi vítima de falência múltipla dos órgãos. O acadêmico deixa sua esposa, Maria Lucia Charnaux Jaguaribe, e cinco filhos.
Por ter feito parte da ABL, o corpo de Hélio será velado na próxima quarta-feira (12) na sede da Academia. O velório está previsto para ser iniciado às 10 horas, na sala dos poetas românticos. O sepultamento será no mesmo dia, às 15 horas, no mausoléu da Instituição no cemitério São João Batista, em Botafogo.
Jaguaribe foi o nono ocupante da Cadeira nº 11 da Academia Brasileira de Letras. Ele foi eleito no dia 3 de março de 2005 e sucedeu o economista Celso Furtado, que faleceu no ano anterior.